POR QUE LHE CHAMAM "ODE À ALEGRIA"?
Publicado por Alex. à(s) segunda-feira, fevereiro 18, 2013 0 comentários
ENTRE TOMAR E LEVAR, DIABOS O LEVEM
Quem me conhece sabe, e quem me vai lendo também deve desconfiar, que não sou propriamente puritana e menos ainda no que toca à linguagem. Purista talvez um pouco, puritana nunca. Evidentemente que acho que tudo tem de ter em conta as circunstâncias, que é como quem diz tudo tem hora, local e intervenientes.
É absurdo mandar alguém ao cócó, mais vale estar calado. Poderão argumentar que se se for educado está-se calado para não se dizer "vai à merda". Talvez. Não vejo a coisa assim; na minha humilde opinião ser-se bem educado é algo intrinsecamente ligado ao respeito pelo alheio e por nós mesmos. Não deitar papeis para o chão é ser-se bem educado, desde que não o façamos mesmo quando ninguém está a olhar. Roubar é falta de educação pois desrespeita a propriedade alheia. Então e mandar alguém à merda, não é falta de educação? Depende das circunstâncias mas, a meu ver, é uma demonstração da falta de respeito que sentimos, o que, muitas vezes, é perfeitamente legítimo e saudável, é um escape de agressividade que faz bem à alma e ao fígado evitando outras manifestações menos desejáveis e mais dolorosas.
Como dizia Ary dos Santos:
«Há que dizer-se das coisas
o somenos que elas são.
Se for um copo é um copo
se for um cão é um cão.
Mas quando o copo se parte
e quando o cão faz ão ão?
Então o copo é um caco
e um cão não passa dum cão.»
Chamar as coisas pelos nomes, sim mas pelos nomes, sem eufemismos parvos ou brasileirismos ridículos; se há altura em que é fundamental usar bom português é quando se profere um insulto, ainda para mais quando se utiliza uma expressão idiomática.
Toda a gente pode dizer impropérios mas que o faça com graça ou com elegância ou, melhor ainda, com ambas, sempre sem despropósito e no fundamental "Bom Português".
Pergunto-me se o Chico saberá distinguir entre "tomar um autocarro" e "levar um autocarro"...
Pergunto-me se o Chico andará a ver novelas brasileiras de suburbio...
Pergunto-me mais, o que andará o Chico a ver? Cultura...
«Francisco José Viegas adoptou o acordo ortográfico, pelo menos na sua relação com as Finanças»Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2013 - in "Imprensa Falsa"
«Francisco José Viegas já adoptou o novo acordo ortográfico, pelo menos quando se trata de...» ler AQUI
Percebeste ó Chico?Sismo sentido no norte depois de um contribuinte não ter pedido factura
Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2013 - in "Imprensa Falsa"
«O sismo sentido esta quarta-feira no norte do país poderá ter sido um aviso do Ministério das Finanças, pois o epicentro teve lugar onde à mesma hora um contribuinte não pedia factura.
Pouco passava das 17 horas em Paredes, quando Simplício pagou o café e uma água com gás sem pedir factura. «Não é melhor eu tirar uma facturinha?», ainda perguntou o senhor do café. «Olhe que eles disseram hoje que quem não pedir factura está feito!», acrescentou.
«Ó amigo, eu quero é que eles se lixem, está a perceber? Não quero factura nenhuma!», respondeu o Simplício, segundos antes de se começar a ouvir um barulho enorme.
«O que é isto!?», gritou Simplício, em pânico, numa altura em que o café começou a abanar. «Gaita, eu bem lhe disse!», exclamou o senhor do café. «Homem, tire lá essa factura!», concordou Simplício. «E o número de contribuinte?» perguntou o senhor do café, enquanto tentava segurar a máquina registadora, pois o balcão já tinha sido engolido pela terra. «197 263 834», gritou Simplício, do outro lado de uma enorme cratera, que entretanto se abrira no meio do estabelecimento.
«835?», perguntou o senhor do café para confirmar, pois não se ouvia nada com o barulho. A terra tremia agora com ainda mais intensidade. O lcd caiu do tecto, matando a dona Simplícia, que já tinha dito que o lcd não estava ali bem. «834!», gritou Simplício. «Pronto, aqui está!», disse finalmente o senhor do café, numa altura em que a terra parou de tremer.»
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Publicado por Alex. à(s) sexta-feira, fevereiro 15, 2013 0 comentários
COINCIDÊNCIAS...???
Sincronicidade, também referida por Jung como "coincidência significativa".
In "Sincronicidade: um princípio de conexões acasuais" Jung, 1929
Em termos simples, sincronicidade é a experiência de ocorrerem dois (ou
mais) acontecimentos que coincidem de uma forma que seja significativa para a
pessoa (ou pessoas) que vivenciaram essa "coincidência significativa", essa simultâneadade, sendo que tal significado sugere um padrão subjacente.
“...um só e mesmo significado (transcendente) pode manifestar-se simultaneamente na psique humana e na ordem de um acontecimento externo e independente.”
“...coincidência significativa de dois ou mais acontecimentos, em que se trata de algo mais do que uma probabilidade de acasos.”
“O princípio da sincronicidade afirma que os termos de uma coincidência significativa estão inter-ligados pela simultaneidade e pelo significado”.
http://www.tvi24.iol.pt/fotos/internacional/1/300195
«No dia em que o papa Bento XVI divulgou ao mundo a decisão de resignar, abateu-se uma tempestade sobre a Basílica de São Pedro, em Roma. O fenómeno climático foi registado em fotografias em que se vê um raio a atingir o cume do edifício sagrado.
As imagens foram captadas pelo fotógrafo Alessandro Di Meo, um fotógrafo italiano da agência ANSA. Em Portugal, as imagens foram disponibilizadas pela agência Lusa, através da agência EPA.
A notícia de que Bento XVI iria deixar o pontificado no final de fevereiro deixou a Igreja Católica «incrédula» e levou o cardeal Angelo Sodano, actual número dois do Vaticano, a afirmar que o anúncio foi como um «raio fulminante num céu sereno».
In TVI24/Internacional
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Publicado por Alex. à(s) terça-feira, fevereiro 12, 2013 0 comentários
TÓZÉ GESTOR EMPRESARIAL
Ontem à noite, na à "SIC", o TóZé foi entrevistado pelo José Gomes Ferreira sobre assuntos económicos.
A dada altura o jornalista / economista perguntou-lhe se considerava que possuía experiência profissional empresarial para governar o país.
E respondeu o TóZé:
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Publicado por Alex. à(s) quinta-feira, janeiro 31, 2013 0 comentários
PRESENÇA DE ESPÍRITO
Esta amostra de gente que aparece no vídeo abaixo, e que é já, obviamente, uma excelente cavaleira, tem um pequeno precauço durante a prova que está a disputar.
Pequeno precauço, chamo-lhe eu, que não estou lá... Há muito boa gente, crescida e mais experiente, que não daria a volta com a calma e a presença de espírito que esta pequena demonstrou.
No vídeo, cerca dos 40 segundos, após saltar o segundo de dois obstáculos continuos, a menina perde o equilíbrio, perde os estribos e quase pára. Mas não perde a decisão e mantém a sua enorme presença de espírito; retoma o percurso e salta, sem estribos, um obstáculo retomando a forma e avança de novo para os dois obstáculos continuos sem faltas.
Mesmo assim conseguiu um digno 2º lugar.
Espantosa!
Publicado por Alex. à(s) segunda-feira, janeiro 28, 2013 1 comentários
HEROIS VETERANOS

Eles buscam, salvam, denunciam, defendem, lutam, avisam, protegem, confortam, acompanham
Eles são feridos, mortos, têm medo, sofrem,
têm fome, têm sede, estafam-se
Eles são vivos, inteligentes, sensíveis, amigos, leais, protectores, soldados, parceiros
«AS OF TUESDAY , DEC 4, A BILL HAS BEEN PASSED BY THE US HOUSE AND SENATE THAT DECLARES THAT:
OUR MILITARY WORKING DOGS OF ALL BREEDS WILL NO LONGER BE CLASSIFIED AS "MILITARY EQUIPMENT" TO BE LEFT BEHIND IN FOREIGN LANDS...BUT AS MILITARY VETERANS.
THESE DOGS NOW WILL BE RETURNING TO LACKLAND AFB , FOR THEIR SERVICES AS US HEROES. THEY WILL BE EVALUATED, AND RETRAINED AND RE-HOMED IF NEEDED.»
«The ASPCA® (The American Society for the Prevention of Cruelty to Animals®) today applauds the U.S. Congress for passing legislation to protect military dogs. Included as an amendment to the National Defense Authorization Act for Fiscal Year 2013, the measure provides significant steps for the protection of retired military dogs by streamlining the adoption process and authorizing a system of veterinary care for the retired animals at no expense to taxpayers. The Defense Authorization bill now moves to President Barack Obama for his signature.
“Military dogs are true heroes—they play a critical role in our nation’s defense,” said Nancy Perry, senior vice president of ASPCA Government Relations. “These amazing dogs have been loyal to us in extreme circumstances and deserve to be properly cared for and adopted into good homes after such unwavering service to their country.
Military dogs successfully perform many important and dangerous duties that can be difficult, if not impossible, for humans. After years of service, military dogs deserve a safe retirement option and may require expensive veterinary care to treat health issues related to their dedicated service. Establishing a long-term, reliable source of support for that care will ensure that our nation’s commitment to the dogs’ well-being extends beyond their period of military service. The bill also streamlines the adoption process by standardizing the transfer of retired military dogs from foreign soil back to the United States, where they can be permanently placed into loving homes.»
MILITARY PRESS on December 21, 2012
Michael De Tomasso One of these hero's saved my life in Viet-Nam. My platoon was just about to trip a wire that would of blown most of us away. He found it. Froze at attention with his nose about 3 inches from the wire. Because of these wonderful "HERO'S" i would not be here today writing this to you!!!! God Bless Them!!!
Publicado por Alex. à(s) segunda-feira, janeiro 28, 2013 0 comentários
A TIA... A AVÓ... PARA QUANDO A MÃEZINHA?
«Vai moralizar a tua avó», gosto!
Vê-se que a senhora deputada, "cuja palavra faz fé" e "responsável pelos seus actos", segue a linha socrática do:
«Mansa era a tua tia» (Sócrates dixit e Louçã ouviu, assim como toda a A.R.).
Assim sim, gosto de gente leal às suas causas, e mais, respeitadora da Instituição da Família.
Se a prática alastra ao grupo parlamentar do PS não haverão primas que cheguem.
Publicado por Alex. à(s) segunda-feira, janeiro 28, 2013 0 comentários
VAMOS VER, NÃO CUSTA NADA
Cada visualização é um contributo para a educação destas meninas;
Ajudar nãocusta nada.
Vamos lá saber porquê.
Se quiserem partilhar dirijam-se ao link:
http://portal.sliderocket.com/BBVXH/Hoshyar-Foundation
Publicado por Alex. à(s) domingo, janeiro 27, 2013 0 comentários
AUDACES FORTUNA JUVAT
O CORONEL JAIME NEVES
Jaime Nogueira Pinto
In "MAME SUMÉ" - nº60 - Junho1995
O
Coronel Jaime Neves serviu no Ultramar onde adquiriu justa fama de
ser um oficial corajoso, criativo e com grandes capacidades de chefia,
qualidades atestadas em missões operacionais. Militar, mas também e
sobretudo, homem de guerra.
Publicado por Alex. à(s) domingo, janeiro 27, 2013 1 comentários
FAZE O FAVOR DE NÃO BAIXAR OS BRAÇOS
AJUDEMO-NOS A NÓS MESMOS E, ESPECIALMENTE, AS NOSSAS CRIANÇAS
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https://docs.google.com/ spreadsheet/ viewform?formkey=dG13TnlWRk 10UXd0cDJvZTViS0picWc6MQ#g id=0
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O QUE IRÁ SER PRECISO PREENCHER
Listagem de Subscritores da Carta Aberta ao Ministro da Educação
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Publicado por Alex. à(s) quinta-feira, janeiro 24, 2013 0 comentários
É VERDADE, PALAVRA DE DEPUTADO!
Eu quero lá saber se a senhora que foi apanhada a conduzir "com os copos" é deputada.
Há uns anos, não tantos assim, cá pelo nosso burgo, e não só, conduzia-se animadamente depois de beber uns copos e toda a gente achava isso muito normal; só não se achava "normal" que alguém conduzisse "bêbado". Claro que esta gradação tem pano para mangas...
Eu não sou santa, e tenho sérias dúvidas sobre uma vaga hipótese de alguma vez vir a ser beatificada, quando era mais nova conduzi muitas vezes com mais um grau no sangue do que deveria ser... Felizmente não me dava para o disparate, para pisar no pedal entusiasticamente, antes pelo contrário e, felizmente nunca provoquei nenhum problema, nem a mim nem a ninguém.
E era aqui que queria chegar
Eu quero lá saber se a senhora que foi apanhada a conduzir "com os copos" é deputada, o que eu sei é que é alguém que não leva a sério a vida e a segurança alheia, nem a sua.
Deputada ou não é-me irrelevante.
Mas adiante porque não foi para falar de copos que vim cá hoje, e da senhora deputada ainda menos.
O que me trouxe aqui foram as declarações do presidente do Conselho de Administração da Assembleia da República, Couto dos Santos. Se não fosse ele a falar pensaria que se tratava de fino humor sarcástico.
A tal senhora deputada deu umas faltas a reuniões plenárias posteriores à sua detenção pela PSP. Justificou a senhora dizendo que tinha estado doente.
Não apresentou qualquer atestado médico porque, ou até porque, as normas parlamentares não obrigam a que os senhores deputados o façam.
Remetendo para uma resolução sobre o regime de presenças e faltas ao plenário, aprovada em 2009 ( Ora 2009...2009... Ah, sim, 2009...) , que estabelece que:
“a palavra dos deputados faz fé, não carecendo por isso de comprovativos adicionais”
Os senhores deputados são os principezinhos do funcionalismo público, os paradigmas da Verdade e da Honra, claro.Vai daí e vem de lá o Couto dos Santos, mui respeitável senhor presidente do Conselho de Administração da Assembleia da República , defender que não faz sentido obrigar os deputados a apresentarem atestados médicos em caso de doença porque são “responsáveis pelos seus actos” e é preciso ter “confiança em quem elegemos”.
Só para rir...
Oh infeliz ocasião, oh infeliz oportunidade para se sair com uma piada destas!
Ouvi dizer, não sei... que a senhora deputada nem soprou para o balãozito quando foi mandada parar na Operação Stop pelo senhor agente da PSP;
Ouvi dizer, não sei... mas parece que a senhora disse logo:
«Ó senhor agente leve-me daqui porque eu estou com 2,41% de álcool no sangue e deve deter-me. Não precisa fazer qualquer teste porque a minha palavra de deputada faz fé, não carecendo por isso de comprovativos adicionais»
Valha-me Santo António!
Espero que, ao menos, o mui respeitável senhor presidente do Conselho de Administração da Assembleia da República não tenha conduzido a sua viatura após ter prestado estas tão esclarecedoras declarações.
Finalmente entendi por que são necessários tantos motoristas ao serviço da A.R.
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Publicado por Alex. à(s) quarta-feira, janeiro 23, 2013 2 comentários
AFINAL HÁ ESPANHOIS COM PINTA
(ALÉM DA RAÍNHA, MAS ESSA NASCEU GREGA...)
«Corredor nega-se a vencer prova após líder parar antes da chegada.»
«O atleta queniano, Abel Mutai, medalha de ouro nos 3000m obstáculos por 4 vezes em Londres, estava prestes a ganhar a corrida quando, ao entrar numa pista onde acreditava que o final tinha chegado, relaxou o ritmo e começou a cumprimentar o público, acreditando ter vencido a prova.O 2º, logo atrás, Ivan Fernandez Anaya, vendo que ele estava errado e tinha parado cerca de 20 metros antes da bandeira da chegada, não quis aproveitar a oportunidade para acelerar e vencer.
Ele permaneceu às suas costas e. gesticulando para que o queniano compreendesse a situação, quase empurrando-o. levou-o até o fim, deixando-o vencer a prova como iria acontecer se ele não se tivesse enganado sobre o fim do percurso.
Ivan Fernandez Anaya, um jovem corredor de 24 anos que é considerado um atleta de muito futuro (campeão da Espanha nos 5.000 metros, na categoria há 2 anos) ao terminar a prova, disse:
"Ainda que me tivessem dito que ganharia uma vaga na Selecção Espanhola para disputar o Campeonato Europeu, não me teria aproveitado . Acho que é melhor o que fiz do que se tivesse vencido nessas circunstâncias." »PINTAROLA!
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Publicado por Alex. à(s) segunda-feira, janeiro 21, 2013 4 comentários
QUE "LOUCURA" SERIA A TUA?
A Coca-Cola apresentou mais uma campanha bem original.
Desta
vez a marca dá a conhecer pessoas que praticam de facto as acções que nos são mostradas, não se trata apenas de representações publicitárias.
"Loucuras" praticadas a bem da comunidade: a jardineira secreta, o
anónimo que dá 1000 dólares por dia a um desconhecido na rua e Jeff
Waldman que instala baloiços em lugares inesperados em San Francisco.
Vale o tempo de ver
Vale o tempo de pensar que "loucura" seriamos capazes de fazer para melhorar o dia de alguém
Vale o tempo de por em prática a nossa ideia "louca"
Sejamos ousadamente, generosamente, "loucos"
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Publicado por Alex. à(s) quarta-feira, janeiro 16, 2013 0 comentários
AS VÍTIMAS DA NOSSA AMORALIDADE
É lamentável que um grande laboratório como o
AstraZeneca não encontre outra forma de testar compostos medicamentosos sem
ter de utilizar cães - os amigos da humanidade por excelência.
Os
Beagles são cães particularmente meigos, inteligentes e sociaveis. Eu
sei, tenho um que é, como a maior parte dos cães, uma fonte inesgotável de doçura, companheirismo, alegria e devoção
Tomo regularmente um medicamento fabricado por este laboratório, um produto de facto formidável, com provas mais do que dadas e que se vende aos milhões há muitos anos. Embora não se encontre disponível, no nosso país, fabricado sob outra marca de outro
laboratório, encontra-se à venda o genérico fabricado pela Ratiopharm , nas suas várias dosagens, e pela Stada, na dosagem mais comercializada; só a forma injectável não é substituível
Podem encontrar AQUI:
http://www.astrazeneca.pt/areas-terapeuticas/Medicamentos
a listagem de medicamentos AstraZeneca vendidos em Portugal; se poderem
substituí-los por apresentações genéricas, ou de outras marcas, seria uma óptima ideia, e peçam aos vossos médicos para o fazerem.
A razão apresentada pela AstraZeneca para não suspender a experiências laboratoriais nos Beagles?
É preciso ter lata pois os Beagles são conhecidos em Inglaterra, pelo menos, desde o reinado de Helizabeth I, mas foi a seguinte, apresentada pelo senhor Head of Corporate Affairs for
AstraZeneca, na Suécia, na carta dirigida à Beagle freedom project:
«because these dogs have been purpose-bred for research, the best solution is to continue to utilise them for research at AstraZeneca facilities and by third parties acting on our behalf.”
Disagree? Everyone who supports the BFP has seen a hundred examples of “purpose-bred for research” beagles go on to thrive with loving families.
To suggest they are incapable of a normal life is cynical and naive.
Send a polite email to AstraZeneca explaining these are not just test-tubes but dogs no different than our own!
E-mail: kontakt@astrazeneca.com
É COM ALÍVIO QUE INFORMO: HOJE DEIXEI DE SER UTENTE DA ASTRAZENECA
The Beagles of AstraZeneca
For the last 10 days the Beagle Freedom Project has been in behind the scenes talks over the fate of the 400 beagles at the pharmaceutical breeding center in Sweden.
Beagle Freedom Project
«On December 23, 2010, ARME rescued two Beagles from a medical testing laboratory. These dogs had never seen the outdoors, walked on grass or felt a gentle touch. We captured their first steps into a kind world. They had also been de-barked and fed only “laboratory chow.” ARME will continue with these rescues when it can.»
Em Novembro de 2011
40 Beagles viajaram de Espanha para Los Angeles para serem libertados e adoptados
Muitas emoções...
«On November 23, 2011, We saved 40 beagles from a laboratory in Spain where they had lived their entire lives and flew them to us to Los Angeles, CA.
Many had tattoos not just in one ear, but in both, indicating they had come from more than one laboratory. Many of these angels landed with teeth rotten, bleeding and falling out and tumors. Some had to have surgery – many had to have teeth pulled.
They are all doing exceptional now and have all gone into their forever homes!»
Para quem tiver "estômago" fica um vídeo bastante esclarecedor acerca de alguns dos testes, pior, do tipo de vida (???), a que estes doces animais são sujeitos durante anos, dia após dia, nos laboratórios.ATENÇÃO, NÃO RECOMENDÁVEL PARA CRIANÇAS
Publicado por Alex à(s) sexta-feira, janeiro 11, 2013 0 comentários
É DADO? NÃO PRESTA
Se os lugares para esse concerto custarem uma média de 100 dólares US;
Será natural presumir que se trata de um músico consagrado, alguém que, muito provavelmente, valerá a pena ouvir.
Imaginemos que alguém nos oferecia um lugar de borla para um concerto assim, seria de aproveitar, certo?
Certo talvez, mas não é evidente... Isto das "borlas" tem os seus quês e por quês
Acabei de ler uma pequena história que me deixou pensativa... Creio que merece ser contada aqui e lida com atenção.
No final deixo dois vídeos:
o primeiro ilustra esta história publicada no Washington Post, (o som, naturalmente, não é grande coisa)
o segundo mostra o mesmo violinista tocando um excerto de um concerto de Mendelssohn, uma das minhas peças para violino preferidas.
«A Violinist in the Metro»
«A man sat at a metro station in Washington DC and started to play the
violin; it was a cold January morning. He played six Bach pieces for
about 45 minutes. During that time, since it was rush hour, it was
calculated that thousand of people went through the station, most of
them on their way to work.
Three minutes went by and a middle
aged man noticed there was musician playing. He slowed his pace and
stopped for a few seconds and then hurried up to meet his schedule.
A minute later, the violinist received his first dollar tip: a woman
threw the money in the till and without stopping continued to walk.
A few minutes later, someone leaned against the wall to listen to him,
but the man looked at his watch and started to walk again. Clearly he
was late for work.
The one who paid the most attention was a 3
year old boy. His mother tagged him along, hurried but the kid stopped
to look at the violinist. Finally the mother pushed hard and the child
continued to walk turning his head all the time. This action was
repeated by several other children. All the parents, without exception,
forced them to move on.
In the 45 minutes the musician played,
only 6 people stopped and stayed for a while. About 20 gave him money
but continued to walk their normal pace. He collected $32. When he
finished playing and silence took over, no one noticed it. No one
applauded, nor was there any recognition.
No one knew this but
the violinist was Joshua Bell, one of the best musicians in the world.
He played one of the most intricate pieces ever written with a violin
worth 3.5 million dollars.
Two days before his playing in the subway, Joshua Bell sold out at a theater in Boston and the seats average $100.
This is a real story. Joshua Bell playing incognito in the metro
station was organized by the Washington Post as part of an social
experiment about perception, taste and priorities of people. The
outlines were: in a commonplace environment at an inappropriate hour: Do
we perceive beauty? Do we stop to appreciate it? Do we recognize the
talent in an unexpected context?
One of the possible conclusions from this experience could be:
If we do not have a moment to stop and listen to one of the best
musicians in the world playing the best music ever written, how many
other things are we missing?»
Publicado por Alex à(s) quarta-feira, janeiro 09, 2013 0 comentários
"A.O." : A EXPLICAÇÃO DO ÓBVIO
O que não se compreende são as águas mornas em que Portugal se vai deixando boiar nesta questão, já absurda, do tal suposto "Acordo ortográfico", que não existe em parte alguma senão, sem força de lei mas com prepotência, na pátria da língua portuguesa.
Fomos dos primeiros países europeus a adoptar as matriculas automóveis europeias, numa urgência modernista; somos muito "práfrentex". Lastimável é que não tenhamos sentido essa urgência em questões bem mais importantes, fundamentais.
Os bons cobres da União Europeia, que entraram a fundo perdido, serviram toda a espécie de "urgências" mas não as fundamentais - para essas ficamos sempre à espera de um puxão de orelhas que nos meta na ordem, enquanto podemos disparatar, disparatamos.
Vão lá dizer aos britânicos, ou até aos espanhóis, que na América do Norte ou na América do Sul há mais gente a falar e a escrever inglês e castelhano para ver se eles entram em acordos deformantes das suas línguas... Um absurdo. Obviamente.
Nós, muito "práfrentex", e cheios de vontade de demonstrar o quanto respeitamos os povos que se exprimem na nossa língua, vamos logo de arquinho e balão na primeira marcha de regabofe.
Respeitamos muito os povos que se exprimem na nossa língua, só não respeitamos a nossa língua, nem o povo português.
Resta-nos então esperar que alguém, dos outros povos, resolva por nós o absurdo que criamos e deixamos continuar?
Pois, parece que sim.
Que vergonhaça! Que triste figura!
«O cadáver adiado»
VASCO GRAÇA MOURA2 Janeiro 2013 - In "Diário de Notícias"
«No Brasil, tratava-se fundamentalmente de sacrificar o trema e o acento agudo em meia dúzia de casos. E ninguém se resignava às regras absurdas de emprego do hífen... Com isso, bastou o abaixo-assinado de uns 20 mil cidadãos para se adiar a aplicação de uma coisa trapalhona denominada Acordo Ortográfico (AO). Os políticos ouviram a reclamação, estudaram-na e assumiram-na, e a sr.ª Rousseff decidiu.
Em Portugal, o número de pessoas que tomaram posição contra o AO já ultrapassava as 120 mil em Maio de 2009. Hoje, e considerando tanto o Movimento contra o AO de então como a actual Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) com a mesma finalidade, esse número é incomparavelmente mais elevado.
Portugal bem pode propor a todos os quadrantes ideológicos e parlamentares da sua classe política que se assoem agora a este cruel guardanapo.
Faltou-lhes a coragem de respeitar as opiniões autorizadas, a capacidade de reflectir com lucidez sobre o assunto, a vontade cívica de se informarem em condições.
Acabaram a produzir este lindo serviço, com a notável excepção do relatório Barreiras Duarte, aprovado por unanimidade na Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura (Abril de 2009), mas que não teve qualquer efeito prático.
A CPLP, ao engendrar o torpe segundo protocolo modificativo do AO, violou sem escrúpulos o direito internacional e traiu a língua portuguesa. Não serve. Mostrou total inconsciência, incompetência, incapacidade e oportunismo na matéria.
Agora, é evidente que, de três, uma: ou o Brasil vai propor uma revisão do AO, ou tratará de a empreender pro domo sua sem ouvir os outros países de língua portuguesa, ou fará como em 1945, deixando-o tornar-se letra morta por inércia pura e simples.
No primeiro caso, mostra-se a razão que tínhamos ao insistir na suspensão do AO, a tempo, para revisão e correcção. A iniciativa deveria ter sido portuguesa e muitos problemas teriam sido evitados.
No segundo caso, mostra-se além disso que continuamos a ser considerados um país pronto a agachar-se à mercê das conveniências alheias. Com a desculpa, a raiar um imperialismo enjoativo, da "unidade" da língua, em Portugal haverá sempre umas baratas tontas disponíveis para se sujeitarem ao que quer que o Brasil venha a resolver quanto à sua própria ortografia. Foi o que se passou em 1986 e 1990.
No terceiro caso, mostra-se ainda que ficaremos reduzidos a uma insignificância internacional que foi criada por nós mesmos.
O Acordo Ortográfico não ficará incólume e as suas regras serão revistas e modificadas. Ninguém esconde no Brasil esta necessidade de revisão e correcção, tão cultural, social e politicamente sentida que está na base do adiamento decretado.
Se as regras vão ser modificadas, e quanto a este ponto não pode subsistir qualquer espécie de dúvida, será um absurdo absoluto que se mantenha a veleidade de as aplicar em Portugal na sua forma presente.
Não se pode querer contestar oficial ou, sequer, oficiosamente a existência de três grafias, nada menos de três, como resultado grotesco de uma tentativa sem pés nem cabeça de uniformização delas em todos os países que falam português: a brasileira, a angolana e moçambicana e a irresponsável que é a portuguesa.
Torna-se imperativo o reconhecimento oficial de que a única ortografia que está em vigor em Portugal é a que já vigorava antes das desastrosas pantominas que foram empreendidas pelo Governo Sócrates.
- a) reconhecer-se que o AO nunca entrou em vigor por falta de ratificação de todos os estados signatários; pressuposto essencial da sua aplicação que é o vocabulário ortográfico comum que nem sequer foi iniciado;
- c) suspender-se tudo o que se dispôs em Portugal quanto à aplicação do AO, nomeadamente no plano das escolas, dos livros escolares e dos serviços do Estado;
- d) tomar-se a iniciativa de negociações internacionais com vista a uma revisão e correcção do AO por especialistas dignos desse nome.
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Publicado por Alex à(s) sexta-feira, janeiro 04, 2013 0 comentários
2012 ACABOU-SE. UFF... ESTE JÁ FOI
Publicado por Alex à(s) quarta-feira, janeiro 02, 2013 0 comentários
FELIZ ANO NOVO
O QUE ESTÁ FEITO NÃO NOS RESTA FAZER.
O QUE NOS FALTA AINDA PERCORRER
QUE SEJA COM VONTADE, ALEGRIA E CARÁCTER.
UM ANO CHEIO EM QUE OS BONS MOMENTOS ADOCEM OS MENOS BONS
VAMO-NOS A 2013 DE PEITO ABERTO.
Publicado por Alex à(s) segunda-feira, dezembro 31, 2012 0 comentários
VAMOS AGREDIR CRIANCINHAS?
O bebé esteve 113 dias de convalescença. Sim, 3 meses e meio!
Este gajo é padrasto do menino e tinha ficado a a tomar conta dele para a mãe ir trabalhar
Para o tribunal, ficaram provados todos os factos constantes na acusação do Ministério Público em relação ao menor, mas o colectivo de juízes absolveu o arguido do crime de violência doméstica sobre a companheira, do qual também estava acusado.
Explicou o presidente do colectivo de juízes da 8ª Vara Criminal de Lisboa:
«O que o senhor fez foi de uma enorme crueldade e de uma malvadez inqualificável. Além disso, mostrou indiferença perante os factos cometidos e não revelou arrependimento pelos mesmos. A tese de que a criança caiu e bateu com a cabeça na banheira, quando lhe estava a dar banho, não convenceu»No decorrer deste julgamento, o arguido viria a ser condenado, noutro processo, a uma pena suspensa de três anos por roubo qualificado.
E o que é que aconteceu a este canalha, que se encontrava em prisão preventiva ao abrigo deste processo ?
O tribunal condenou-o hoje a uma pena suspensa, de três anos e nove meses e, e, após a leitura do acórdão, foi libertado
O juiz acrescentou que a pena aplicada não foi unânime entre o colectivo, pois um dos três juízes - que votou vencido - defendia uma pena de prisão efectiva.
A moldura penal do crime de violência doméstica perpetrado sobre menores é de dois a cinco anos de prisão.
O tribunal teve em consideração o depoimento da mãe da criança e não valorizou os testemunhos do avô, assim como de alguns vizinhos.
MAS O QUE É ISTO? É preciso matar a criança para ser preso?
É preciso a mãe, ou outra pessoa, tomar a justiça em suas mãos para que esta seja feita?
«O que o senhor fez foi uma crueldade e de uma malvadez»??? Como se fosse deixar o bebé sem comer um dia inteiro?
Não! O que o senhor fez foi um CRIME horrendo, cujas consequências foram as que se sabem as as que, provavelmente estarão por vir.
"O Ministério Público vai interpor recurso para o Tribunal da Relação de Lisboa relativamente à suspensão da execução da pena de prisão aplicada ao arguido, uma vez que entende que lhe deve ser aplicada uma pena de prisão efectiva", explicou a Procuradoria-Geral da República, numa resposta escrita enviada hoje à agência Lusa.
Estamos entregues aos vermes que se alimentam de cadáveres, pois que os bichos que vivem à superfície não merecem tal fama
Pergunto-me, os dois senhores juízes que votaram a pena suspensa terão filhos?
E se alguém fizesse a esse filhos metade do que foi feito a este bebé, como reagiriam?
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Publicado por Alex à(s) sexta-feira, dezembro 21, 2012 0 comentários
O TELÉLÉ, O GALO E EU
O meu telemóvel passou-se, deixou de marcar o que eu queria e passou a marcar o que bem lhe apetecia. Eu marco 6 e ele dá-me um 5; eu marco "contactos" e ele dá-me o relógio.
Isso foi o ecrã que desconfigurou, explicaram-me.
Pode ser, mas os botões que eu carrego é bom que tenham um comportamento em conformidade e previsível, seja o TM ou a torradeira. Pronto acabou-se, sai da minha vida, fui comprar outro.
Lá trouxe o fiel objecto para casa, na sexta-feira passada.
No sábado tive mais o que fazer e no domingo lá tratei de pôr o bicho a funcionar para estar operacional na segunda-feira. (Um homem nunca seria capaz deste interregno)
Tenho um irreverente desrespeito por manuais de instruções, só os abro quando a coisa está mesmo muito complicada e já tentei que me fartei gastando mais tempo do que a minha paciência abarca. Ora bem, para ligar um TM não é preciso fazer um curso na NASA.
Liguei o bicho, acertei data e hora, explorei um bocadinho, meti-o na mala e fui à minha vida. Ok.
Entretanto, como o meu filho entrou de férias, desliguei tudo o que pudesse ter uma função de "Despertar" - do telemóvel à televisão. Um sossego.
Pois. Mas hoje eu precisava de me levantar cedo. Lá peguei no TM e marquei o despertar para a hora que queria. Como sou muito avessa a acordar cedo e já me tinha desprogramado até depois do Ano Novo, escolhi um toque de alarme um tanto agreste para ACORDAR mesmo - imagine-se: um galo a cócórócóquejar! E adeus, boa noite, até amanhã.
Hoje cedo o galaró lá cócórócóquejou irritantemente à hora certa. Grunnfffff.
Parei-o e esperei que voltasse a irritar-me 5 minutos depois. Certo. E só mais 5 minutos... (É um clássico). À terceira levantei-me a rosnar e dispus-me a parar o alarme de vez. Ah pois, mas como? Toquei em tudo o que é botão, tecla, ecrã... Qual quê, passados 5 minutos lá vinha o galaró. À beira da fúria, procurei o manual de instruções ( que coisa ridícula, socorrermo-nos de um manual para desligar um despertador, se isto consta a minha reputação nunca mais será a mesma).
Não havia manual. NÃO TENHO MANUAL!.
Só um papelucho com instruções de iniciação (ó sorte, para quê?) e o endereço Internet para fazer o download do manual de instruções. Bolas, já estou atrasada... A fúria tomou conta de mim. Arranquei-lhe a bateria. Atão, calaste-ti ou não calaste-ti?
Mas por que raio fui eu comprar um bicho de tecnologia XPTO-Android-#G-e-mais-o-raio-que-o-parta?
Eu só queria um coiso que fizesse e recebesse chamadas e mensagens, com um despertador e uma máquina fotográfica razoável. Ah, e um Bluecoiso para o ligar no carro.
Ainda na semana passada dei praticamente 200 euros por um micro-motor para abrir a janela do carro porque o original morreu. Que raio, quando é que inventam uma manivela de andar à roda para subir e descer os vidros?
E um relógio que não precise de pilha? Podiam inventar uma coisa parecida com os brinquedos de corda, estão a ver a ideia?
Vão por mim, nunca, mas nunca, liguem um despertador sem terem a certeza absoluta de que sabem como desliga-lo.
Publicado por Alex. à(s) quarta-feira, dezembro 19, 2012 1 comentários
TARDIO MAS A TEMPO
Não conheço a Isabel Jonet, conheço um pouco dos resultados do trabalho da Instituição que dirige.
Revoltou-me que, por um deslize absolutamente humano dos que podem tocar a qualquer um, tenha caído em cima da senhora o Carmo e a Trindade por via de um punhado de iluminados inconsequentes, ou desumanos, profusamente difundidos pelo "aqui d'El Rei" da comunicação social.
A ressaca não se fez esperar: comecei a ouvir pelas esquinas o opinativo:
«Ai este ano não dou, afinal andam a roubar com'ó-z'outros»;
Gente bem informada que baseou a sua racionalíssima decisão num título de jornal ou numa notícia em primeira mão ouvida ao balcão do café.
Revolta-me que os que nada fazem não se contenham, muito pelo contrário, em deitar abaixo aqueles que, com muito esforço, conseguem dar - DAR - a sua melhor ajuda, por pequena que pareça. NÃO - SE - FAZ!
VPV falou e disse, e muito bem.
Quanto aos outros, de esquerda, de direita ou às riscas, o raio que os parta.
Publicado por Alex. à(s) segunda-feira, dezembro 17, 2012 1 comentários






























