«José Sócrates lembrou hoje Hugo Chávez como um "presidente
carismático no seu país" e que "deixou sempre as provas mais evidentes
de grande amizade por Portugal". O ex-primeiro ministro português refere, numa declaração escrita,
enviada à agência "Lusa", que o líder venezuelano teve uma "vida plena,
enérgica e generosa". "Uma vida de vontade, consagrada à acção e ao que
esta tem de início, de surpreendente, de inatendido. Uma vida com os
outros, ao lado dos outros, com a ambição da justiça própria de quem
sempre teve uma visão optimista da natureza humana", afirmou o
socialista.» Económico com Lusa- 06/03/13 ____________________________
«O ex-ministro socialista Mário Lino confessou-se hoje "muito pesaroso" com a morte do Presidente venezuelano, "uma pessoa de outra natureza, com um carisma muito grande, bastante inteligente e com uma visão muito própria do mundo". »
____________________________
«O antigo ministro da Economia, Manuel Pinho, não poderia tecer considerações mais elogiosas ao Presidente venezuelano, Hugo Chávez, cujo estado de saúde é muito débil. O ex-governante lembra, aliás, num artigo de opinião que assina esta terça-feira no Diário de Notícias, que as “melhores férias da sua vida” foram feitas, justamente, a convite de Chávez.
Entre rasgados elogios ao carácter do líder venezuelano, que "tem um
feito extrovertido que é impossível não gostar" e que “teve a coragem de
romper com o status quo”, lembra o “empenho de Hugo Chávez em
desenvolver os laços entre a Venezuela e Portugal”, o ex-ministro da
Economia termina o texto exprimindo o seu “agradecimento por tudo o que
[Chávez] fez pelo meu País”.»
Sócrates já devia ter assumido as suas culpas nesta crise»
05 Março 2013, Jornal de Negócios |
«O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de José Sócrates assume
divergências ideológicas e de política económica com o antigo
primeiro-ministro e afirma que este "não quis ficar para a História como
o primeiro-ministro da austeridade”.»
«assume
divergências ideológicas»??????? O homem passou-se... teve uma epifânia?
Em 2013 vir a público "assumir" que tinha, ou tem, ou teve - vá-se lá saber - divergências ideológicas do Zé Sócrates... Não te rales tio, a malta já sabe que és um tipo elástico, que as
«divergências ideológicas» não te impedem de ir a todas desde que te deixem entrar, o teu passado precede-te. festa é contigo. É preciso ter lata tio Diogo
E, ao que parece, Diogo compreende o Zé: "não quis ficar para a História como
o primeiro-ministro da austeridade”. Pois, entende-se, é chato e impopular, o Pedro que trate disso
(.../... )
«Freitas do Amaral defende que o antigo primeiro-ministro já devia ter
assumido as suas culpas nesta crise mas acrescenta que isso “não está no
feitio dele”.»
“Não está no
feitio dele”?!?!?!?! Aah, são feitios... Pois, compreende-se, já dizia o outro na "Canção de Lisboa", são feitios... Mas o que é isto? Este tipo enxerga-se? Isto é coisa que um tipo suspostamente responsável diga?
«O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de José Sócrates afirma
ainda assim que prefere não falar sobre Sócrates e não revela se já fez
as pazes com o antigo primeiro-ministro. “É uma pessoa com quem me dei
muito bem, enquanto estive no Governo. Depois de sair tivemos muito boas
relações durante dois a três anos, Até que, a certa altura, tivemos
divergências” (…) “ideológicas” e “política monetária”»
Pois, tio Diogo, mais vale não falar do Zé Sócrates... O mundo dá muitas voltas e sabe-se lá o dia de amanhã... Quando se diz "não" fecha-se uma porta e isso não é grande esperteza... Assim como assim "sempre se deram muito bem e tiveram muito boas relações"; lá por terem "divergências ideológicas" não quer dizer que não sejam amiguinhos, pois claro. O melhor é nunca dizer mal de ninguém... Nem bem, nesta altura não dá jeito nenhum.
O que lhe vale, ao tio Diogo, é que não tem cara para levar um estalo, só se perdiam os que caíssem no chão. Blaahhh, que nojo!
O meu amigo José Magalhães, cidadão do norte e bloguer de já longa data,proprietário do blog Atributos e colaborador cíclico do Aventar, já tem passado aqui pelo Real Gana diversas vezes, quando lhe peço licença para aqui publicar textos da sua autoria.
Hoje publico dois, sobre o mesmo tema
As frases a negrito são enfases meus, onde encontro a minha opinião reflectida palavra a palavra.
Por mim, sobre o tema só tenho uma pergunta a deixar aos militantes “que se
lixe a troika”, pergunta honesta porque eu não fui lá nem vi: Por acaso estava por lá o Zé Sócrates ou alguém do seu séquito?
«Não fui, nem nunca iria a uma
manifestação como esta que se verificou ontem, apesar de saber que
poucas coisas, nos dias de hoje, andam razoavelmente bem no nosso País.
Não encontro nos organizadores e apoiantes, no slogan simplista “que se
lixe a troika”, e no entoar da “Grândola” em tudo quanto é canto e
esquina ou acontecimento político em que intervenham ministros, qualquer
vislumbre de pensamento positivo ou de propostas alternativas que sejam
viáveis.
No entanto, este 2 de Março foi um marco, um aviso sério, um grito lancinante, feitos do desespero de alguns (muitos) e do oportunismo de muitos (demasiados).
Neste 2 de Março as gentes vieram para a rua não só para gritar
contra a troica, não só para gritar contra Gaspar ou Álvaro, mas
especialmente para avisar seriamente Passos Coelho do desespero que as
consome.
Neste 2 de Março, o governo, melhor dito, o nosso Primeiro Ministro,
tem de perceber que o povo está descontente, que não foi neste Gaspar
duro e aparentemente insensível que o povo votou e que o desespero pode
provocar um ainda maior descalabro social. Passos Coelho tem de tirar ilações disto que se passou e actuar em
conformidade. Foi para isso que o voto lhe foi dado pela maioria do
Portugueses. Se o não fizer, corre sérios riscos de não se aguentar
muito mais tempo na governação.
Mas neste 2 de Março também há um enorme aproveitamento político da parte de alguns. Ou senão, vejamos os números.
Independentemente da real grandeza da manifestação, que foi realmente
grande, os promotores conseguiram colocar um milhão de pessoas onde não
cabem mais de duzentos mil e quatrocentos mil onde nem oitenta mil
cabem, só para mostrar aos inocentes a força que a manifestação teve.
Esperava-se seriedade de quem quer tudo direitinho, não estas
mentiras. São afinal iguais aos que mentem descaradamente e nos entram
diariamente pela porta/televisão/rádio dentro, seja a falar de greves,
de sacrifícios próprios ou alheios, ou seja pelo que for.»
«Há para aí grupelhos de gentinha que se intitulam donos da verdade.
Dessa forma entendem que tudo o que
façam ou possam fazer está dentro dos seus direitos, e que tudo o que os
outros fizerem ou disserem, desde que em dissonância com a sua (deles)
ideia, está do lado de fora desses mesmos direitos.
Na democracia deles, só fala quem eles quiserem.
Vem isto a propósito das recentesmanifestações do grupo "que se lixe a troika" (para além da manifestação em si que impediu "democraticamente" alguém de exercer o seu direito a ser ouvido, o que mais me incomodou foi o veras caras de ódio e ouvir os gritos, facilmente audíveis nas primeiras gravações apresentadas a público, de "assassino" e "ladrão") que impediram ministros da República de falarem e das intenções confirmadas e ditas em público, de perseguirem membros do governo, impedindo-os de falarem ou ... seja do que for, até à manifestação programada para 2 de Março.
Esquecem estas gentinhas que a
legitimidade das pessoas advém do voto popular e das maiorias aí
conseguidas, e não de manifestações mais ou menos fortes ou com mais ou
menos gente, que esses grupinhos organizam.
A razão que muitas vezes temos pode perder-se ao enveredarmos por acções que o colectivoabomine, para além de se poder duvidar da real representatividade destes grupos em relação ao povo Português.
E o governo mal irá se se deixar dominar por estas pressões. Mas também é verdade que não as pode ignorar sob o risco de soçobrar.»
Esta malta tem um problema com os números...
Há tempos diziam que tinham estado 100 mil do Terreiro do Paço; tornou-se evidente que foram um cadechinho excessivos, bastava ver as fotos...
Agora dizem que estiveram lá 4 em Setembro...
Que diabo, nem tanto ao mar nem tanto à terra... eram bastante mais do que 4... Não sejam tão modestos.
Foi em meados de Janeiro e esta passou-me ao lado
Recebi um e-mail, em boa hora me foi enviado, que me trouxe uma notícia importante para aqueles que não desejam ver a Língua Portuguesa travestida de montruosidade:
a Sociedade Portuguesa de Autores rejeitou pública e oficialmente essa coisa do suposto "Acordo Ortografico". Refere no seu comunicado que não o utilizará «nos seus documentos e na comunicação escrita com o exterior»; tenho esperança que, na sequência desta atitude, haja também a necessaria pressão sobre os editores para que as publicações de livros de autores portugueses seja feita em português e não nessa língua aberrante que nos têm vindo a impor.
Uma boa decisão, espero que com resultados práticos além dos domínios exclusivos da S.P.A.
___________________________
Também o Pen Club Internacional , em Setembro de 2012, tendo reunidas delegações de 87 Centros de todo o mundo por ocasião do seu 78º Congresso condenou, por unanimidade, a ameaça à língua portuguesa representada pelo
Acordo Ortográfico de 1990 (AO/90). .A incredulidade
manifestada pela maioria dos escritores presentes, que se interrogavam como se
teria chegado a tal situação. O documento e sua justificação encontra-se aqui publicado mais abaixo e no link Pen Club Portugues
SPA não adopta o novo acordo ortográfico perante
as posições do Brasil e de Angola sobre a matéria
«A SPA continuará a utilizar a norma ortográfica
antiga nos seus documentos e na comunicação escrita com o exterior, uma
vez que o Conselho de Administração considera que este assunto não foi
convenientemente resolvido e se encontra longe de estar esclarecido,
sobretudo depois de o Brasil ter adiado para 2016 uma decisão final
sobre o Acordo Ortográfico e de Angola ter assumido publicamente uma
posição contra a entrada em vigor do Acordo.
Assim, considera a SPA que não faz sentido dar como consensualizada a
nova norma ortográfica quando o maior país do espaço lusófono (Brasil) e
também Angola tomaram posições em diferente sentido. Perante esta
evidência, a SPA continuará a utilizar a norma ortográfica anterior ao
texto do Acordo, reafirmando a sua reprovação pela forma como este
assunto de indiscutível importância cultural e política foi tratado pelo
Estado Português, designadamente no período em que o Dr. Luís Amado foi
ministro dos Negócios Estrangeiros e que se caracterizou por uma
ausência total de contactos com as entidades que deveriam ter sido
previamente ouvidas sobre esta matéria, sendo a SPA uma delas. Refira-se
que também a Assembleia da República foi subalternizada no processo de
debate deste assunto.
O facto de não terem sido levadas em consideração opiniões e
contributos que poderiam ter aberto caminho para outro tipo de consenso,
prejudicou seriamente todo este processo e deixa Portugal numa posição
particularmente embaraçosa, sobretudo se confrontado com as recentes
posições do Brasil e de Angola.»
Lisboa, 9 de Janeiro de 2013
S.P.A.
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PEN
Internacional – Comité de Tradução e Direitos Linguísticos
Declaração sobre
a proposta de estandardização internacional da língua portuguesa
O Comité de
Tradução e Direitos Linguísticos (CTDL) do PEN Internacional foi solicitado a
comentar o Acordo entre os Estados de língua portuguesa empenhados num programa
de estandardização ortográfica (Acordo Ortográfico de 1990/AO 1990).Esse
pedido para examinar as alterações propostas foi iniciado pelo Centro português
do PEN, cujos membros se opõem maioritariamente à estandardização internacional
proposta. O encontro do CTDL em Barcelona (4-6 de Junho de 2012) expressou uma
grande simpatia pela posição do PEN português e pediu que o Acordo
internacional fosse examinado. Deve ser dito que muitos outros escritores,
figuras públicas e linguistas questionam igualmente se as tentativas de
aproximação de um Português estandardizado e universal serão uma boa ideia.
A história de
tais tentativas no mundo lusófono apenas demonstrou quão difícil é tal questão.
Em anexo com tentativas anteriores é adicionado no final do texto. Mais do que
uma vez essas tentativas fracassaram.
Em comparação
com a história recente de outras línguas internacionais, pode ver-se também que
a ideia de estandardização além-fronteiras tem sido rejeitada mais vezes do que
aceite.
Aparentemente,
as duas forças condutoras por detrás do plano de estandardização do Português
são de natureza administrativa e comercial. Se assim é, trata-se de fracos
pontos de partida que podem prejudicar seriamente a língua portuguesa. Uma
língua não é, primariamente, um instrumento administrativo ou comercial. Estes
aspectos equivalem a actividades superficiais e utilitárias que requerem o que
poderia chamar-se dialectos simplificados, tangenciais à língua viva. Uma
língua viva favorece a criatividade, a imaginação, a iniciativa científica; ela
adapta-se ao mundo real no qual vivem pessoas com as suas múltiplas diferenças
e particularidades.
Tentar centrar
uma língua em prioridades administrativas e/ou comerciais é enfraquecê-la ao
atacar a sua complexidade e criatividade inata a fim de promover métodos
burocráticos de natureza pública e privada.
No que diz
respeito aos precedentes históricos, não é claro que essa iniciativa seja o
resultado de uma reflexão clara sobre experiências ocorridas noutros lugares.
Por exemplo, é amplamente aceite o facto de a tentativa centralizante, ao longo
de vários séculos, para criar e manter um Francês universal, como foi levada a
cabo em Paris, teve o efeito de alienar, a longo prazo, as populações em
relação a essa língua sempre que era oferecida uma alternativa através de
outras línguas mais abertas à criatividade local. Um resultado negativo prático
foi um efeito de refrear a criação natural de vocabulário, seguido de uma
retracção do vocabulário. A força motriz da língua francesa hoje em dia, com
origem em todas as suas bases pelo mundo fora, é de tender para uma inclusão
das diferenças na língua. O resultado é a possibilidade crescente de uma
atmosfera nova e muito positiva em torno do Francês, por exemplo em África.
No que toca ao
Inglês, houve tentativas equivalentes para uma aproximação universal no tempo
do Império Britânico. Contudo, a força das regiões anglófonas (situação similar
à do Português) levou a que tais regras tivessem sido quebradas tanto
internacional como naturalmente. A força do Inglês actual é amplamente
atribuída à sua abertura face às diferenças – a diferentes gramáticas,
ortografias, palavras e, na realidade, significados. Uma das características
mais positivas de qualquer língua internacional é o facto de palavras,
ortografias, gramática, frases e sotaques assumem significados assaz diferentes
como resultado de experiências locais ou regionais. Estas diferenças fazem
frequentemente o seu caminho para além das fronteiras e são absorvidas por
outras regiões anglófonas. É a natureza competitiva, independente e divergente
das regiões inglesas que se tornou na marca distintiva da sua força – a sua
criatividade quer na ciência, na literatura, no negócio ou, de facto, nas
ideias. Existem tentativas constantes de ‘normalizar’ ou ‘centralizar’, tais
como a norma estilística de Chicago. Contudo, tais tentativas, mais do que qualquer
outra coisa, vão ao encontro das forças reais das línguas.
Exactamente o
mesmo argumento poderia ser apontado para explicar a força crescente do
espanhol como língua internacional. São precisamente as diferenças locais,
nacionais e hemisféricas dentro da língua espanhola que lhe conferem uma força
crescente. As diferenças nutrem-se mutuamente. A criação do Dicionário da Real
Academia Espanhola, em cooperação com as Academias de língua espanhola em todo
o mundo, tinha como objectivo incluir todas essas diferenças. Neste sentido, a
tendência para uma celebração das diferenças dentro da língua espanhola foram
paralelas à mesma abordagem, adoptada pelos maiores dicionários da língua
inglesa.
Tanto quanto
podemos ver, não há nada na iniciativa portuguesa que faça mais do que limitar
a força natural da língua, tentando limitar a sua criatividade através de um colete-de-forças
de regras burocráticas. Por exemplo, ao propor essa estandardização como
requisito para os manuais escolares, as autoridades estarão efectivamente a
limitar a criatividade de escritores em muitas partes do mundo lusófono. Tão
pouco existe qualquer indicação de que tal estandardização conduza a um aumento
no comércio dos livros entre as várias partes do mundo lusófono.
Finalmente,
deveria ser sublinhado o facto de terem sido feitas numerosas excepções à
proposta de estandardização, criando assim um conjunto de contradições
linguísticas burocráticas que interferem com a configuração das diferenças que
é real, original e criativa.
Estamos desapontados
pelo facto de as autoridades que, qualquer que seja o seu poder, não possuem
real competência em relação ao modo como as línguas vivem e crescem, tentarem
limitar a força do Português ao imporem regras artificiais destinadas a minar a
força de todas as línguas – ou seja, a sua capacidade de se reinventarem
constantemente. Para isto, uma simples aceitação de uma diversidade de
abordagens, habitualmente emergindo de diferentes regiões, é essencial.
Duvidamos muitíssimo que essa proposta de estandardização produza outros
efeitos para além de burocratizar os textos usados nas escolas, separando assim
os alunos da real criatividade da língua portuguesa, nos planos regional e
internacional.
Notas para os
editores:
O PEN
Internacional celebra a literatura e promove a liberdade de expressão. Fundado
em 1921, a nossa comunidade global de escritores compreende hoje 144 Centros em
mais de 100 países. Os nossos programas, campanhas, iniciativas e publicações
ligam entre si escritores e leitores em prol de uma solidariedade e cooperação
globais. O PEN Internacional é uma organização não-política e detém um estatuto
consultivo nas Nações Unidas e na Unesco.
Para mais
informações e para solicitar entrevistas contactar p.f. a nossa secção de
imprensa:
Tenho um cão Bouvier Bernois com 3 anos;
De todos os cães que tive, todos eram mansos e nenhum me deu problemas devido a agressividade, o Bernois é sem dúvida o mais pachola, o mais dócil, chega a enjoar.
Estes cães são assim, gostam de pessoas, de outros animais, de brincar, de explorar, de conviver como mais um membro da família. São uns grandalhões de coração de mel; os suissos, seus conterrâneos originais, chamam-lhes "os potes de cola" devido à forma insistentemente apegada como eles se relacionam.
Já dos seres humanos não se pode dizer a mesma coisa... Muitos são predadores agressivos, assassinos, sem compaixão ou consciência das consequências dos seus actos.
Outros não...
Acabei de ler uma notícia que me deixou a perguntar "porquê?". Não consigo entender. Da mesma forma que me ultrapassa o que pode estar subjacente a crimes, estes ficcionais mas poderiam não ser, tão tortuosos quanto os que encontramos em séries inteligentes como a "Mentes Criminosas".
Steiner com 2 anos
Um homem, com 72 anos, abateu a tiro dois Bouvier Bernois, um cão com com 2 anos e uma cadela com 1 ano, propriedade da familia sua vizinha, sem qualquer justificação.
Os cães não o atacaram, nem a ninguém, nem sequer nenhum dos seus animais, apenas tinham entrado na sua propriedade minutos antes porque um ramo de árvore caiu sobre a cerca que delimitava a propriedade derrubando-a. Não destruíram fosse o que fosse nem evidenciaram qualquer sinal de perigo.
Não consigo entender. Não seria mais natural que chamasse os donos e recambiasse os cahorros para casa? Ou até que os levasse? Pois, mas não. Nem sequer sequer tentou afastar os cães gritando ou de qualquer outra forma, conforme ele próprio admitiu à polícia.
Tinha a arma à mão, teve a oportunidade de matar e matou, assim, sem mais.
Teve vontade de matar e matou.
Provavelmente pensou que sairia impune...
A isto chama-se um assassino, independentemente de quem seja o alvo, a "marca" está lá.
Se me restassem dúvidas seriam resolvidas após ler que este bandalho deixou uma mensagem no telefone de um vizinho vangloriando-se de ter morto os cães.
Por todas as razões e mais uma, ainda bem que os cães não eram meus... Que vida complicada este gajo iria ter durante anos...
E agora a questão fundamental; não a mais triste nem a mais revoltante mas aquela que é fundamental ter em mente: à luz da lei o que acontece a um tarado destes?
Isto passou-se nos E:U.A., em Chester County, Pennsylvania. Segundo Tom Hickey Sr., membro do grupo de aconselhamento do Governador para as leis relativas aos cães , as acusações que pesam sobre Pilotti demonstram que as leis vigentes no Estado são fortes ainda que possam ter imperfeições:
Os donos dos cães assassinados irão reunir-se com o senador Andy Dinniman (D., Chester) a fim de que as acusações resultem numa nova lei que proteja os cães vitimas de casos semelhantes.
E se fosse em Portugal? Que leis temos nós que protejam os nossos animais, os mais inocentes e dóceis, de um qualquer tarado que se resolva a mata-los, tortura-los, maltrata-los, abandona-los, aprisiona-los em espaços diminutos durante tempo sem fim?
Há bem pouco tempo segui o caso de dois cães que estavam abandonados no jardim de uma vivenda do bairro de Alvalade onde o dono deixara de residir. Durante meses e meses a fio estes animais, deixados sós ao frio e ao calor subsistiram graças à compaixão de um Senhor, de meios económicos muito limitados mas com um coração do tamanho do mundo, que lhes levava alimento e água diariamente.
Foi contactada a Sociedade Protectora dos Animais, a União Zoófila, foi lá a polícia... Nada a fazer porque «os animais não apresentavam sofrimento aparente nem pareciam representar risco social e estavam em propriedade privada».
O que é isto?
Há anos um vizinho de um amigo meu deu carne com vidro moído a um cão porque este tinha entrado no seu jardim e destruído um canteiro de flores. O pobre bicho foi morrer à porta do dono desfeito em sangue.
Não aconteceu nada ao assassino, o criminoso foi o cão que destruiu bens alheios e o dono foi condenado a pagar o canteiro...
Obviamente que nunca mais nasceram flores naquele jardinzeco que aparecia coberto de sal e lixívia...
Mas lei que condene uma mente criminosa? Aah, isso é muito complicado...
Fergus, 2 anos e Fiona , 1 ano Gabriel Pilotti, 72
«Chester County District Attorney Tom Hogan said Friday that Gabriel
Pilotti, 72, was charged with cruelty to animals and recklessly
endangering another person.»
"We're happy that justice was served," said Mary Bock, a member of
the family that owned the dogs. "I'm still focused on making sure this
never happens again. This is less about torturing Mr. Pilotti for what
he did then about making changes for the future."
Initially, Pilotti told police he got his shotgun and buck shot
shells from his garage at about 11:20 a.m. on Feb. 12, after looking out
his kitchen window and seeing the Bernese mountain dogs in his pasture
chasing his sheep.
The dogs, 2-year-old Fergus and 1-year-old Fiona, were the pets of
Mary and William Bock and their five children. Mary Bock said Thursday
that the dogs normally stayed in their enclosed backyard, but a tree
limb had fallen and collapsed part of the fence allowing the dogs to get
out. They ran through yards along the street behind the Bocks until
they reached Pilotti's property. They probably had not been out of their
own yard for more than 15 minutes when the incident occurred, she said.
If the dogs had been pursuing the sheep, Pilotti's actions would have
permitted under Pennsylvania's dog law, the district attorney's office
said. . But West Vincent Township Police said Pilotti admitted the older dog
was not close to any sheep, but trotting slowly toward him when he fired
his shotgun, hitting the dog in its head. Directly behind the dog and in the line of fire was a house with residents home - facts that spurred the endangerment charge. After shooting the first dog, the police complaint says, Pilotti
reloaded his shotgun and took aim at second dog, which was emerging
from another part of the pasture. He shot the dog as she was running away from him and the sheep," the
complaint says. "The dog fell, got up and ran for a distance and then
fell over and died. The defendant advised that there were no sheep near
the female dog as it tried to run away." None of the sheep were harmed by the dogs, police said, and Pilotti
acknowledged that he did not attempt to yell at them or chase them away
before shooting.
"There was no justification for the killing of these two dogs," said
Hogan. "The defendant has been charged and will be dealt with
appropriately. Our sympathies go out to the family and children who lost
their beloved pets."
Pilotti has not made a public statement since the incident and on
Friday, a recording at his home phone number said it was out-of-service.
Since publicity over the shootings, including the release of a
telephone message Pilotti left for a neighbor in which he sounded as
though he were gloating about killing the dogs, people have posted
messages on a Facebook page established for the dogs, that encourages
people to harass Pilotti. One woman went to his house and shouted, "dog
killer, dog killer," according to next-door neighbor, Dr. Robert A.
Boden.
Mary Bock said she and her husband still would be meeting with State
Sen. Andy Dinniman (D., Chester) to see if their were changes that could
be made to the law to make it less of a shield for shootings lie the
one that took their dogs.
Chester County resident Tom Hickey Sr., a member of the governor's
dog-law advisory group, said the charges show that the state's dog laws
are solid, if imperfect. "In Pennsylvania, we had the laws in place to
protect these animals," Hickey said. "What this guy did was horrific and
illegal.
"Finally the laws caught up with him."
« O povo é quem mais ordena » sim, está bem, assim seja.
E que seja sempre, mesmo quando o que o povo ordenou desagrada àqueles que berram e gritam povo é quem mais ordena como se eles, ali, naquele momento, fossem O Povo ou tivessem mandato para o representar.
« O povo é quem mais ordena » em democracia, em cidadania, com urbanidade, tolerância e respeito. Respeito.
Que vão à Assembleia e cantem a "Grândola"; marcada uma posição que saiam, como manda a lei a quem perturbar, interromper ou impedir os trabalhos parlamentares. E pronto.
Andar por aí aos berros, cantando a "Grândola", o hino da Mocidade Portuguesa, um êxito do José Cid ou um faduncho-chanson do Carlos do Carmo, não ajuda, não respeita, não marca coisa alguma - é uma destabilização prepotente na tentativa de criar um "facto político" que não representa nada. Nem isso nem andar a mostrar o rabo. Não é que me choque, estou-me nas tintas, mas vem-me à ideia uma frase que uma vez ouvi a um amigo durante um almoço:
«Quando alguém puxa dos galões para mostrar a razão, não mostra a razão, mostra os galões». Pois é, cada um mostra o que tem...
José Manuel Fernandes, uma vez mais, disse, a respeito destes cantadeiros silenciadores, que se lembrou de Voltaire na sua frase: "Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas
defenderei até a morte o direito de você dizê-las.". Pois. Dissetambém que ainda não se esqueceu do "Caso República".... Achei graça, eu não me lembrei de Voltaire mas lembrei-me do "Caso República" - o jornal afecto ao PS e dirigido por Raul Rego, que foi fechado em Maio de 1975 após reuniões da "comissão de trabalhadores" que disseram discordar da linha editorial do jornal. É verdade, o jornal foi fechado à força perante os protestos da massa popular que se manifestava na rua, impedida de chegar às portas por chaimites atravessados cortando a rua. É verdade,isto passou-se quando Portugal tinha por primeiro-ministro Vasco Gonçalves, presidindo a um governo provisório e não eleito. Não eleito na altura, nem antes, nem depois.
______________________
José Manuel Fernandes, 20 Fev. Facebook:
Hoje lembrei-me de Voltaire. Do que ele disse:
"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas
defenderei até a morte o direito de você dizê-las." Porque encontrei,
nos jornais e aqui pelo Facebook ou pelo Twitter, demasiada gente a
criticar o Relvas (indivíduo que defendo há mais de um ano que deve
demitir-se e que acho implicar um ónus moral para o Governo) e a
esquecer-se de que aquilo que fez aquele
grupo de radicais é intolerável numa democracia. Uma coisa é um
protesto, outra é impedir alguém de falar. Isso é autoritarismo
populista, e só lamento ter visto demasiados jornalistas - que deviam
defender antes do mais a liberdade de expressão - a reportarem o caso de
forma simpática. Eu ainda me lembro de como este tipo de "mobilização
de massas" em "nome do povo" acabou com o velho República e expulsou a
sua redacção...
E o artigo do Expresso que tanto irritou os comunistas, que publicaram esbracejos e insultos?
É muito difícil para os comunistas respeitarem aqueles que deles divergem, particularmente quando são eles o objecto da divergência
«O fascismo do "Grândola Vila Morena" »
Henrique Raposo
«Sophia de Mello Breyner cunhou uma expressão engraçada para classificar as tácticas inquisitoriais dos companheiros de estrada do PCP: o "fascismo do anti-fascismo". Esta intolerância de esquerda foi criada antes do 25 de Abril e, como é óbvio, conheceu o seu esplendor no PREC. Mas, volta e meia, a agressividade dos virtuosos reemerge. Nos últimos dias, por exemplo, têm caído alguns pinguinhos: meninos e meninas têm usado "Grândola Vila Morena" como forma de calar outras pessoas. Uma música criada para promover a liberdade de expressão foi assim transformada numa arma contra a liberdade de expressão.
Os novos cantadeiros do "Grândola Vila Morena" dizem que são anti-fascistas. Bom, sobre isso nada sei, mas sei que são bons aprendizes de fascistas. Têm todas as sementes do bicho. Em primeiro lugar, revelam uma total intolerância em relação ao outro lado; há que malhar na "direita" (assim mesmo: a "direita", um bloco compacto, monolítico, desumanizado, desprezível e espezinhável).
Em segundo lugar, respiram e transpiram ódio, um ódio que escorre pelos cartazes, pelos rostos, pelas vozes. E, de forma mui fascista, esta malta tem orgulho nesse ódio. Aquilo que os define é o amor que têm pelo seu ódio, adoram odiar a "direita" ou seja lá o que for. Esta elevação do ódio à categoria de virtude é a marca do fascista, seja ele castanho ou vermelho.
Em terceiro lugar, temos a consequência lógica das duas premissas anteriores: o culto da violência. Se a "direita" é espezinhável, se não vale a pena ouvir o outro lado, se o ódio é uma virtude que confere uma legitimidade superior, então a violência é legítima e não faz mal dar uns carolos no Relvas. Aliás, só faz bem dar uns tabefes no Relvas.
Para terminar, só queria dizer que gosto bastante deste PREC cantado. É que assim já não tenho de recorrer à história para explicar a profunda intolerância das extremas-esquerdas portuguesas . Agora basta-me apontar para o presente. Ela, a intolerância progressista e revolucionária, está aí, anda por aí. Até peço uma coisa: aumentem o volume da violência, continuem a mostrar que não sabem viver em democracia, que não sabem aceitar opiniões contrárias, continuem a ameaçar, continuem a ser fascistazinhos de vão de escada.»
Não percebo muito bem que raio se passará no Palácio de Belém, se será do ar condicionado, se de algum vento estranho que venha do mar mas estou convencida de que anda por ali algum vírus ou bactéria de incubação longa que ataca os neurónios. Veja-se o caso do Mário Soares... Só falo neste por ser um exemplo mediático e bem presente nas memórias, mesmo as mais fracas, de toda a gente, mas a lista é extensa senão coincidente com a totalidade dos ocupantes Que raio de coisa!
De onde terá vindo a Cavaco esta ideia peregrina de condecorar com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo o estupor do Pinto Monteiro? (E o o ex-presidente do Tribunal Constitucional, Rui Moura Ramos, que, já agora, também estava ali mesmo a jeito e lá levou também a fitinha encarnada para casa...)
A talho de foice, só faltava o Aníbal ter mais alguma noite de febres e suores frios e dar-lhe para condecorar a Cândida Almeida, essa vaca de mau porte, Directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) desde Março de 2001 e sucessivamente reconduzida até 2010, não sendo agora de novo reconduzida. (Sei, não me fica nada bem falar assim das pessoas, não é meu hábito mas há coisas que me tiram do sério e dá-me na real gana; queiram desculpar-me os ofendidos e dar-me o desconto pelo meu, internacionalmente reconhecido, mau feitio) Pelo menos, para aliviar os meus uivos provocados pela Virose de Belém, a Candinha vai à vida no dia 28, por decisão da procuradora-geral da República Joana Marques Vidal, e leva como "prenda" debaixo do braço, uma acção disciplinar.
A saída, de espada em riste defendendo a dama, protagonizada por Boaventura Sousa Santos, presidente do Observatório Permanente da Justiça, não deixa de ter a sua graça... Ainda dizem que já não há cavalheiros... Há sim, este saiu-se, com a sua pompa habitual de Cavaleiro da Enorme Ordem dos Figurões, dizendo que:
«O país não precisava neste momento de mais um elemento de perturbação»,
e que vê Cândida Almeida como
«uma
procuradora de alta qualidade»
Ele lá sabe das qualidades da Cândinha...
E ainda acrescenta:
«Com a acção disciplinar é dado um sinal de deslegitimar, de pôr em causa o trabalho que foi feito até agora».
Finalmente, digo eu.
_____________________
E o que diz a Vox Populi sobre as declarações do BSS e da saída da Cândinha?
«Eu já achava que a saída de Cândida Almeida,
que tantos processos deixou morrer, ou arquivou, ou perdeu, já era uma
boa notícia. Agora, ao ler a reacção deste figurão, ainda mais
convencido fico de que é mesmo uma muito boa notícia.»
O que abaixo segue são os comentários a este post de JMF. (aqui publicados pois trata-se de uma página pública, no entanto retirei nomes e fotos dos comentadores. )
Subscrevo...sem dúvidas!
tinha dúvidas, eu não, essa tipinha era a vergonha do MP ou corrupta
Nem
mais. Boaventura Sousa Santos. Um dos do grupo dos indignados que há 2
anos nada fazem senão criticar ao ver as mudanças acontecerem no País.
Mudanças que nunca pediram, porque deixar andar enquanto a vidinha
corria bem era muito bom.
Os "amiguinhos" têm que se proteger uns aos outros... é o Portugal que temos..
Premeia-se sempre a incompetência!!
Só
espero não ter que ver o Snr. Presidente da República entregar um
louvor público a esta figura, como fez hoje com Pinto Monteiro.
Queremos saber porque ela saiu!!!
Pergunto a mim mesmo o que esse aí ficará "observando"...
E sabe fazer mais alguma coisa....
ela
era avo,mãe,tia, prima, de todos os políticos malandros, ja devia ter
ido embora a muito tempo, ou de preferência nunca ter entrado.
“O país não precisava neste momento de mais um elemento de perturbação” Ahah isto diz tudo, certo?
a propósito desta notícia surgida hoje na imprensa estão a surgir receios preocupantes e quanto a mim dificilmente explicáveis.
Com esta cambada a tentar controlar o poder só outro 25 de Abril. Sem flores.
Não
fazia qualquer sentido Cândida Almeida continuar uma vez que já tinha
feito a brilhante descoberta que "em Portugal não havia corrupção",
portanto "não se justificava" estar pagar este posto de trabalho!!
Lembram-se que há pouco tempo a Cândida dizia que não havia corrupção em Portugal??? lol
Não
deixa de ser deveras interessante ver Boaventura defender Cândida!...a
esquerda radical a defender a protectora das máfias, da economia
paralela, das negociatas...dá para pensar...se alguém ainda tem
dúvidas...
Mas não foi a Drª Cândida Almeida que disse que em Portugal não havia corruptos ? Comecemos só pelo BPN.
B.S.S.
devia estar a procurar um buraco para se esconder da vergonha que havia
de estar a sentir (se a tivessa na cara) com as acusações que estão a
ser feitas no Brasil contra o Cafalópode da Silva e o P.T. de que foi
presidente, e com cujo apoio se fez eleger Presidente da República. 18
"figurões" dos seus amigos terão desviado 500 BILHÕES DE U.S.D. para
contas de "paraísos ficais". Isto para não falar dos 25 MILHÕES DE
DÓLARES que foram transportados em mala diplomática para Portugal, e cá
terão ficado depositados em seu nome, quando veio a Coimbra receber o
grau de doutor honoris causae .... (honoris ... eheheh). E quem o trouxe
? Quem foi o seu padrinho ??? Exactamente, esse senhor da fotografia
acima, que se mostra tão preocupado com os caminhos da nossa justiça.
...
Acho um piadão ainda comparar este caso com o do juiz Baltasar Garzón
não
sei se foi intencional, mas colocar uma foto deste senhor com um
sorriso (diria até de gozo ou desprezo pelos outros) a acompanhar um
discurso destes.....palavras para quê, é o país que temos, e
provavelmente, os representantes que merecemos
a minha pergunta é só uma. e quem observa estes observatórios? acho que fui claro ponto
É isso mesmo JM Fernandes!!! Um figurão! E ainda mantemos nós desta gente!
Só
asneiras e defesa de interesses instados. Este Observador(?) tem o
desvario de comparar esta senhora de características bipolares ao Juíz
Baltazar Garzon... é preciso não ter a menos noção daquilo que se diz, e
pior ainda , mais um chulo que vive à conta do erário público , que
nunca se preocupou com a quantidade de processos que ficaram por
investigar, que prescreveram, que nunca chegaram a julgamento em 12
anos, mas que depois vem dizer estes disparates. Gostaria que um dia se
contabilizassem os processos que entraram na PGR e que chegaram a algum
lugar específico que não fosse o lixo. Gostaria que perguntassem aos
agentes da PJ que tiveram que aturar esta criatura o que ela os fazia
passar .... realmente existe qualquer coisa em Portugal que deixa estes
caracteres aparecerem em lugares tão importantes e relevantes ....
A meu ver o que salta à vista nesta notícia é o desperdício do erário público... tudo o resto é rotação de cadeiras no poder... Há um provedor da justiça e há um observatório da justiça... Muito bem...
Estou con.....fundido, não sei o que pensar , não sei o que dizer ! Isto cheira muito mal !!!!!
Permito-me estar em desacordo. "Uma muito boa noticia" seria se também o presidente do Observatorio da Justiça mudasse de ares.
Isto quase não é um País... È uma espécie de COSA NOSTRA habitada por D. Corleones...
Boaventura,
o ''observador' mor do reino, com pouca honra e muito proveito.
Personagem sinistro que factura balurdios para ''observar'' o que toda a
gente sabe.
Ora
aqui está um Observatório que deveria ser extinto. O que é que este
senhor santos faz senão utilizar este organismo para fazer política? O
que é que ele fez em prol de uma melhor Justiça em Portugal nos últimos
anos? Nada. Nadinha. Politica foi o que fez e faz. Portanto querem
cortar despesa do Estado cortem a sério em organismos inúteis como este.
Uma pessoa, com as responsabilidades de Cândida Almeida, que diz que em Portugal não há corrupção é insubstituível.
Esta Procuradora Geral vai causar muito sangue, vai causar muito incomodo, muito embaraço! Preparem-se, só agora começou! Tem a escola do pai e do irmão!
e condecorarem o Pinto Monteiro? ... inacreditavel ser premiada a incompetencia e a mediocridade!
O
figurão não sabe o que se passou mas já vem lançar a confusão.Neste
país dá-se demasiada importância a observadores,comentadores e
treinadores de bancada.Os media que informem com isenção e verdade que
cada um de nós saberá tirar as suas conclusões.
Acha que é po acaso que andam para aí uns grupelhos a cantar a
Grandola VIla Morena? Ou acha que eles não estão incomodados com tudo
isto. Sem dúvida nenhuma esta nova PGR vai causar incómodo. Até que
enfim!
Mais um Parasita a arrotar alarvidades, este B.S.S.
se um elefante incomoda muita gente... é bom sinal! Realmente!
o prof boavental nem é um elefante, é um mamute..
Este Prof., com todo o respeito devia continuar a estudar as favelas do Rio, o resto para ele deve ser só paisagem .
Olha quem ... ! ! ! Tudo "boa gente"....
tens toda a razão Teresa, este gajo é mesmo um ALARVE !!!!
'Perturbações' destas são muito bem-vindas
É
precisamente esta "perturbação" digo este sinal que o pais o os
cidadãos precisavam para ter o mínimo de esperança que a nossa justiça
tem hipóteses de prevalecer. Teria sido um golpe terrível se esta
procuradora tivesse ficado com o mandato para mais 3 anos ou como ela
esperava tivesse subido na hierarquia para o lugar da pessoa que a
destronou agora. Foi a perturbação certa na altura certa para pessoas
envolvidos na corrupção e no crime organizado. A surpresa, espero eu,
vai ser para muita gente que até agora se sentiu impune e seguro. O meu
respeito pela coragem da Procuradora Geral.
Fiquei
contente e com alguma esperança que a verdade seja divulgada sobre os
vários processos que tinha em mãos , mas guardados a sete chaves!
O
Sócrates deve ter em Paris um quartinho à espera desta figurona que o
livrou de tantos processos que o deviam ter levado a um quartinho no
EPL...
nunca
me esqueço que estava o "dito cujo" para almoçar na Raiva uma
lampreiada, de boné na cabeça, chamei a empregada para dizer ao dito
cujo se não lhe haviam educado, ou ensinado, que à mesa não se está de
boné ... Recebeu o recado e tirou o boné ...
Pois foi só o que soube fazer ajudar o amigo,agora tem férias à borla em Paris.....