Ouvi dizer que essa coisa do "Acordo ortográfico" entrou hoje em vigor. Que fixe, deve de haver por aí um grupito de malta muito contente. Não sei por que lhe chamam "Acordo" porque a maioria das pessoas que vive em Portugal não se têm manifestado nada de acordo com a coisa mas está bem, cá por mim podem até chamar-lhe assobio .
Conforme tive já oportunidade de AQUI expôr com alguma clareza, perante muitas situações concretas estou-me completamente nas tintas para a lei - e se traço nessa atitude alguns limites não me advém tal sensatez da urbanidade mas antes da auto-defesa. Normalmente a minha rebeldia, chamemos-lhe assim para simplificar, não vai além de um interior desdém vagamente perceptível numa subtil elevação do canto direito da boca acompanhado por um silencioso "pois, está bem..." retido no pensamento. Há alguns "respeitos pela lei" que me fazem confusão de tão estúpidos que podem ser e esses, obviamente, ultrapassam-me o pensamento saltando para as palavras, ou para a acção. Paciência, sou assim, já não mudo, já passei a idade de ter hipótese de cura.
Quanto a esta coisa do tal "Acordo" nem tenho sequer a oportunidade de levar em consideração qualquer pensamento mais sério acerca do dito: faz-me cócegas no cérebro e desmancho-me a rir; já tentei e não consigo, o médico até já me disse para não forçar porque pode ser perigoso - já têm sido internadas pessoas com semelhantes ataques de hilaridade difíceis de suster.
(Não é que eu ache que a coisa tem graça, é demasiado perversa e consequente para isso mas felizmente não me dá para chorar)
Assim como há gente que "não joga com o baralho todo" - talvez seja o meu caso, não me recuso a admitir - também há gente que quer deixar de jogar com as letras todas, "é mais fácil" dizem nas suas fracas e pouco alicerçadas justificações que pouco mais argumentam para além do facilitismo e da "evolução" - como se alteração fosse sinónimo de evolução. Está bem, levem lá a bicicleta, a taça e as letras que tanto vos pesam de tão difíceis que são.
Aqueles que frequentam o Real Gana ou que por aqui dão um salto com um mínimo de assiduidade não terão a menor dúvida de que por aqui se escreverá sempre com as letras todas.
Mais: sejam os textos da minha autoria ou de outrem, retirados de jornais, revistas ou seja lá de onde venham, aparecerão por aqui sempre com as letras todas, escritos em português, não em acordês. Acordês Aqui Não. Evidentemente.
Porém...
Porém, e só para mostrar que não sou de pedra, que também tenho coração, resolvi fazer uma cedência e parece-me que sou uma querida, amorosa mesmo, ao fazê-lo: com aqueles que, por livre exercício da sua vontade ou no exercício das suas actividades profissionais, resolvam aderir à coisa passarei a expressar-me oralmente - e apenas oralmente - respeitando as novas regras da dita.
Sei que não vai ser fácil, será até ainda mais difícil do que fazê-lo por escrito (apesar dos que dizem que "é mais fácil") mas sei que acabarei por conseguir, é uma questão de treinar lendo os pasquins em voz alta tal qual lá estará escrito.
Vêem, queridos acordeses, como eu não sou do contra; até sou uma querida, ou não sou?
É uma espécie de acordo a 50%, aliás tal como vós, acordeses, o fazem: falam em português e escrevem em acordês - eu decidi-me pelos "outros" 50%, dirigir-me-ei a vós em acordês e escreverei em português - mas por favor não se riam, é que não será de mim que se estarão rindo...
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DEPOIMENTO: ACORDO A 50%
Publicado por Alex. à(s) segunda-feira, janeiro 02, 2012 0 comentários
QUERO UM REFENDO ORTOGRÁFICO
Na passada semana alunos do ensino secundário prestaram provas de "Língua Portuguesa"; os testes foram já realizados ao abrigo do Acordo Ortográfico. Porquê?
Muitos jornais e Tv's do nosso país de repente começaram a apresentar toda a informação escrita já ao abrigo do Acordo Ortográfico. Porquê?
Confesso que esta aberração me horroriza, não consigo sequer compreende-la.
Percebo que cada país de língua oficial portuguesa tenha as suas particularidades linguística próprias e se pretenderem adoptar uma ortografia em conformidade pois que o façam mas não aceito, de forma alguma, que os portugueses tenham, ou devam, de ir a reboque. Por alma de quem?
Para uniformizar a língua tornando-a assim maior? Não me gozem! Maior como?
Se se pretende uma "unificação", quais são os preceitos a aplicar? Aqueles que vigoram fora de Portugal? Porquê? Nós não falamos "brasileiro" , nem "angolano", nem "moçambicano" nem timorense", etc.
Uma língua não é um sotaque, é a alma de um povo.
Porque é que não pegam no bom vinho portugês, produzido de acordo com o saber fazer honestamente, e o misturam com todas as vinhaças que que fabricam pelo nosso país fora? Assim teriamos uma maior produção vinicula para nos representar por este mundo...
Ah, isso é diferente, não tem semelhança nenhuma...
Tem sim, é privilegiar a quantidade perdendo de vista o que é autêntico e importante.
Essa agora, as línguas evoluem...
Pois claro que evoluem, se deixarem, mas a evolução de uma língua não é, nem pode ser, feita de enxertos e retalhos.
Quando lemos as "Canções de Amigo" de D. Dinis, o "Auto da Barca do Inferno" de Gil Vicente ou "Os Lusiádas" não nos deparamos com o "mesmo português" que falamos e escrevemos actualmente, porém é indubitavelmente o mesmo português; entendêmo-lo porque tem a mesma estrutura, as mesmíssimas raízes etimológicas que permitem que a língua se tenha construído de forma sólida e lógica, que seja uma Língua e não um dialecto forjado em línguas mortas e aculturações a estrangeirismos.
O que o novo acordo ortográfico se propõe fazer é abanar a árvore da Língua Portuguesa até às raízes a troco de frutos que não são naturalmente seus; Uma vez quebradas estas raízes separar-se-ão da árvore deixando-a frágil e insignificante.
Os portugueses já não são muitas coisas que foram, para o melhor e para o pior; adquiriram virtudes e defeitos, preservaram muitos aspectos da sua cultura nem sempre por respeito ou por amor mas porque estão enraizados na massa do sangue, nos gostos e nos hábitos.
Daquilo que conservamos de bom, de exclusivamente e tradicionalmente nosso, o mais importante será provavelmente a nossa língua.

Comprei esta guerra por amor à minha língua,
por amor ao meu filho,
aos livros e ao insubstituível acto de ler,
por respeito pelo meu país,
por respeito pela história e pela evolução,
por respeito e amor às tradições,
não por um conservadorismo bacoco
nem por um vanguardismo histérico.
A grande maioria dos portugueses estão contra este acordo; atrevo-me a dizer por o verificar a cada passo. Um "acordo" sem acordo é algo que não existe.
Quero um referendo nacional sobre esta questão, quero respeito pela vontade dos portugueses relativamente a um assunto que só a eles diz respeito.
Esta guerra está no facebook e tem de ser transposta para os decisores deste país: o seu povo.
http://www.facebook.com/profile.php?id=100002552636773
Publicado por Alex à(s) sábado, junho 25, 2011 4 comentários
NÃO COMPLICAR O QUE É SIMPLES
Ontem à noite tocou o telefone:
- "Olá, está tudo bem contigo?"
- "Está tudo bem, respondi, porquê?"
- "Há três dias que não escreves nada no blog... mas não é isso... há que tempos que não acarinhas o Sócrates... "P'rá-í" há oito dias puseste aquela inspirada imagem do Sócrates-agressor mas, estive a ver, desde dia 4 que não lhe dedicas um tempinho mais profundo..."
Ri-me, com vontade.
- "Bem... é que existe vida para além do Sócrates, embora complicada existe."
E blá-blá-blá.
Hoje estava a tomar o meu café matinal quando o té-lé-lé recebeu uma mensagem, e passo a citar:
«Emigraste? Andam os homens em debates e tu nada, nem uma palavra. Estás bem?»
Mau... pensei eu.
Vamos lá a ver se a gente se entende.
Não tenho falado do Sócrates, nem dos debates, nem das múltiplas acusações pessoais e partidárias porque, francamente, não me interessam nada, nem um bocadinho. Do que vou ouvindo e lendo, muito pela rama, não há nada de novo, só mais do mesmo. De vez em quando oiço, ou leio, uma barbaridade que sobressai de entre as barbaridades costumeiras mas a verdade é que não se aprende nada, só mais do que já se sabe.
E se já se sabe quem quiser, ou precisar, que faça a revisão da matéria, eu dispenso, orais e escritas.
Para falar com franqueza custa-me até a entender como é que alguém com dedo e meio de testa se dá ao trabalho de ouvir os debates, só por gozo ou masoquismo, porque para tirar conclusões não dá, já era. Realmente não posso deixar de dar razão à opinião, um quanto desbocada, do Eduardo Catroga.
Quem nesta altura do campeonato quem ainda não percebeu o que está em causa nestas eleições bem pode "agarrar na trouxa e zarpar". Não tem nada a ver com programas, nem com politiquices partidárias, nem sequer com os afectos positivos e negativos de cada um. Nestes aspectos a coisa nunca foi tão simples:
Ou querem levar com o Sócrates durante mais uns tempos ou não querem levar com o Sócrates outra vez, tudo o resto é conversa, tudo o resto é campanha. Curto e duro é assim.
Depois podemos tornear a questão com uns floreados para dar um certo ar de "isso não é assim tão simples", fica sempre bem a quem desejar parecer mais entendido na matéria. Claro que há questões circunstanciais, claro que há formas diferentes de abordar os múltiplos problemas de que somos reféns, claro que há o mais à esquerda ou mais à direita (embora esta classificação seja cada vez mais obtusa e desprovida de significado real) mas tudo isto são questões menores, a escolha não bate aí; quanto às "questões circunstanciais", essas só serão abordáveis após os portugueses votarem, até lá só existem enquanto objectos constitucionais e incógnitas.
Pessoalmente vou votar em alguém que não me convence, vou passar um cheque em branco e ter esperança... Não vou ficar à espera do pior, de que "se espalhem ao comprido". Uma coisa sei que não quero:
Não quero o Sócrates nem mais um bocadinho, nem sequer para ter o gosto de o ver "espalhar-se ao comprido"(sim ainda mais, até o seu marketing enganador mas eficaz não lhe deixar mais saídas); Esse gajo não. E se não quero tenho de fazer por isso, racionalmente, afectos à parte. Tudo o resto são... Como é ó Catroga? Ah pois, isso.
A escolha é simples, a motivação é forte, como chegar lá também não é complicado.
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Publicado por Alex à(s) quarta-feira, maio 18, 2011 0 comentários
CONTRA O "ACORDO" ORTOGRÁFICO, EU NÃO DESISTO
Devido à marcação de eleições antecipadas, no passado dia 7 o Presidente da República assinou o decreto de dissolução da Assembleia da República
Uma vez que não existe presentemente um parlamento constituído, de acordo com o previsto na lei que regula as Iniciativas Legislativas de Cidadãos, vulgo "Petição", em termos de tramitação, será necessário esperar pela realização de eleições a fim de que estas sejam discutidas e votadas.
Presumindo que após as eleições antecipadas a recomposição do Parlamento em nova Legislatura não ocorrerá certamente antes do próximo Verão, será prolongado em conformidade o prazo para a recepção de subscrições da ILC pela revogação da entrada em vigor do “acordo ortográfico”
Assim, a data-limite para a recepção de assinaturas passa a ser o próximo dia 15 de Setembro de 2011.
Quem seja contra e ainda não tenha assinado não será por falta de tempo que não o fará
Segundo informação dos “Serviços de Apoio Técnico e Secretariado” da Assembleia da República, uma ILC apenas pode ser subscrita de forma tradicional, isto é, em papel.
Assim sendo, as assinaturas da nossa ILC serão recolhidas de maneira extremamente simples.
Faça “download” para o seu computador do impresso de subscrição em processador de texto (Word) ou o impresso para imprimir e preencher à mão (pdf), preencha-o conforme as instruções nele indicadas e envie-o por correio normal para o endereço
2776-901 Carcavelos
Em alternativa, pode também preencher, imprimir, assinar, digitalizar e enviar por email um impresso específico para este efeito. Veja pormenores e forma de execução deste procedimento NESTA PÁGINA.
Para preencher o impresso de subscrição, precisa de saber qual é o seu número de Eleitor e Freguesia/Concelho onde se recenseou.
Se não sabe, é fácil. Entre no endereço http://www.recenseamento.mai.gov.pt/ e «Indique o Nome ou Número de Identificação e Data de Nascimento». Pode também obter esses dados enviando um SMS para o número 3838 com o texto
RE (espaço)N.º Id. Civil (espaço) Data de Nascimento(AAAAMMDD)
{ por exemplo, RE 1234567 19751014 }
Se quiser colaborar ainda mais activamente com esta Causa, pode também fazer “download” do impresso para preenchimento manual (em formato “.doc” ou em formato “.pdf”), fotocopiá-lo e distribuí-lo.
Caso se queira disponibilizar para recolher assinaturas no seu local de trabalho, ou entre familiares, amigos e conhecidos, temos também um impresso com espaço para 14 assinaturas em cada página. Bastará remeter-nos um simples email para ilcao_assinaturas@cedilha.net e nós enviar-lhe-emos esse ficheiro e as respectivas normas e indicações para a recolha.
NÃO DEIXEMOS DE PROTESTAR EM SEDE PRÓPRIA CONTRA ESTE "ACORDO" APENAS POR COMODISMO, O "PREÇO" SERÁ DEMASIADO ELEVADO;PROTESTAR QUANDO SE LÊ O JORNAL OU EM CONVERSA COM OS AMIGOS É LEGÍTIMO, MAS NÃO CHEGA.
VAMOS LÁ, ASSINAR E DIFUNDIR, AGORA

http://www.facebook.com/ILCAO90
Publicado por Alex. à(s) quarta-feira, abril 27, 2011 0 comentários
QUANDO O RIDÍCULO VIRA NORMA
Hoje entrei num local que possui diversos departamentos; a dada altura dirigi-me a um acesso separado por duas grandes portas de vidro onde estava escrito "Recepção", em pseudo-português e em inglês, ou seja:
Não sei se assim, sem ser ao vivo e excluído o elemento surpresa, consigo transmitir o que senti mas de repente a mensagem que me chegou correcta foi a que estava escrita em inglês, a outra palavra pareceu-me, ao primeiro olhar, desprovida de sentido, um erro de um descuido desleixado.
Para mal dos pecados dos portugueses infelizmente não é desprovida de sentido, o sentido está lá, subtil, escondido, perverso, falsamente modernista e verdadeiramente prostituído mas está lá, está infiltrado por todo lado, apressado, prematuro, intencional.
É um sentido que se pretende único: orelhas moucas - as vozes dos burros não chegam aos céus - têm prepotentemente tentado conter toda e qualquer "inversão de marcha", por mais petições de mil milhentas assinaturas que cheguem ao parlamento, imposição é a palavra de ordem deste "acordo".
O nível a que chegaram os portugueses no desamor à sua língua, à sua pátria, à sua identidade enquanto nação chega a ser ridículo, tão tristemente ridículo.
Não sofro de op
osição à mudança, de resistência ao que é novo, antes pelo contrário, mas esta perversão que é o suposto "acordo ortográfico" é uma imposição das "Edites Estrelas" deste país - que onde põem a pata não volta a crescer a erva; deixam apenas marcas de destruição em atitudes de uma prepotência pindérica e convencida, que auto-proclamam de evolução. Metem-me nojo. Asco.
Gente asquerosa na sua falta de franqueza no que toca às verdadeiras razões que a move, na importância que admite ser o seu lugarzinho na história da língua e cultura, no verdadeiro móbil do seu crime.
Já quase esquecido este episódio das portas de vidro grafadas, depois de jantar fui ver os meus "e-mails" e, nem de propósito, encontrei esta pérola de um "so very british sense of humor"...
É uma caricatura... Será?
Ao que está a ser feito à língua portuguesa assenta que nem uma luva.
«The European Commission has just announced an agreement whereby English will be the official language of the European Union rather than German, which was the other possibility.
As part of the negotiations, the British Government conceded that English spelling had some room for improvement and has accepted a 5- year phase-in plan that would become known as "Euro-English".
In the first year, "s" will replace the soft "c"..
Sertainly, this will make the sivil servants jump with joy. The hard "c" will be dropped in favour of "k". This should klear up konfusion, and keyboards kan have one less letter.
There will be growing publik enthusiasm in the sekond year when the troublesome "ph" will be replaced with "f"..
This will make words like fotograf 20% shorter.
In the 3rd year, publik akseptanse of the new spelling kan be expekted to reach the stage where more komplikated changes are possible.
Governments will enkourage the removal of double letters which have always ben a deterent to akurate speling.
Also, al wil agre that the horibl mes of the silent "e" in the languag is disgrasful and it should go away.
By the 4th yer people wil be reseptiv to steps such as replasing "th" with "z" and "w" with "v".
During ze fifz yer, ze unesesary "o" kan be dropd from vords kontaining "ou" and after ziz fifz yer, ve vil hav a reil sensi bl riten styl.
Zer vil be no mor trubl or difikultis and evrivun vil find it ezi TU understand ech oza. Ze drem of a united urop vil finali kum tru.
Und efter ze fifz yer, ve vil al be speking German like zey vunted in ze forst plas.»
Viu? Protugues pra que? Fas tempu qe montes de gent em meiu mund fala sa linga e toda gent sintende, né? Dexa de fidalgices trapaçadas, u imperiu cabô patrao.
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Publicado por Alex. à(s) sexta-feira, abril 15, 2011 3 comentários
OS NEGÓCIOS DOS SENHORES DO MUNDO
A IMORALIDADE
TEM DE TER LIMITES
A QUEM PERTENCEM AS SEMENTES EXISTENTES NA NATUREZA?
A QUEM PERTENCEM AS SEMENTES GERADAS NA TERRA QUE CADA UM CULTIVA?
No próximo dia 18 de Abril será posto à aprovação em Bruxelas uma directiva sobre as sementes para a agricultura.
Por exemplo:
Obviamente,
- 75% das sementes que são lançadas à terra em cada ano são sementes guardadas pelos próprios agricultores e que isso será absolutamente proibido a partir da aprovação desta directiva.
- Vão ficar certificadas meia dúzia de marcas/empresas para fornecer à agricultura, acabando com identidades nacionais nesta área
- Apenas poderão chegar ao mercados, couves, alfaces e outros verdes, espécies provenientes desta certificação
- Para se poder produzir, a exploração terá de ter um mínimo de 10 hectares
tudo isso se faz com base no interesse de algumas empresas produtoras de sementes que afirmam não ter o rendimento do investimento feito em tecnologia e outros meios de produção, esquecendo que os seu investigadores foram formados em universidades públicas e a tecnologia é sempre um esforço do País colocado à disposição da iniciativa privada
a maioria dessas empresas beneficiaram de apoios económicos e financeiros em larga escala, quer de programas oficiais da comunidade, quer em empréstimos da banca hoje pagos pelos contribuintes à conta de se tornar pública uma dívida que é privada
a ASAE irá de novo a correr mercados municipais a analisar, a apreender e a inutilizar produtos agricolas vegetais que sempre comemos no nosso cozido à portuguesa
Petição aqui:

http://www.no-patents-on-seeds.org/en/recent-activities/sign-now
A Campanha "Sementes Livres" é uma iniciativa europeia com núcleos na maioria dos Estados-Membros da União Europeia.
Em Portugal a campanha é dinamizada, entre outros, pelo Campo Aberto, GAIA, Movimento Pró-Informação para Cidadania e Ambiente, Plataforma Transgénicos Fora e Quercus.
A Campanha visa conquistar, defender e promover o direito à criação própria de sementes com vista à promoção e protecção da diversidade de espécies agrícolas regionais, os interesses dos pequenos agricultores e criadores, dos agricultores ecológicos e ainda para garantir a segurança e soberania alimentares de todos os povos.
Defende uma agricultura ecológica de base camponesa e de baixa intensidade onde não têm lugar a manipulação genética nem as patentes sobre plantas e animais.
A CARTA, ABERTA AOS MEMBROS DO PARLAMENTO EUROPEU E COMISSÃO EUROPEIA AQUI: http://www.no-patents-on-seeds.org/en/recent-activities/open-letter-members-european-parliament-and-european-commissionPetição ao Parlamento Europeu e Comissão Europeia disponível
AQUI: http://www.no-patents-on-seeds.org/en/recent-activities/sign-now
OUTRAS INFORMAÇÕES NO SITE "NO PATENTS ON SEEDS",
AQUI: http://www.no-patents-on-seeds.org/en
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Publicado por Alex à(s) terça-feira, abril 05, 2011 2 comentários
