Ontem dediquei-me de alma e coração a tentar dar o meu melhor, a esmifrar a minha observadora mente em busca de bons conselhos para o Presidente da República... e afinal havia outra!
De que falo eu? Da foto, claro.
Ora atentai na foto que acompanha o "post" de ontem...
Já está?
Atentai agora na foto abaixo prantada que retrata a reunião de Conselho de Estado que ocorreu ontem.
Aníbal trocou de camisa!
Desapareceu o efeito convergente que culminava na imagem do PR como "ponto de fuga".
Nada de "pontos de fuga" para o PR... Da convergência muito se falou e comunicou...
Oxalá não se fique por aí, pela conversa pós C.E.
Aníbal trocou de gravata!
Foi-se o "ponto de exclamação", perturbou-se a verticalidade, à harmonia com os tons da mesa substitui-se uma diluição.
Ahhh, mas um novo dado salta à vista... O "ponto de exclamação" perdido assume-se agora como o vértice mais alto de uma triangulação visualmente obvia. Obvia sim. Qual? Ora... triangulai até António Seguro, de um lado e G'anda Noia, perdão, Marques Mendes, do outro. Por outras palavras: a soma dos quadrados dos catetos
E os floreados... baseiam-se em alicerce bem à vista, foi-se a camuflagem farfalhuda, há uma maior mistura de cores composta de forma mais simples.
Muito bem meninos, inspirem-se neste "arranjo" central - conversem, muito, à volta da mesa e "não para fora da mesa", é muito feio e gera muita intrigalhada.
Posto isto e em jeito de rescaldo apenas dois comentários:
1 - Passos Coelho conseguiu "riscar" neste C.E. Dúvidas?
Ora atentai na gravatinha. Gravatinha é muito importante (já dizia o meu pai)
2 - Passos Coelho não tem "agenda escondida"
(Todas as fotos: Presidência da República)
HOJE ACORDEI TRISTE, O PR NÃO QUER SABER DOS MEUS CONSELHOS
Publicado por Alex. à(s) quarta-feira, outubro 26, 2011 0 comentários
HOJE ACORDEI TORTA ATÉ DIZER CHEGA
«No dia em que o Conselho de Estado vai discutir a situação do país, Renascença pediu aos portugueses que deixassem conselhos ao Presidente da República.
Alguns dos conselhos - de personalidades das mais variadas áreas da sociedade e também de muitos internautas anónimos - passaram, ao longo do dia na Informação da Renascença.../...»
In "Página 1"- 25 Out.2011
Os meus conselhos a Aníbal:
Gosto do azul da camisa, condiz subtilmente com as tampas e o tom azulado das filas de garrafas de água;
Cria um efeito convergente que culmina na imagem do PR como "ponto de fuga".
Sem dúvida duas necessidades estéticas fundamentais - convergência e ponto de fuga...
Gosto do tom da gravata, estabelece uma discreta harmonia entre o todo e a parte;
a figura do PR aparece como um ponto de exclamação na sua verticalidade harmonizando-se com os tons na mesa, da "Távola", em torno da qual os diversos quadrantes se reúnem; harmoniza-se até com os floreados centrais. Verticalidade e harmonização, mesmo que com floreados - imprescindível.
Esperemos que esta verticalidade simbólica não seja perturbada por um qualquer trejeito excessivo que se transforme numa obliqua "barra" " e/ou..." entre o que é suposto ser paralelamente funcional , evitando assim convergências e divergências destabilizadoras e altamente perturbadoras do equilíbrio da imagem e dos alicerces da sustentabilidade institucional.
Poderia Aníbal ir mais longe? Poderia...
Poderia procurar um acordo aparente entre o seu clássico fato, trocando aquele sóbrio azul-escuro pelos tons verde-ecológico dos reposteiros, aliás os mesmos tons da folhagem que serve de camuflado à base dos floreados centrais.
Tal acordo, aparente, seria excessivo e retiraria individualismo à sua personalidade enquanto PR.
Melhor será que Aníbal se preocupe em manter a sobriedade, sem se preocupar em agradar, sem atitudes forçadas de um ecologismo político pouco a propósito e confrangedoras para quem toma as inadiáveis medidas que ele, Aníbal, nunca tomou enquanto primeiro-ministro ou enquanto ministro das Finanças.
Um "must" que lhe ficaria a matar:
Uns bonitos e potentes óculos graduados compostos por lentes bifocais e uma armação discreta, de preferência não metálica para não fazer soar,desnecessariamente, os alarmes.
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Publicado por Alex. à(s) terça-feira, outubro 25, 2011 0 comentários
JOSÉ SÓCRATES VAI À MERDA. (Post politicamente incorrecto)
Exmos. Leitores,
Abri este blog no dia 9 de Julho de 2007.
Desde então, por muito que me sinta indignada com o que se passa no meu país. nunca parti para o insulto; variadíssimas vezes dei a minha opinião - desagradável, desagradabilíssima mesmo - face às práticas do executivo de José Sócrates. Nunca, até hoje, utilizei linguagem menos própria em nenhum dos "posts" publicados. Aqueles que me conhecem bem talvez estranhem, por vezes até talvez tremam... Aqueles que me conhecem sabem que tenho o hábito de chamar os bois pelos nomes... E quando um boi não é apenas boi, é corno, há que lhe chamar corno. Quando um tipo merece que o mandem à merda é aí que merece que o mandem, não vale a pena entrar em paráfrases de falsos punhos de renda e mandar o tal tipo ao cócó.
O executivo, e a minoria situacionista - sim minoria, façam contas e somem, dividam, mas por uma vez percebam: o PS foi o partido mais votado mas não representa a maioria do povo votante - estão muito exacerbados com o discurso do Presidente da República, esse sim, eleito à primeira volta pela maioria do povo votante, em sufrágio directo.
Parecem o Américo Tomás a falar do futebol para afastar um ou outro tema do qual era uma chatice falar; e não se falava.
Agora fala-se do "novo pacote" e do discurso do Presidente da República.
Estou-me a passar.
Não, estou-me a passar com esta merda
O que é que querem, responsabilizar o Presidente da República pela manifestação convocada para amanhã?
Não, não vim aqui defender a posição do Presidente da República: o homem tem razão, leiam o seu discurso de Tomada de Posse se se derem ao trabalho e, de cabeça aberta se possível, verão que o homem disse o que havia a dizer, tardiamente mas disse.
Assumam-se e maldigam as redes sociais, maldigam o Facebook, instrumento manipulado pela malandragem que tomou de ponta este executivo e não olha a meios para levar a sua avante. Pois.
Assumam que estão mesmo à rasca, mesmo, sem ser para fazer graça ou aproveitar trocadilhos.
E se não estão à rasca deviam estar: pela primeira vez desde o dia 25 de Abril de 1974 está convocada uma manif. totalmente, absolutamente, à margem dos poderes institucionalizados, dos poderes partidários.
E também à margem do poder do Presidente da República, como é óbvio, como todos sabem. Todos, situacionistas, executivo, todos.
Os nervos vêem daí, o resto é conversa, histérica e estéril, de quem não aceita critícas nem perdas. Que raiva!
Após o 25 de Abril deram-se algumas, poucas, manifestações pluri-partidárias; a "Grande Manif da Alameda" foi convocada, à priori, "sem bandeiras de partidos", só nacionais. Não foi assim que depois aconteceu mas o espírito estava lá, no entanto as convocatórias foram partidárias, pluri-partidárias.
Se não estão à rasca deviam estar - deviam ter consciência do que têm vindo a fazer às pessoas; do que estão fazendo uma vez mais, sem que isso resolva coisa alguma.
Resolve, momentaneamente, as satisfações que há a dar ao Banco Central Europeu. E Só. Nada mais. Quem vende, e vende, e revende a Dívida Pública, quem compra empréstimos , com a taxa de juros a que nos têm sujeitado, sabe, ou devia saber num momento raro de lucidez, que não vai haver maneira de a pagar de acordo com o que se pretende fazer acreditar - "quem vier atrás de mim que feche a porta", diz o povo, e bem.
Se não estão à rasca deviam estar; se não estão é porque faz parte da praxis: "o povo que se lixe, eles sabem lá o que é que querem, estão a ser manipulados. Estas bestas ( o povo) não percebem que não há outra hipótese, que estamos a fazer o que é imprescindível?"
Durante anos ouvi, e disse, que o Presidente da República se calava, se calava demais, que não tomava posições, que não dava um murro na mesa.
Cavaco Silva não deu um murro na mesa, pelo menos ainda não deu.
Cavaco Silva chamou os bois pelos nomes, educadamente. Tomou uma posição e falou verdade. Aguentem-se. Não foi demagogia, não dourou a pílula nem, finalmente, optou por "não se meter no assunto". Falou verdade. Que chatice!
Cavaco apelou à juventude? Ainda bem, pois que apele, é bem tempo de que esta acorde, que saia da Playstation, do portátil, e de todas as outras coisas que ocupam o lugar do tempo dos futebois de Américo Tomás. E que berre e grite e esperneie e se revolte - com aquela revolta pura e verdadeira da qual só os mais jovens são capazes. Que se revolte contra o enfeudamento do seu futuro, das suas potencialidades, dos seus direitos por nascimento: nasceram pessoas livres e assim devem permanecer. Lutem. Berrem, porque quem tem uma dívida às costas como a que os jovens portugueses têm, tem todo o direito de berrar.
Apelou à juventude em vésperas de uma manifestação convocada, essencialmente, via Facebook? Pois foi, olhou à sua volta e viu o que ocorria; e falou; e dirigiu-se às pessoas.
Óptimo, ainda bem, até que enfim. Isto é falta de imparcialidade? Uma gaita, isto é dizer:
«Façam ouvir a vossa voz. Este é o vosso tempo. Mostrem a todos que é possível viver num País mais justo e mais desenvolvido, com uma cultura cívica e política mais sadia, mais limpa, mais digna. Mostrem às outras gerações que não se acomodam nem se resignam.»Isto é um mau conselho? É ser parcial? Na boca de Barack Obama soaria muito bem, na boca de Cavaco Silva é meter o bedelho intempestivamente.
"Isto é que é uma gaita, só faltava agora este gajo a dizer aos jovens que façam ouvir a sua voz, que mostrem não se acomodar nem se resignar... uma cultura cívica e política mais sadia, mais limpa, mais digna? Mas o que é que ele quer, não sabia continuar calado?"
Pois é José, é muit'a chato... que descaramento.
O José Sócrates não falou nem ouviu, não teve tempo, teve de ir prestar contas para Bruxelas. Azarito.
O José Sócrates nem sequer tem página no Facebook... Ou por outra, ter tem, mas não são bem dele, são-lhe dedicadas... Quem quiser que as procure, não quero entrar por aí, nem tenho tempo para isso.
O José Sócrates está chateado, acha que o Presidente da República não foi imparcial.
Pois não, não foi e não tem de ser. Não deve ser. O Presidente da República foi tão, ou mais, eleito quanto o primeiro-ministro.
O Presidente da República foi inconveniente para este executivo, foi parcial- tomou o partido do seu povo. Gaita!
O Presidente da República recorreu a dados oficiais, a declarações e análises do Banco de Portugal e, estruturadamente, colocou a realidade preto no branco.
O que digo não é cego nem sectário, não sou grande admiradora de Cavaco Silva - mas por razões que não vêm ao caso - do que vem ao caso digo que o homem falou verdade inconvenientemente;
e digo "finalmente", já o deveria ter feito, a sua responsabilidade nesta farsa advém do seu silêncio. Pois que não seja tarde para remediar a falta.
O José Sócrates está chateado. É natural, no lugar dele eu também estaria.
Estaria mais do que chateada, estaria à rasca.
O raio que o parta.
O José Sócrates escusa de se revoltar contra o Cavaco, escusa de insultar o povo manipulado, ignorante e estúpido.
A grande gaita não é apenas a "impopularidade" das medidas do novo pacote de austeridade - essas o Zé-povo até é capaz de as aguentar ( que remédio).
A grande gaita é que o povo ignorante e estúpido lê nas entrelinhas a impossibilidade de reaver a sua vida normal, o bom futuro dos seus filhos, o reconhecimento do seus direitos.
O povo ignorante e estúpido e manipulado sabe que está a ser sacrificado em nome de uma política descuidada, megalómana, idolátra, que foi varrendo para debaixo do tapete a realidade crescente de uma ruptura económica e financeira.
O povo ignorante, estúpido e manipulado dá mostras de estar revoltado por ter sido enganado, repetidamente enganado, por se ter deixado enganar. Finalmente.
O José Sócrates pode agarrar-se aos elogios de Bruxelas; pois que se agarre, pouco mais lhe resta a que se agarrar.
O Banco Central Europeu não tem de cuidar dos portugueses, tem de cuidar do Euro. E fá-lo.
O José Sócrates tem obrigação de cuidar dos portugueses, de Portugal. Não o fez, não o faz.
O José Sócrates cuida da sua imagem - ou julga que o faz - junto do BCE, junto da CE, junto da Tia Angela; luta por se manter onde está, pela sua soberania, que a de Portugal já era.
José Sócrates vai à merda.
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Publicado por Alex à(s) sexta-feira, março 11, 2011 4 comentários
A FRASE DA NOITE
Foi dia de eleições.
Uma vergonha, eu sinto vergonha.
Vergonha, uma vez mais, pelo nível de abstenção.
(não comento mais esta vergonha, deixo um vídeo abaixo que falará por mim*)
Uma vergonha o que se passou com os "cartões de cidadão" nas assembleias de voto. A burocracia escondida sob a capa da informática; a incompetencia, o impensável na era do simplex, do "Magalães". Um "Magalhães" por freguesia, ligado à net, teria feito muita diferença. Deixem-se de merdas.
(graças dou pelo meu cartãozinho de eleitor e pelo meu B.I. ainda não caducado)
Uma vergonha por aqueles que não sabem, não querem, ou não estão para isso, que tentam resolver os seus (reais) problemas locais - muitos dos quais se poderiam resolver, justamente, ao "estalo" se preciso fosse (ou seja...) - mas resolveram não votar, não deixar votar, boicotar eleições.
Não é assim que se vai lá. Não é assim. Não é eficaz. Não é democrático. É uma profunda falta de respeito pelos direitos dos concidadãos. Mas é também uma profunda falta de noção de Cidadania. Paciência...
Andem ao estalo se tiverem coragem e punhos mas assim... não vão lá, ninguém vai a parte alguma
Posto isto, elejo como frase da noite a que foi dita por José Sócrates, às 21h30 enquanto secretário-geral do PS:
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Publicado por Alex à(s) domingo, janeiro 23, 2011 2 comentários
«ultrapassados os limites do tolerável e da decência»

Declaração do
Presidente da República
1 - Durante a campanha eleitoral foram produzidas dezenas de declarações e notícias sobre escutas, ligando-as ao nome do Presidente da República e, no entanto, não existe em nenhuma declaração ou escrito do Presidente qualquer referência a escutas ou a algo com significado semelhante.
Desafio qualquer um a verificar o que acabo de dizer.2- Durante o mês de Agosto, .../... fui surpreendido com declarações de destacadas personalidades do partido do Governo exigindo ao Presidente da República que interrompesse as férias e viesse falar sobre a participação de membros da sua casa civil na elaboração do programa do PSD (o que, de acordo com a informação que me foi prestada, era mentira).E não tenho conhecimento de que no tempo dos presidentes que me antecederam no cargo, os membros das respectivas casas civis tenham sido limitados na sua liberdade cívica, incluindo contactos com os partidos a que pertenciam.3- .../...
Pretendia-se, quanto a mim, alcançar dois objectivos com aquelas declarações:
Primeiro: Puxar o Presidente para a luta político-partidária, encostando-o ao PSD, apesar de todos saberem que eu, pela minha maneira de ser, sou particularmente rigoroso na isenção em relação a todas as forças partidárias.
Segundo: Desviar as atenções do debate eleitoral das questões que realmente preocupavam os cidadãos.
Foi esta a minha leitura e, nesse sentido, produzi uma declaração durante uma visita à aldeia de Querença, no concelho de Loulé, no dia 28 de Agosto.
4- Muito do que depois foi dito ou escrito envolvendo o meu nome interpretei-o como visando consolidar aqueles dois objectivos.
Incluindo as interrogações que qualquer cidadão pode fazer sobre como é que aqueles políticos sabiam dos passos dados por membros da Casa Civil da Presidência da República.
Incluindo mesmo as interrogações atribuídas a um membro da minha Casa Civil, de que não tive conhecimento prévio e que tenho algumas dúvidas quanto aos termos exactos em que possam ter sido produzidas.
Mas onde está o crime de alguém, a título pessoal, se interrogar sobre a razão das declarações políticas de outrem?
Repito, para mim, pessoalmente, tudo não passava de tentativas de consolidar os dois objectivos já referidos: colar o Presidente ao PSD e desviar as atenções.5- E a mesma leitura fiz da publicação num jornal diário de um e-mail, velho de 17 meses, trocado entre jornalistas de um outro diário, sobre um assessor do gabinete do Primeiro-Ministro que esteve presente durante a visita que efectuei à Madeira, em Abril de 2008.
Desconhecia totalmente a existência e o conteúdo do referido e-mail e, pessoalmente, tenho sérias dúvidas quanto à veracidade das afirmações nele contidas.
.../...
6- A primeira interrogação que fiz a mim próprio quando tive conhecimento da publicação do e-mail foi a seguinte: “porque é que é publicado agora, a uma semana do acto eleitoral, quando já passaram 17 meses”? .../...
7- Mas o e-mail publicado deixava a dúvida na opinião pública sobre se teria sido violada uma regra básica que vigora na Presidência da República: ninguém está autorizado a falar em nome do Presidente da República, a não ser os seus chefes da Casa Civil e da Casa Militar. E embora me tenha sido garantido que tal não aconteceu, eu não podia deixar que a dúvida permanecesse.
Foi por isso, e só por isso, que procedi a alterações na minha Casa Civil
8- A segunda interrogação que a publicação do referido e-mail me suscitou foi a seguinte: “será possível alguém do exterior entrar no meu computador e conhecer os meus e-mails? Estará a informação confidencial contida nos computadores da Presidência da República suficientemente protegida?”
Foi para esclarecer esta questão que hoje ouvi várias entidades com responsabilidades na área da segurança. Fiquei a saber que existem vulnerabilidades e pedi que se estudasse a forma de as reduzir.
Um Presidente da República tem, às vezes, que enfrentar problemas bem difíceis, assistir a graves manipulações, mas tem que ser capaz de resistir, em nome do que considera ser o superior interesse nacional. Mesmo que isso lhe possa causar custos pessoais. Para mim Portugal está primeiro.
O Presidente da República não cede a pressões nem se deixa condicionar, seja por quem for.
Foi por isso que entendi dever manter-me em silêncio durante a campanha eleitoral.
.../...
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NESTE MOMENTO SÓ TENHO UMA DÚVIDA:
ANTES DE ESTA ESCANDALEIRA ESTALAR NOS JORNAIS DURANTE A CAMPANHA, QUAL ERA A ESCANDALEIRA DE QUE SE FALAVA?
(Ou, "a mordida de um cão cura-se com o pêlo de outro")
Se alguém se lembrar agradeço um auxiliar de memória...
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Publicado por Alex à(s) terça-feira, setembro 29, 2009 0 comentários

