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"LISBON LAW" VS RFM

Eu sei que sou um bocado "gozona", um grande bocado... Também sou tolerante, muitíssimo tolerante, particularmente no que toca à vida e opções de cada um.
No entanto...
Ser tolerante, não pretender impor um determinado ponto de vista, o nosso, não implica ausência de espírito crítico; isso não é ser tolerante, é ser idiota.

Há uma semana, ou duas, apareceu pelos comentários da redes sociais um vídeo promocional de um escritório de advogadas vocacionadas, dizem elas, para a recuperação de créditos. Vocacionadas para isso e muito mais, digo eu sem qualquer intenção insultuosa.

Curiosamente, quando o vídeo apareceu o que me chamou a atenção não foram as intrépidas advogadas mas uma notícia no "Público".
Lida a notícia e visto o vídeo pareceu-me a que os factos noticiados, ou seja, as queixas na Ordem dos Advogados foram bem mais lamentáveis do que aquilo de que se queixavam: um vídeo, quanto a mim, despropositado, a raiar o ridículo mas ofensivo não.
Francamente, há coisas com as quais não vale a pena - ou o tempo - gasto a comentar ou criticar, muito menos a apresentar queixas infundadas, arcaicas e de um puritanismo desajustado. Se as dras. querem passar uma imagem de "Lisbon Law, What Else", ao melhor estilo Fox Life, é lá com elas, cada um dá a corda que lhe parece melhor e, se tropeçar nela, o trambolhão é seu.

Expõe a notícia que «alguns colegas» ( e mais não diz...) consideram o vídeo ofensivo: «As roupas acima do joelho e os saltos altos compõem o resto de um retrato considerado ofensivo por vários advogados.» (Vários? quem, quantos???)
Acima do joelho? Os saltos altos? Não me lixem... que pinderiquice burguesinha.
É isso que encontram para dizer????? Espantoso! Que falta de categoria!

Na altura o comentário que deixei na página de uma prima minha que "postou" o vídeo e a notícia foi apenas:

LISBON LAW, a estrear numa sala perto de si.
Estas senhoras, perdão, senhoras dras. , vêem muita TV mas o problema é delas, não é, de todo, meu e a O.A. estaria a querer mandar naquilo em que não manda. Hábitos antigos
 E nunca mais me lembrei do assunto, das senhoras dras., dos queixosos (que se me aparentam um quanto primários e esverdeados)

Aah... Mas hoje vi um outro vídeo promocional, de uma equipa da RFM, que me relembrou a coisa. Este sim, ao contrário dos "vários advogados" (???) que apresentaram a queixa à Ordem, este soube pegar no tal vídeo e toca-lo por onde merece, aproveitando ainda para fazer uma outra promoção com graça e espírito crítico. Sem falsos puritanismos de virgem ofendida.

Deixo os dois vídeos
Divirtam-se.



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O PAI NATAL DEIXOU A RENAS E FOI DE AVIÃO...

O Natal não se faz de compras mas faz-se de alegrias, surpresas, carinhos e milagres. E de abraços, emoções, momentos felizes.

Dar (e assim receber) felicidade, sorrisos e desejos é uma atitude louvável e que todos os dias se pode ter; Mas no Natal tem um gostinho muito especial, um brilho bem diferente.
Comercialão ou não - deixemos a intelectualidade dar lugar às emoções - vejam lá esta alegre e recompensadora ideia posta em prática.
A publicidade feita com doçura, sentimentos e magia.

CONFESSO, SOU PIÉGAS

O primeiro golo de Portugal, marcado por Ronaldo, foi um golo fixe, como já vi muitos.

O SEGUNDO GOLO DE PORTUGAL, MARCADO PELO MEU MENINO, PELO NOSSO MENINO, FEZ COM QUE ME CHEGASSE UMA LAGRIMITA AOS OLHOS
Achei que aquele golo não ia ser possível: frente ao guarda redes, a tão pouca distância e com o matulão sueco a lançar-se às pernas de Ronaldo prontinho para a falta.

O TERCEIRO GOLO DE PORTUGAL, MARCADO PELO MEU MENINO, PELO NOSSO MENINO, FEZ-ME DAR UM SALTO DO SOFÁ, INCRÉDULA OLHANDO AQUELE ÂNGULO IMPROVÁVEL... VI A BOLA CHUTADA A UMA VELOCIDADE DE CORRIDA MALUCA E VI-A ENTRAR COMO SE FOSSE EM "CÂMARA LENTA". AAAHHH!  ROLARAM-ME LÁGRIMAS PELA CARA.

HUAU!





Golos de Ronaldo carimbam passaporte português para o Brasil - Desporto - Notícias - RTP


Curiosidades
A frase de um derrotado:

«Um Mundial sem mim não tem qualquer interesse»
 Ibrahimovic - 19/11/2013
Pronto, está bem, não se fala mais nisso, mesmo que ainda haja "Mundial" é como se não houvesse.(Hi-hi-hi)
Mas NÓS estamos lá, não é Ronaldo?

ACTUALIZAÇÃO

Só para os meus amigos, e a minha mãe, saberem que há uns ainda piores do que eu quando são invadidos pelas emoções futebolísticas da nossa Selecção (e do nosso menino); Não deixem de ouvir o relato do cavalheiro da Antena 3

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Útil nas mais diversas circunstâncias...

Confesso que, perante a insistência da TV Cabo, em me fazer as ofertas mais mirabolantes após eu os ter mandado ver se estava a chover e, em boa hora, os ter substituído pela Vodafone, um dia fartei-me, mesmo,  de tanta oferta e amabilidade: quando a desgraçada me ligou a perguntar se estava a falar comigo respondi-lhe em tom esganiçado: «Ai não, então você não sabe? A senhora foi presa... deu-lhe uma fúria e esfaqueou o técnico da TV Cabo, foi aqui uma grande desgraça, havia sangue espirrado por todo o lado, o homem ainda está em coma...».

Após esta estreia já utilizei "Modo Prisão" noutras circunstâncias semelhantes embora de forma menos pormenorizada - a senhora da TV Cabo foi uma excelênte audiência.

 A fórmula de actuação do vídeo abaixo segue o mesmo tipo de resolução radical mas com uma graça e inspiração dificilmente ultrapassáveis.
Não deixem de ver, pode vir a ser útil nas mais diversas circunstâncias.

 
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A VIDA É: UMA SURPRESA

Da vida pode-se dizer quase tudo: que é maravilhosa, que é uma chatice, que é curta, que chega para nos fartarmos, e dezenas de "etc.'s" por aí fora. Consoante os momentos, as situações e, claro, as pessoas,  tudo isto é verdade, dentro do turbilhão em que nos enreda; a vida vai-se vestindo de cabra ou de santa, de bruxa ou de fada, de negro ou de arco-iris, representando os actos que precisamos viver. Estou convencidíssima de que Einstein tinha toda a razão quando disse que Deus não joga aos dados, por muito, tanto, que assim pareça, digo eu.

Se há coisa com a qual todos concordaremos é que a vida é surpreendente: um desenrolar de situações inesperadas, reviravoltas impensáveis, factos improváveis, ilusões e desilusões, gargalhadas do destino sobre os "Sempre" e os "Nunca", a transformação em fumo dos planos mais bem concebidos e delineados, com um fim que não se sabe se é "FIM" nem tão pouco quando chega.

A vida é para se ir vivendo de peito e mente abertos, com um ou outro acautelamento e dois dedos de testa.

Hoje, particularmente hoje e eu cá sei por quê, fui à procura de um vídeo no qual a Senhora Brandi Carlile canta a versão original de «The Story», servindo de tema musical a um fabuloso anúncio da SuperBock . Encontrei. (Vídeo I)

E encontrei também uma surpresa:
Imaginem que vão andando rua abaixo e deparam com realização ao vivo de um programa de TV;
imaginem também que há várias pessoas que vão cantar tentando a sua sorte no difícil mundo do showbizz;
E agora imaginem que, de entre essas pessoas, vos sai ao caminho esta maravilhosa "fera" com este vozeirão... (Vídeo II)

Estariam à espera? Pois é, a vida tem destas coisas, e de outras...





SERÁ POR SERMOS "RACIONAIS"?

Estou firmemente convencida de que as crianças, educadas juntas, em harmonia e em paz, resolveriam os grandes problemas inter-sociais e inter-culturais da humanidade, desde que - e este é um ENORME "desde que" - os seus educadores, em boa fé, fossem capazes e estivessem decididos a transmitir que a humanidade partilha um ADN comum, uma herança cósmica comum, um futuro planetário comum, criando uma vivência disto que ultrapassasse na vida a mera aprendizagem dos bancos de escola.
 A humanidade é una, única e irrepetível, existam ou não outras formas de vida no universo; é uma só ainda que formada por um arco-íris de seres, nas suas etnias, culturas, religiões, crenças e ideias. Mas... Mas que em momento algum devessem essas diferenças ser mais importantes do que as semelhanças e o comum habitat.
Sei que temos de nos defender  mas esta defesa seria bem mais simples se conseguíssemos criar laços mais fortes do que as nossas diferenças - só assim nos poderíamos sentir menos ameaçados e os reais perigos diminuiriam.

Os outros animais parecem compreender isto bem mais facilmente do que nós quando educados juntos, em harmonia e em paz. Espantosamente são até capazes de se relacionar connosco, que tanta dificuldade temos em nos relacionar de um modo geral, entre nós e com eles, não abordando já as atrocidades que comentemos, com eles e entre nós.

De onde me veio agora toda esta conversa ingénua e ilusória?
Vejam o vídeo, por favor.
É por isso que eu gosto tanto deles, conservam uma pureza de alma - sim, de Alma - que nós perdemos algures no meio da nossa "racionalidade"


COMO UM SONHO PROFÉTICO

O autronauta Chris Hadfield, da Agência Espacial Canadiana, após passar cinco meses no espaço como comandante da E.E.I. fez uma despedida em grande com a espectacular gravação  do super-êxito de David Bowie "Space Oddity" ( 1969 - quando as estações espaciais eram ficção e sonhos) que ganhou contornos de canção profética um pouco ao jeito das obras de Arthur C. Clarke, salvaguardando as devidas distâncias



Já anteriormente este Coronel havia publicado um video com fotos suas tiradas a bordo da Estação Espacial com o fundo musical original de "Space Oddity" cantada por Bowie. Um Comandante criativo sem dúvida, um homem polifacetado que é tido como o mais "cool" dos astronautas inter pares


















DAVID BOWIE - SPACE ODDITY - 1969 ORIGINAL VIDEO




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OS REVESES DAS CONCORDÂNCIAS

Nem tudo o que brilha é ouro,
nem tudo o que parece é,
e por aí fora...

A discordância entre Pedro Passos Coelho e Paulo Portas... Hum...
Esta divergência que agitou hoje as águas, e os lamaçais, entre os activos políticos e a ávida comunicação social pode ser a evidência de agitadas correntes profundas, como poderá ser um mero ondular superficial após umas pedritas atiradas ao charco
Não sei, digo eu...
Não é só o Prof. Marcelo que gosta de construir, ou constituir, factos políticos.

Não percebo bem aquelas caras de "G'anda bronca" com que abriram os telejornais, mas é natural, há tanta coisa que eu não percebo bem, sobretudo nos telejornais.
Pois. Mas eu gosto de uma agitaçãozinha, gosto de uma discordância saudável...
E também gosto, depois, de ver os chicos--espertos a engolirem os sapinhos todos.

A discordância é boa, trás luz e ideias, anima as hostes, afirma pluralidade e aguça o engenho.
Às vezes a discordância nem o é, trata-se apenas de um mero exercício técnico ou tático.
Um governo, mesmo que, de coligação não tem de ser um espelho da irmandade "Dupond et Dupont" das histórias do Tintin. Essa versão pode até tornar-se bastante ridícula e inverosímil, como adiante demonstrarei.

Esperemos para ver... Não vale a pena pintar já a manta


Dizia, lá mais acima, que adiante demonstraria como a concordância se pode tornar bastante ridícula e inverosímil... Atentai pois no vídeo abaixo e vejam lá se os cânticos a uma só voz não se podem  tornar hilariantes.  Viva a discórdia!




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POR QUE LHE CHAMAM "ODE À ALEGRIA"?

QUANTO MAIS NÃO FOSSE A RESPOSTA (TAMBÉM) ESTÁ AQUI, VEJAM.




PRESENÇA DE ESPÍRITO

Esta amostra de gente que aparece no vídeo abaixo, e que é já, obviamente, uma excelente cavaleira, tem um pequeno precauço durante a prova que está a disputar.
Pequeno precauço, chamo-lhe eu, que não estou lá... Há muito boa gente, crescida e mais experiente, que não daria a volta com a calma e a presença de espírito que esta pequena demonstrou.
No vídeo, cerca dos 40 segundos, após saltar o segundo de dois obstáculos continuos, a menina perde o equilíbrio, perde os estribos e quase pára. Mas não perde a decisão e mantém a sua enorme presença de espírito; retoma o percurso e salta, sem estribos, um obstáculo retomando a forma e avança de novo para os dois obstáculos continuos sem faltas.
Mesmo assim conseguiu um digno 2º lugar.
Espantosa!


VAMOS VER, NÃO CUSTA NADA



 Cada visualização é um contributo para a educação destas meninas;  
Ajudar nãocusta nada.
Vamos lá saber porquê. 


Se quiserem partilhar dirijam-se ao link:
http://portal.sliderocket.com/BBVXH/Hoshyar-Foundation

QUE "LOUCURA" SERIA A TUA?

A Coca-Cola apresentou mais uma campanha bem original.
Desta vez a marca dá a conhecer pessoas que praticam de facto as acções que nos são mostradas, não se trata apenas de representações publicitárias.
"Loucuras"  praticadas a bem da comunidade:  a jardineira secreta, o anónimo que dá 1000 dólares por dia a um desconhecido na rua e Jeff Waldman que instala baloiços em lugares inesperados em San Francisco.
Vale o tempo de ver
Vale o tempo de pensar que "loucura" seriamos capazes de fazer para melhorar o dia de alguém
Vale o tempo de por em prática a nossa ideia "louca"

Sejamos ousadamente, generosamente, "loucos"



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AS VÍTIMAS DA NOSSA AMORALIDADE

É lamentável que um grande laboratório como o AstraZeneca não encontre outra forma de testar compostos medicamentosos sem ter de utilizar cães - os amigos da humanidade por excelência. 
Os Beagles são cães particularmente meigos, inteligentes e sociaveis. Eu sei, tenho um que é, como a maior parte dos cães, uma fonte inesgotável de doçura, companheirismo, alegria e devoção

Tomo regularmente um medicamento fabricado por este laboratório, um produto de facto formidável, com provas mais do que dadas e que se vende aos milhões há muitos anos. Embora não se encontre disponível, no nosso país, fabricado sob outra mar
ca de outro laboratório, encontra-se à venda o genérico fabricado pela Ratiopharm , nas suas várias dosagens,  e pela Stada, na dosagem mais comercializada; só a forma injectável não é substituível
Podem encontrar AQUI:
http://www.astrazeneca.pt/areas-terapeuticas/Medicamentos

a listagem de medicamentos AstraZeneca vendidos em Portugal; se poderem substituí-los por apresentações genéricas, ou de outras marcas, seria uma óptima ideia, e peçam aos vossos médicos para o fazerem.


A razão apresentada pela AstraZeneca para não suspender a experiências laboratoriais nos Beagles?
É preciso ter lata pois os Beagles são conhecidos em Inglaterra, pelo menos, desde o reinado de Helizabeth I, mas foi a seguinte, apresentada pelo senhor Head of Corporate Affairs for AstraZeneca, na Suécia, na carta dirigida à Beagle freedom project:

«because these dogs have been purpose-bred for research, the best solution is to continue to utilise them for research at AstraZeneca facilities and by third parties acting on our behalf.”

Disagree? Everyone who supports the BFP has seen a hundred examples of “purpose-bred for research” beagles go on to thrive with loving families. 
To suggest they are incapable of a normal life is cynical and naive. 
Send a polite email to AstraZeneca explaining these are not just test-tubes but dogs no different than our own! 
E-mail: kontakt@astrazeneca.com

É COM ALÍVIO QUE INFORMO: HOJE DEIXEI DE SER UTENTE DA ASTRAZENECA
_________________________ 
APELO DA 


The Beagles of AstraZeneca
 
For the last 10 days the Beagle Freedom Project has been in behind the scenes talks over the fate of the 400 beagles at the pharmaceutical breeding center in Sweden. 
After trading letters, emails, and phone calls we felt very close to saving at least some of the dogs from further testing. 

Sadly today we must report that AstraZeneca has denied this opportunity and condemned the beagles. Everyone at the BFP is devastated, but undeterred. 
We are NOT giving up hope yet. Stay tuned for details on how you can HELP us HELP those dogs!


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RESGATES  PELA 
Beagle Freedom Project

Os dois primeiros, só dois...
Nunca tinham estado em liberdade nem posto as patas na relva.

«On December 23, 2010, ARME rescued two Beagles from a medical testing laboratory. These dogs had never seen the outdoors, walked on grass or felt a gentle touch. We captured their first steps into a kind world. They had also been de-barked and fed only “laboratory chow.” ARME will continue with these rescues when it can.»



Em Novembro de 2011
40 Beagles viajaram de Espanha para Los Angeles para serem libertados e adoptados
Muitas emoções...

«On November 23, 2011, We saved 40 beagles from a laboratory in Spain where they had lived their entire lives and flew them to us to Los Angeles, CA.
Many had tattoos not just in one ear, but in both, indicating they had come from more than one laboratory. Many of these angels landed with teeth rotten, bleeding and falling out and tumors. Some had to have surgery – many had to have teeth pulled.
They are all doing exceptional now and have all gone into their forever homes!»




Para quem tiver "estômago" fica um vídeo bastante esclarecedor acerca de alguns dos testes, pior, do tipo de vida (???), a que estes doces animais são sujeitos durante anos, dia após dia, nos laboratórios.

ATENÇÃO, NÃO RECOMENDÁVEL PARA CRIANÇAS



É DADO? NÃO PRESTA

Se um violionista, por exemplo, der um concerto num grande teatro em Boston, ou Nova Iorque, ou Sidney, ou qualquer outra grande metrópole;
Se os lugares para esse concerto custarem uma média de 100 dólares US;
Será natural presumir que se trata de um músico consagrado, alguém que, muito provavelmente, valerá a pena ouvir.
Imaginemos que alguém nos oferecia um lugar de borla para um concerto assim, seria de aproveitar, certo?

Certo talvez, mas não é evidente... Isto das "borlas"  tem os seus quês e por quês

Acabei de ler uma pequena história que me deixou pensativa... Creio que merece ser contada aqui e lida com atenção.

No final deixo dois vídeos:
o primeiro ilustra esta história publicada no Washington Post, (o som, naturalmente, não é grande coisa)
o segundo mostra o mesmo violinista tocando um excerto de um concerto de  Mendelssohn, uma das minhas peças para violino preferidas.

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«A Violinist in the Metro»

«A man sat at a metro station in Washington DC and started to play the violin; it was a cold January morning. He played six Bach pieces for about 45 minutes. During that time, since it was rush hour, it was calculated that thousand of people went through the station, most of them on their way to work.

Three minutes went by and a middle aged man noticed there was musician playing. He slowed his pace and stopped for a few seconds and then hurried up to meet his schedule.

A minute later, the violinist received his first dollar tip: a woman threw the money in the till and without stopping continued to walk.

A few minutes later, someone leaned against the wall to listen to him, but the man looked at his watch and started to walk again. Clearly he was late for work.

The one who paid the most attention was a 3 year old boy. His mother tagged him along, hurried but the kid stopped to look at the violinist. Finally the mother pushed hard and the child continued to walk turning his head all the time. This action was repeated by several other children. All the parents, without exception, forced them to move on.

In the 45 minutes the musician played, only 6 people stopped and stayed for a while. About 20 gave him money but continued to walk their normal pace. He collected $32. When he finished playing and silence took over, no one noticed it. No one applauded, nor was there any recognition.

No one knew this but the violinist was Joshua Bell, one of the best musicians in the world. He played one of the most intricate pieces ever written with a violin worth 3.5 million dollars.

Two days before his playing in the subway, Joshua Bell sold out at a theater in Boston and the seats average $100.

This is a real story. Joshua Bell playing incognito in the metro station was organized by the Washington Post as part of an social experiment about perception, taste and priorities of people. The outlines were: in a commonplace environment at an inappropriate hour: Do we perceive beauty? Do we stop to appreciate it? Do we recognize the talent in an unexpected context?

One of the possible conclusions from this experience could be:

If we do not have a moment to stop and listen to one of the best musicians in the world playing the best music ever written, how many other things are we missing?»


FELIZ ANO NOVO

O QUE ESTÁ FEITO NÃO NOS RESTA FAZER.
O QUE NOS FALTA AINDA PERCORRER
QUE SEJA COM VONTADE, ALEGRIA E CARÁCTER.

UM ANO CHEIO EM QUE OS BONS MOMENTOS ADOCEM OS MENOS BONS
VAMO-NOS A 2013 DE PEITO ABERTO.


LIVRE ARBÍTRIO

O "Espírito de Natal" está connosco todos os dias,
Podemos ou não vê-lo;
Podemos ou não senti-lo;
Podemos ou não ser a parte individual de um mundo um bocadinho melhor.
A isto chama-se Livre Arbítrio
e é o que nos define enquanto Seres Humanos.

FELIZ NATAL

 

TENTEM VER ISTO SEM FICAR DE BOCA ABERTA.

2,12 metros
Sem sela. Sem estribos. Sem esporas.
Quem sabe sabe, quem é bom é bom,
e estes são os dois espantosos: Robert Whitaker e Casino
Um record mundial que demonstra a bons entendedores
o que não é preciso para se conseguir o máximo de um cavalo



VÊ S'APRENDES Ó PROFESSOR

Este vídeo não é novo, é daquela época antes das últimas eleições (digo assim para não ferir susceptibilidades, sabem que eu não gosto...) , quando Portugal estava "reduzido a lixo" por aqueles tipos da Finança Internacional.
Sabe bem rever, faz bem relembrar porque anda por aí muito português que está esquecido de por onde passamos há bem pouco tempo, e pode ser que seja instrutivo para quem anda a fazer fitas que não têm ponta por onde se lhes pegue... Nunca é tarde.



Esta coisa dos filmes lembra-me os intervalos e estes lembram-me os anúncios;
Recordam-se deste?























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A PERMANENCIA DA CONSCIÊNCIA

Não vou tecer qualquer comentário sobre esta questão; é um tema sobre o qual sou capaz de conversar, trocar ideias, opiniões, mas escrever sobre este assunto não é coisa que se possa fazer de ânimo leve nem em linhas mais ou menos contadas.
Trouxe aqui esta informação , se assim se pode chamar, por ser uma questão que nos toca a todos - ou deveria - nenhum de nós sabe se um dia terá de enfrentar uma situação destas, enquanto doente ou enquanto observador.
Sabemos muito pouco sobre a consciência, os seus limites, o seu "prolongamento", e menos ainda sobre a sua sobrevivência, ou não.
O que aqui deixo é "um grão de areia" mas, a quem interesse, é uma ponta da linha para puxar neste emaranhadíssimo novelo.


«Doente em estado vegetativo há 12 anos 
consegue comunicar com os médicos» 

«Um homem que se acreditava estar em estado vegetativo há mais de uma década conseguiu comunicar-se através de um exame de ressonância magnética - algo inédito e que pode obrigar a reescrever os manuais de medicina»
«Esta é a primeira vez que um doente com lesões cerebrais graves e incapaz, até aqui, de qualquer comunicação, pode transmitir uma informação sobre o seu próprio estado aos médicos. 
Depois de sofrer um acidente de carro, há 12 anos, Scott Routley ficou num estado que foi considerado vegetativo, sem mostrar qualquer sinal de consciência ou capacidade de comunicar.
O canadiano, 39 anos, foi agora submetido a uma série de perguntas enquanto a sua actividade cerebral era avaliada através de uma ressonância magnética. E conseguiu passar aos médicos a informação de que não tem dores.
"Scott conseguiu mostrar que tem uma mente consciente e pensante. Examinámo-lo várias vezes e o seu padrão de actividade cerebral mostra que está claramente a escolher responder às nossas perguntas. Acreditamos que ele sabe quem é e onde está",
explica o neuro-cientista britânico Adrian Owen, líder da equipa do Instituto da Mente e do Cérebro, da Universidade de Western Ontario.
"Poder questionar um paciente sobre algo importante para eles tem sido o nosso objectivo há muitos anos. No futuro poderemos perguntar o que podemos fazer para melhorar a sua qualidade de vida. Podem ser coisas simples, como o entretenimento ou as vezes ao dia que são lavados e alimentados",
acrescentou, exultante, em declarações à BBC.
O neurologista que tem acompanhado Routley, Bryan Young, admite que os resultados da ressonância magnética transformam todas as conclusões que têm sido aceites ao logo dos anos sobre este tipo de doentes.
"Ele tinha o quadro clínico de um doente vegetativo típico",  relembra.»
In "Visão" on line - 13 Nov.2012
Nota: Este texto foi corrigido de Acordês para Português

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Link ao artigo completo na BBC News/Health
Transmissões televisivas BBC:
  • Fergus Walsh presents The Mind Reader: Unlocking My Voice - a Panorama Special BBC One, Tuesday, 13 November, at 22:35 GMT
  • BBC World News on Saturday, 17 November, at 09:10 GMT , and 
  • Sunday, 18 November, at 02:10 & 15:10 GMT
Após estas datas ficará disponível on line durante alguns dias no BBC Panorama

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Na página da BBC/Health de Fergus Walsh, o correspondente médico da BBC, encontra-se um artigo deste autor, que passou mais de um ano seguindo doentes com danos cerebrais em Inglaterra e no Canadá, escrito para a apresentação do programa a apresentar pelo programa Panorama/BBC, no qual se propõe abordar questões como as seguintes:
«O que significa o estado vegetativo?
Acordar de um coma, abrir os olhos e, ainda assim, não apresentar tomada de conhecimento aparente?
Qual  o impacto nas famílias destes doentes, não sabendo se os seus entes queridos os reconhecem e se as palavras que dizem são compreendidas ou caiem no vazio?»
«What does it mean to be vegetative? 
To wake from a coma, open your eyes and yet have no apparent awareness?
What is the impact on the families of such patients, not knowing if their loved ones recognise them and whether the words they speak are understood or fall into a void?»

No pequeno, mas interessantíssimo vídeo que publico abaixo, Fergus Walsh fala com o Professor Adrian Owen, o neurocientista britânico que chefia a equipa do Instituto da Mente e do Cérebro, da Universidade de Western Ontario, que tem vindo a seguir Scott Routley, o doente referido no artigo da BBC e publicado pela Visão. Aqui explica, e mostra, a diferença entre um cérebro saudável, um em estado vegetativo e um em que, apesar do indivíduo ser mantido fisiologicamente vivo em suporte artificial,  apresenta morte cerebral

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E por fim, assim à laia de motivação para aprofundar o conhecimento sobre esta matéria e sobre o trabalho do  Professor Adrian Owen, que ele tem vindo a diversificar e a aplicar em vários campos das patologias cerebrais cognitivas, como, por exemplo, a doença de Alzheimer.



BOND, JAMES BOND...

SHAKEN, NOT STIREED


James Bond completou hoje meio século. E que meio século...

Cresci com ele. Tive aventuras, missões perigosissimas, vitórias impossiveis.
Aprendi que não há momentos finais, há situações que exigem determinação.
Tive a minha paixoneta por Roger Moore, depois percebi que Sean Connery afinal não era um senhor mais velho, como o meu pai, era um giraço intemporal. Perdi-me no encanto de Pierce Brosnan quando já tinha idade para não me perder em encantos, mas aquele era seguro, de celuloide, e irresistível.

Não tenho tendências coleccionistas mas tenho a colecção de "Cosmos" de Carl Sagan, tenho a saga do "Senhor dos Aneis" e... os James Bond, todos, e venham mais.

Não quero saber se é fantasista, ilógico, comercialão, e tudo o mais que lhe queiram chamar. Eu gosto, muito. É "entertainement" despretencioso e com o melhor que um filme de aventuras nos pode dar; as excitantes inovações do inesquecível "Q", as Bond Girls, os carros, os cenários que nos transportam do fundo do mar a naves espaciais, de mundos de gelo às crateras mais profundas da Terra, o inesperado, o irónico, o irreverente, e as cenas de tiros, explosões e bofetada que nunca estravasam aquela violência gratuita que vende mas maltrata. Às vezes até fala de coisas a sério, com graça, com um very british humor insubstituível.

Quem não gosta só pode ser por preconceito, digo eu

Venham mais 50..


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