Quando o Costa telefonou à mãe a dizer: "Mãezinha, estou no meu gabinete em S. Bento, sou o primeiro-ministro", publiquei aqui uma serie de posts numerados, porque tinham todos os mesmo título - "Não vou levar isto a sério". Já não sei sobre o que versavam mas, pelo menos, a forma de encarar a recém-parida geringonça era realista, o Costa é de facto um pândego!
Hoje o Costa saiu-se com esta:
«O país respira um clima de tranquilidade, com as famílias e as empresas a já não viverem no sobressalto do que poderá acontecer no dia seguinte». «Demos paz ao Tribunal Constitucional e há um excelente clima de relações institucionais entre o Governo, o Presidente da República, a Assembleia da República, os demais órgãos de soberania»Na sexta-feira passada o Jerónimo resvalava um bocadinho desta visão harmoniosa; de manhã votava o O.G.E , pois que chatice lá terá de ser, à tarde juntava a sua à voz dos outros que, em greve da Função Pública, proclamavam "a luta continua" mostrando, o Jerónimo, que está conivente mas não morto.
Já aquela rapariga Mortágua, referindo-se ao O.G.E. - 2017, se queixava de «divergência clara entre o B.E. o o governo» enquanto a doce Catarina afirmava haver espaço para negociações, que o governo dizia não haver verba mas o B.E. achava que sim, é tudo uma questão de redistribuição. Ou será que ela queria dizer "reprodução"?
«A dívida pública portuguesa manteve a tendência de agravamento no terceiro trimestre deste ano, atingindo o valor mais elevado pelo menos desde 2007.» (133%)Está bem, pá, mas isso são contingências do crescimento económico, o povo é sereno.
Foi depois revisto em alta no O.E. - 2017 para 129,7%;
Parece contar-se com uma descida de mais de três pontos percentuais nos últimos três meses deste ano...




































