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A PARTE QUE TEMOS DE LEVAR A SÉRIO

Não quero tecer comentários nem alongar-me sobre o assunto, de há uns anos a esta parte tornei-me tendencialmente hipertensa.
(É do mau feitio, dizem as más línguas).
Deixemos então as palavras, que tendem a azedar, e tomemos os números fornecidos pelo IGCP



Há que ter calma, o governo, ou lá o que é esta coisa, tomou posse apenas há uns dias mais do que mês e meio (26Nov.2015), ainda a procissão vai na praça...

 O Estado aumenta em 12,1 mil milhões de euros as necessidades de financiamento até 2019 e atira 6,6 mil milhões de dívida do FMI para pagar depois da legislatura 
Custo médio da dívida do FMI - 4,7% 
Juros da nossa dívida a dez anos no mercado - 2,6% 

(Fazei as continhas, fazei...)

 Olhando para a segunda linha da tabela:  "Défice do subsector Estado", percebe-se que em quatro anos o Governo de António Costa prevê ter défices superiores ao previsto pelo Governo anterior de 11 mil milhões.

- Em quatro anos, o Estado prevê endividar-se em 71,1 mil milhões; 
- Em Setembro último previa ir aos mercados buscar apenas 59 mil milhões. 

- Nestes mesmos quatro anos, o Estado previa pagar antecipadamente ao FMI 16,9 mil milhões de euros, 
- Agora prevê devolver apenas 10,3 mil milhões.

(Por outro lado... Não fazei continhas, sede felizes, gozai os feriaditos, trabalhai 35 horas semanais e por aí fora e coiso e tal, sempre, sempre ao lado do povo até à bancarrota final)

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