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PORTUGAL. AGORA.


Publico um relato de alguém que não conheço mas que anda por aí distribuindo comida e água, fazendo apelos em zonas que não têm qualquer rede, fixa ou móvel, inclusivamente informando de pequenos focos de fogo que teimam em reactivar-se. (as torres de vigia continuam fechadas)
Que as bençãos do Universo recaiam sobre ele


Nada mais tenho a dizer, não tenho palavras.
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Deixo um link à página porque esta é pública no Facebook

Joao Paulo Henriques
«Hoje de manhã quando fomos distribuir os alimentos às pessoas vítimas dos incêndios na zona de Oliveira do Hospital, encontramos uma aldeia chamada Anceriz no Concelho de Arganil que metade estava destruída.
Não se via ninguém, até que decidimos ir bater às portas das casas que não estavam queimadas para saber se precisavam de mantimentos.
Na primeira senhora que nos abriu a porta, perguntámos se precisava de comida ou água, ela de imediato começou a chorar compulsivamente a dizer que não tinha água para beber, não tinha comida nem electricidade há 2 dias e que tínhamos sido os primeiros de fora a chegar.
A senhora tinha os braços e as pernas com ferimentos de queimaduras e sem estarem tratados.
Perguntamos se tinha mais pessoas ali a precisar e ela de imediato disse que ía chamar as outras pessoas.
De repente começam pessoas a vir rua abaixo na nossa direcção a chorar a pedir principalmente água que estavam com sede!
Como é possível isto estar a acontecer????
De seguida fomos a Oliveira do Hospital e avisamos o posto da protecção civil que aquela aldeia estava metade destruída e com as pessoas naquela situação.
Um dos senhores da protecção civil ainda me perguntou se eu estava a falar a sério!
COMO ISTO É POSSIVEL ESTAR A ACONTECER!
Para que não haja dúvidas do que aconteceu, pois estão pessoas a quem não interessa a verdade e estão a pressionar para apagar isto,vejam os meus diretos!
Hoje eles, amanhã podemos ser nós!
Juntos somos mais fortes!»

O REBANHO QUE SE CUIDE


É do conhecimento público que a Galiza esteve a arder.

Morreram 4 pessoas.

Em Santiago de Compostela, em Vigo, em Ourense, em Pontevedra, um pouco por toda a Galiza milhares de pessoas foram para a rua protestar e exigir que o Estado cumprisse a sua obrigação: proteger as pessoas.

Também em Madrid e em Barcelona as pessoas foram para a rua fazer-se ouvir.

Palavras agrestes foram gritadas como - “um governo que improvisa é um terrorista”; gritaram-se exigências: "novo plano de protecção das montanhas" e "mais meios técnicos e humanos para combater os incêndios".


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Em Portugal o número de pessoas que morreram nesta última vaga de fogos já se elevou a 41


Diz o Costa:
"OS PORTUGUESES SÃO ADULTOS, 
SABEM QUE OS GOVERNOS NÃO TÊM VARINHAS MÁGICAS"

Ninguém tem varinhas mágicas mas existem pessoas que trabalham dentro dos meios ligados ao combate aos incêndios - essas têm de ser ouvidas e respeitadas - não uns arrivistas que tomam o seu lugarzinho como um tacho e se desdobram em incompetência e ignorância; Existem meios que devem ser utilizados, não postos de lado porque se chegou ao fim de Setembro.
Todos sabemos do que falo, não faz sentido alongar-me.

QUEM FALA POR ELE?

Os portugueses também não têm varinhas mágicas mas, se quiserem usar, têm voz, têm autoridade, têm direitos

Se têm maturidade???  Isso está por ver e ouvir. 
Até agora...
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...E O PASTOR DORME, digo eu

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«A obsessão de que falhou alguma coisa não faz sentido» - Costa dixit.

Evito falar do Costa; evito falar do governo de um modo geral, normalmente acabo com uma dose excessiva de um cocktail de Alka-Seltzer e Guronsan, mas estes tipos - refiro-me à malta que ficou em segundo lugar nas Legislativas - conseguem tirar-me do sério, o que não é nada fácil porque habitualmente não os oiço. Basta um momento incauto, um rádio ligado no carro, um café numa pastelaria com TV... e pronto, lá vem a naúsea.
Hoje é pior do que naúsea, hoje deu-me vontade de chorar: chorar de pena, chorar de injustiça, chorar de raiva, chorar de impotência, chorar de vergonha.

Vejam este vídeo, um de muitos, e agarrem as lágrimas no peito

Não há lágrimas que lavem a tragédia encerrada em gabinetes confortáveis e seguros, em reuniões que de pouco mais servem  do que para tranquilizar algum sentimento de culpa que ocupa o espaço da consciência.


Confirmados 38 mortos (incluindo bebé de 1 mês),  
7 desaparecidos 
63 feridos (15 graves)
Números podem subir.

Costa diz que é preciso “tempo” para que o Governo analise o relatório da comissão independente sobre a tragédia de Pedrógão e tome medidas.
“Temos de transformar as recomendações em medidas práticas, temos de passar aos actos. Isso implica tempo, mobilização política, de meios e recursos”
TEMPO? Precisa de tempo? E  o raio que o parta, não?
O incêndio de Pedrógão deflagrou no dia 17 de Junho último. 
Depois desse dia malfadado as desgraças multiplicaram-se. Não quero ignorar que este Verão foi muito quente, que existe uma seca grave, mas mesmo considerando esses factores que escapam ao controlo humano é preciso ter uma enorme lata para reclamar TEMPO para analisar sacudindo a água do capote... Que raiva me dá!
Já foram de férias, já fizeram campanha, já brincaram ao pau com os ursos. Tempo?

Havia, e continua a haver, uma obrigação moral e uma responsabilidade institucional por parte dos poderes executivo e legislativo de assumirem as suas funções  "de caras" e de tomarem as rédeas da situação. A Assembleia estava fechada para férias? Pois que abrisse. O Costa estava cansadito e queria ir para Palma de Maiorca? Pois que adiasse as férias, ele e os outros muxaxos que se sentiam olheirentos. Ser governo não é ter um emprego. Nem ser deputado. Ser poder é assumir um compromisso de servir um país. Perceberam?
De meio de Junho a meio de Outubro vão quatro meses, mais de 120 dias. 

Queres mais tempo Costa? Ok, pode ser que o fogo chegue a S. Bento.

Diz o Costa:
«Essa obsessão de que falhou alguma coisa não faz sentido. A culpa é do desordenamento da floresta, que está mal estruturada e é pouco resiliente, um problema que se acumula ao longo de décadas.»

Falhou alguma coisa? 
Nãããõoooo. o povo anda obcecado com os fogos, culpa das TV's que só filmam para o lado que arde. 
este fim-de-semana arderam matas nacionais impecavelmente ordenadas e tratadas – provavelmente as únicas matas nacionais bem tratadas, as do Pinhal de Leiria. A culpa é do desordenamento da floresta...  E talvez também do rato Mickey que tem a mania de ir para lá fumar charros.

Quando questionado sobre se seria prudente dar por terminada a "Fase Charlie" o secretário de Estado da Administração Interna, essa avantesma, respondeu que o corte de 40 % dos meios de combate, provocado pelo fim da Fase Charlie, estava devidamente calculado. Na resposta, o Governo referiu ainda que não fosse estendida a fase Charlie, tinha sido reforçado o dispositivo de combate aos fogos. O-QUE-É-MENTIRA.
Todos os postos de vigia da rede nacional - todos os 236 postos - foram encerrados a 30 de Setembro.
Isto é compreensível? É perdoável?
Vem o Costa dizer que o governo irá assumir as suas responsabilidades... Pois sim. Que o diga na cara de quem perdeu os seus, as suas casas, a sua terra, a sua empresa, os seu sustento. Na cara dos portugueses já disse e ainda ninguém veio para a rua responder-lhe...

Números...

Durante a Fase Charlie os meios humanos de prontidão chegavam aos 9740 operacionais; sofreu uma redução de quase 45% - 5518 operacionais disponíveis.
Veículos de prontidão disponíveis: a 1 de Outubro passou dos 2053 para 1318, um corte de mais de 35%..
Meios aéreos -  a redução registada a 15 de Outubro era mais significativa: 65% -  de 47 para 18/16. (Meios aéreos disponíveis de 1 de Julho a 30 de Setembro 47; passaram a ser 24 a 1 de Outubro; 18 a 5 de Outubro; 16 a 15 de Outubro.)

O relatório? 
O relatório põe o dedo na ferida, em muitas feridas, e aborda incompetência, falta de prontidão na actuação, falta de profissionalização, falta e utilização de meios disponíveis...  
«...como agora nos disse, preto no branco, a Comissão Independente que investigou o fogo de Pedrógão Grande, o sistema de Protecção Civil montado por Costa quando era ministro não é o adequado. Não serve. Nem está servido pelos mais competentes, antes por demasiada gente com o cartão do partido. Depois, porque a opção feita há dez anos foi feita.»
Obviamente não o li, não creio que esteja disponível para o português comum e eleitor (virá a estar?) e são 250 páginas de leitura de uma tragédia mortal. O Expresso e o Observador - talvez outros - oferecem uma boa janela para o interior deste revoltante relatório:

E o Secretário de Estado da Administração Interna, o que dizer das declarações deste mimo governativo?

Jorge Gomes, secretário de Estado da Administração Interna, disse no domingo à SIC Notícias:

 «Temos que nos auto-proteger, as comunidades têm de ser pro-activas ao invés de ficarem à espera do socorro dos “nossos bombeiros e aviões». 
Costa nada comentou sobre estes mimos do Gomes; tem razão mais vale estar calado


Eu também não digo mais nada.


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«Quando o “pacote florestal” foi aprovado não foram poucas as vozes de técnicos, especialistas e cientistas a criticá-lo. A considerá-lo ou insuficiente, ou mesmo errado. Ninguém lhes deu ouvidos, as atenções estiveram todas numa discussão espúria sobre eucaliptos com o Bloco de Esquerda. Agora basta ler o relatório da Comissão Independente para concluir que essa reforma, de quem o ministro disse que era “a maior desde D. Dinis” (por ironia trágica do destino é com este mesmo ministro que ardeu o emblemático pinhal que ainda hoje associamos a D. Dinis…), é no mínimo muito insuficiente, nalguns casos contra-produtiva. Muitas das sugestões dos especialistas contrariam o que foi legislado, a maioria propõe acções que não estão contempladas nas leis aprovadas.»
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«Numa altura de seca severa e extrema em quase todo o país e previsões de tempo quente, o país não tem activo nenhum dos 236 postos da Rede Nacional de Postos de Vigia.
A informação foi confirmada à TSF pela GNR, que gere estes postos de vigia, sublinhando que cumpriu aquilo que está previsto na Directiva Operacional Nacional onde se planeiam os meios anuais de combate aos fogos, feita pelo Ministério da Administração Interna e Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC, que remeteu qualquer esclarecimento sobre o assunto para a GNR).
Fonte - TSF 10 Out. 2017
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O governo não tem nenhuma varinha mágica.” - Costa
Pois... nem eu. 

PARA BOM ENTENDEDOR UM FADINHO BASTA.

Apesar de múltiplas provocações que me "e-mailaram" não me vou debruçar sobre o assunto. Não vou mesmo.
Dediquei-lhe muitas palavras, muitos posts, muitas emoções fortes; agora é tempo de espera... A ver vamos...

De quem falo? Ora...

Sempre achei graça a este faduncho tão luso, ólarilólélas, como este não há nenhum!

A COMUNICAÇÃO SOCIAL E O AQUÁRIO

OS FACTOS

- PSD perde 20 Câmaras , das quais 15 para o PS

- PS perde 15 Câmaras , das quais 12 para o PSD

- CDU perde 10 Câmaras das quais 9 para o PS

- Em Lisboa o PS perde 3 Vereadores (passa de 11 para 8) e perde a maioria absoluta conquistada em 2013

- Em Lisboa o PSD perde 1 Vereador ( tinha 3, fica com 2)

- Em Lisboa o CDS ganha 3 vereadores (tinha 1 passa para 4)

- Em Lisboa, PSD+ CDS ficam com 6 vereadores (tinham 4)

- Em Lisboa , na assembleia Municipal, o PS elege 22 deputados (tinha 25); perde 3, tantos quanto o PSD

- Em Lisboa o CDS passa de 2 para 9 deputados , na Assembleia Municipal, ficando PSD + CDS com 17 eleitos em vez de 14

- No Porto, o PS é derrotado por uma "coligação" que inclui o CDS e que tem maioria absoluta com votos "legislativos" do PSD


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Considerando FACTOS não se encontra, no grosso da COMUNICAÇÃO SOCIAL, o seu reflexo mas sim uma leitura de acordo com aquilo que se pretende estabelecer como realidade social.

A realidade social pouco tem de comum com o que foi martelado ao fecho das urnas: primeiros, segundos ou terceiros, as análises e parangonas são falaciosas.

Os factos, como é constatável, podem analisar-se de forma a servirem jogos palacianos que se estão desenvolvendo por detrás da cortina, mais despudoradamente do que alguma vez foi. Sinal dos tempos.

A comunicação social é parte integrante dessa cortina e presta-se a um papel servilista - talvez nem tendo presente aqueles que serve, talvez tendo a pretensão de servir outros mais de acordo com o que procura defender. 

Desenganem-se: não são esses que presentemente estão no comando dos bonecos falantes.

Aquilo a que assistimos presentemente em Portugal é a criação das condições óptimas de um meio no qual se possam desenvolver interesses e negociatas a coberto do poder instituído. Não é já um ambiente partidário, é mais grave, é um ambiente de comunhão de interesses, reservado e mafioso, no qual a lealdade, qualquer tipo de lealdade, não tem cabimento.



Sócrates estaria como peixe na água.
Passos Coelho, cheio de razão, deixa o aquário.

Nós, todos nós, à esquerda e à direita dentro do mesmo aquário, podemos ter a ilusão de nadar num mar no qual escolhemos a nossa direcção.

FAZENDO MINHAS AS PALAVRAS DELE

Pois é, tenho estado caladinha. A desgraça, a infâmia e o ridículo que grassam pelo único mundo onde conseguimos ir vivendo são tão envolventes que fico sem pio.
Nós por cá vamos estando em paz e as forças da natureza têm sido benévolas mas não deixamos porém de ir vivendo numa espécie de realidade alternativa, de olhos mais ou menos fechados e ouvidos demasiadamente selectivos.
Hoje também não me irei alongar, trago palavras que não são minhas mas nas quais me encontrei e umas poucas mais, que sendo minhas, serão essencialmente dirigidas ao autor das palavras que trago.
Aah, as "setinhas" são minhas, proposta de logo temporário.

Mauro Pires, autor do blog PortugalGate, por onde eu nunca havia passado, hoje deixou o post que abaixo publico e onde lhe escrevi assim:


Mauro, muito obrigada pelas suas palavras.

Estava agora mesmo por aqui a pensar que, dois dias após as autárquicas, o ódio que tem vindo a ser destilado conta Passos Coelho, pela esquerda, pela direita e pelos às riscas com pintinhas, é uma demonstração de raiva de quem é pequenino na alma e na capacidade de análise. Não é uma questão partidária - quero lá saber dos partidos - é uma incapacidade de ver além do próprio umbigo que gera umas coisas parecidas com ideias; percebo que não se goste de alguém, por boas ou insignificantes razões, já a necessidade de vociferar o que vai na bílis como se se atacasse um pérfido criminoso revela mais sobre quem odeia do que seria desejável para o atacante.
 Bem haja.

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"O PSD não merece Passos Coelho"

«Falo como cidadão e como apartidário. Detesto partidos, da esquerda à direita, mas por pragmatismo tenho que votar no socialista  menor. No meio de tanto pântano de pândegos sobressai um Homem, sim com H grande, que aprendi a gostar nos últimos 7 anos. Parecia um boy, não percebia nada disto, era só mais um para a festa. Enganei-me com o tempo, o Pedro Passos Coelho mostrou-se completamente diferente dos outros, até dentro do seu próprio partido só existem anões, também é para ti Mini Mendes, que não lhe chegam aos calcanhares. Tem muitos, imensos e caciques de defeitos, mas há uma coisa que não se lhe pode retirar: Frontalidade, Hombridade, Frieza e o seu modo lúcido de ver o panorama contextual do estado de coisas.
Não é liberal, ou se calhar, até é! Pragmático quanto baste. Acima de tudo decente. Se Passos sair, a ala social democrata do PSD vai inundar o partido outra vez, o PSD não será um partido com resquícios liberais mas sim um Partido charneira do Partido da bancarrota. O PSD não é um Partido já faz anos, é uma manta de retalhos de barões e egos que querem o tacho, a máquina o PODER. Passos Coelho cortou com o PSD bafiento e socialista, mas não o matou. Eles vagueiam na comunicação social, vagueiam como convidados de uma comunicação podre com trela do Babush de Lisboa, eles tem todos a cartilha bem estudada até ao ínfimo pormenor e todos, na noite eleitoral, disseram o mesmo da esquerda à “direita”:” Passos Coelho está morto”. Espera lá?! Mas ele já não estava morto na semana passada, em 2015 e até há 8 anos atrás? Porque se bate na treta de um defunto? Que efeito prático isso têm?
O Portugal dos anos 80 de Sá Carneiro e Cavaco é hoje muito diferente. É um País muito mais envelhecido, com medo do futuro, conservador na mudança estrutural que o País precisa. É o ambiente excelente para partidos, actualmente social-comunistas, como o PS, florescerem. Como dizia Medina Carreira, o maior Partido Português não é o PSD ou o PS, é o Partido do Estado. O PS tem o Partido do Estado na mão, faz dele o que quer, é dono e senhor do regime oligárquico que o PSD muitas vezes tem que socorrer.
Pedro Passos Coelho tem uma missão, salvar o País dos rentistas e reformar o País, mesmo que não tenha feito tudo que tinha preconizado. O PSD dos barões quer colocar Passos fora, mas quem manda são os militantes do Partido e as bases e estes estão com Passos. Se o Presidente do PSD quiser ficar tem reeleição garantida e o PSD tem um trunfo, tem um candidato decente. Se Passos sai, o seu sucessor terá uma herança pesada e comparações normais, além disso vai ser daqueles bonecos pirómanos em que a cabeça vai para cima e para baixo, é como sorrir e acenar, mas de modo mais chique.
Se Passos fundar um partido qualquer, seja ele qual for, falo por mim, voto nele. Voto na decência, na seriedade e na frontalidade do que deve ser feito. Se o próprio Partido de interesses não o quer, o País profundo quer como se viu há 2 anos atrás. O derrotado não é Passos Coelho, os derrotados são todos os canhotos caviares que falam dele todos os dias e que nem as cuecas lavam de tão borrados que estão (desculpem a frontalidade). Se ele continua a meter medo, porquê é que Passos tem que sair? Foi ele que perdeu as eleições de 2015? O camarada Seguro não ganhou em 2013 e não foi apunhalado? Costa vai sofrer as consequências do lirismo, com a derrota do PCP, Jerónimo passado 1 milhão disse que perdeu, vai colocar a CGTP nas ruas, será o fim do Estado de graça de António Costa.
Caro Pedro Passos, fica! Tens pipocas?»
Mauro Pires