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JOSÉ VOLTA, ESTAMOS À TUA ESPERA (Petição)

Não é bem que me tenha dado uma saudade muito grande, ou mesmo pequena, mas gostava que José, que comandou os desígnios deste nosso país como se fosse dele, só dele, durante 6 anos, 3 meses e 9 dias, voltasse para responder, em local apropriado, sobre as suas decisões e consequências destas, sobre as suas declarações e inexactidões das mesmas, sobre as informações que foi dando à populaça acerca do estado da nação. Gostava, eu gostava.



José lá está por Paris, vivendo uma vida muito simpática; o seu apartamentozito de estudante fica no 16ème arrondissement, bairro discreto na "rive droite" do Sena na vizinhança do Bois de Boulogne (onde faz o seu celebre jogging matinal), pode passear pelo Trocadéro e é só atravessar a pontezinha que hei-lo chegado à Torre Eiffel. Não conheço o apartamento de José mas sei que nenhum dos bairros de Paris comporta tantas embaixadas quanto o 16ème...

Entre os seus saltos ao Institut d´Etudes Politiques, pelos restaurantes e cafés de Saint-Germain, e pelas livrarias (só livrarias?) do Quartier Latin, José bem podia arranjar uns dias para passar pelo Campus de Justiça de Lisboa, aliás também este situado em local bem aprazível e privilegiado da cidade que tantas recordações sem dúvida lhe traria daquela entourage tellement VIP que "ele" acolheu durante a cimeira da Nato. Talvez José gostasse... Sei lá... Matar saudades das câmaras de TV, do bulício dos repórteres, o protagonismo nos jornais...


Volta José, estamos à tua espera. Já somos muitos os que estamos à tua espera e olha que vamos ser mais. Volta José, volta.

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E tu, também gostarias que José voltasse?
Diz lá:
PETIÇÃO PÚBLICA

«Para julgar em tribunal o eng. José Sócrates
por gestão danosa dos dinheiros públicos»


http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N9288


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DESCULPEM QUALQUER COISINHA...

Depois do outro a chamar pelo primeiro-ministro "José Trocas-te" só mesmo uma despedida "em grande" para o secretário-geral da CGTP

Não é montagem, é mesmo assim e desculpem qualquer coisinha mas, desta vez, não fui eu



São coisas que acontecem, como, por exemplo, faltar a luz durante a assinatura do acordo de concertação social... Ninguém pode prever...

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"RATE THIS"

Já vi, e sempre com gosto, vários videos promocionais de Portugal; este é diferente, não é bem "promocional", ou talvez melhor dizendo, não é apenas promocional.
Estou cansada de ouvir portugueses a dizerem mal de Portugal e o vício não vem de agora, é de longa data: agora é muito "in" e progressista, no tempo "da outra senhora" era chique.

Eu gostei, muito. (Obrigada Rui N.)
Vós, "rate this"...
Não tenho nada a acrescentar.

BRINCAR COM O FOGO

Duas notícias lado a lado neste dia 9 de Janeiro:

1
«Exportações aumentaram 15% e compramos menos ao estrangeiro»

«As exportações aumentaram 15,1% entre Setembro e Novembro, face ao período homólogo, enquanto as importações caíram 3,6%.
A balança comercial ficou beneficiada em mais de dois mil milhões de euros.
.../...
A taxa de cobertura das importações pelas exportações foi de 78,6%, o que representa uma melhoria de 12,8 pontos percentuais face à taxa observada no período homólogo do ano passado.»

2
«Adesão quase total. Só Leixões trabalha»

«A greve dos trabalhadores portuários, que começou à meia-noite e decorre até sábado, está a contar com uma adesão total, diz o presidente da Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor), Alexandre Delgado.
O porto de Leixões, acrescenta o responsável, é o único que não tem trabalhadores
filiados da Fesmarpor e, por isso, está a funcionar em pleno.
.../...
“Não consigo estimar os custos para o país. Obviamente que são elevados.
Qualquer greve sectorial tem sempre custos. Como também nunca foram capazes de nos explicar as mais-valias que geravam a partir dali, difi cilmente podemos deduzir os custos."(vice-presidente da Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários,
Vítor Dias)
.../...
A paralisação tem como objectivo contestar o processo de insolvência da Empresa de Trabalho Portuário de Aveiro.»

«“Não há economia sem logística, que é a circulação sanguínea de todo o sistema.
Não há logística sem portos competitivos e não há portos a funcionar sem uma atitude global de disponibilidade da economia para funcionar. É preciso ver que cada dia de portos parados são os nossos produtos que não saem, são as nossas empresas que estão bloqueadas, são os nossos concorrentes ao nível internacional que ocupam esse espaço. Estamos a mexer no centro nervoso da nossa economia e vejo com muita preocupação estes dias de greve”, disse Pedro Reis, presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.»

Pergunto-me se a "contestação ao processo de insolvência da Empresa de Trabalho Portuário de Aveiro" tem em mente a criação de condições para vir a "contestar" processos de insolvência dos outros portos nacionais...

Não digo mais nada, perco sempre a vontade de dizer seja o que for quando vejo brincar com o fogo.


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A MARIQUINHAS EM ATENAS

Ainda a propósito de o Fado ter passado a constar do Património da Humanidade...

O meu amigo André Maia tem estado a viver em Atenas onde tem feito um excelênte trabalho com a sua "André Maia Band", e não só.

Acabei agora de ver um dos seus últimos vídeos, gravado a 30 Dezembro último e colocado por ele no Facebook ( "You Tube" 31 de Dez.)

É por estas e por outras que há pouco mais de um mês eu dizia por aqui que o fado é um "cidadão do mundo"

Com um som de cordas tão diferente, tão grego, tão português, muito fado. Boa André! Aplausos para o artista, um beijo grande para o amigo.




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A LEGISTA E O ROBALO

Como se me tivesse caído sob os olhos de propósito, acabo de dar de caras com uma bem humorada notícia, ou talvez melhor dizendo, um bem humorado comentário a uma sequência de notícias sobre o mesmo facto, facto esse, ao que parece, bastante subjectivo. Esta "sequência", que chegou para três dias dedicados a manhoso assaltozeco sem vítimas e malogrado nos seus intentos, bem podia servir de "ilustração" à deliciosa fábula que até aqui trouxe ontem, na sua forma rebuscada de transformar um acontecimento quotidiano sem ponta por onde se lhe pegue numa "notícia" de mediática divulgação nacional com contornos de caracterização política.
Eu não gramo o Vara (nunca me deu nenhum robalo) mas o desgraçado teve azar quando foi ao Centro de Saúde...
Passo a transcrever o artigo que bem poderia ter por título «A fábula da Legista e do Robalo»
(apraz-me particularmente o pormenor de se tratar de uma médica legista que tratava do Vara - sem comentários negros...)

A título de curiosidade deixo também um link a um blog (sobre o qual não faço comentários porque não seria de bom tom) que publica uma "coisa" sobre esta notícia que demonstra inegável boa-fé e objectividade na escolha da foto para acompanhar os seus escritos.
Onde é que este blogista terá ido buscar a foto? Ora, boa-fé e objectividade é o que por aí não falta... Pois pasme-se, ao irrepreensível "Correio da Manhã".


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«O pingo doce da notícia»

«Há dias li que uma médica de Lisboa - um detalhe essencial - tinha assaltado uma ourivesaria de pistola de pressão de ar, embora tivesse usado gás-pimenta para aturdir a funcionária. Percorri a notícia até ao fim e ainda fiquei a saber que o assalto acontecera na Ourivesaria Antiquorum - "uma das mais caras de Lisboa" -, e no penúltimo parágrafo acrescentava-se, em três ou quatro palavritas sem mais explicações, que a dita médica sofria de problemas psiquiátricos. Em nome do rigor jornalístico, descrevia-se o método usado para o assalto, o desenrolar trepidante do mesmo e uma série de pormenores relevantes desta notícia de cariz geográfico.

No dia seguinte, outro jornal apresentava a notícia sob um ângulo também ele notável. A médica, afinal, não era uma médica qualquer, era - pasme-se - a médica de Armando Vara, o famoso socialista e ex-banqueiro amante de robalos. Lida a prosa, percebia-se que, em Fevereiro, Vara ultrapassara outros doentes num centro de saúde graças à ajuda desta médica que, esclarecia-se mais tarde, não era, na verdade, sua médica pessoal (é médica legista, trata de cadáveres). Apesar desta pequeníssima contradição, a notícia mais do que compensava o deslize ao contar que a assaltante tentara apoderar-se de três pulseiras e de duas argolas de ouro e que, num incrível volte-face clínico (médico que vira doente), padecia de um infeliz nódulo pulmonar. Detalhe valioso para compreender esta notícia de evidente cariz médico e político.

No dia seguinte, a história continuou o seu périplo de curvas largas e aterrou num telejornal. O repórter de serviço recuperara a informação avançada pelos dois jornais, mas omitira os problemas psiquiátricos para nos conduzir onde queria. O assalto não era um simples assalto desmiolado, era o reflexo da crise e a prova de que a pobreza atinge toda a gente - o jornalista dizia, com desprezo, "até as classes sociais ditas altas!" Neste ambiente de faroeste, contava a peça, são vários os casos de gente licenciada que se vê atraída para o mundo do crime. Números para defender a tese? Zero. Exemplos? O de um engenheiro que assaltara uma velhinha para comprar um pacote de leite.»

André Macedo - in "Dinheiro Vivo" - 04/01/2012


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UMA FÁBULA REACCIONÁRIA

Recebi agora um e-mail da Xana com a célebre fábula de La Fontaine "A cigarra e a formiga". Como sabem, esta fábula originalmente em francês (La cigale ayant chanté Tout l'été, Se trouva fort dépourvue...), desta feita foi-me enviada nas versões alemã (traduzida) e portuguesa. A primeira é curta e clara, como convém a uma versão germânica, a segunda... Bem a segunda é bem à nossa moda, muito de acordo com o "políticamente correcto", com variados interveniêntes por pouco que sejam chamados ao caso e bastante mediática - como convém a tudo o que se queira ver levado a sério por mais escarninho que seja.
Vêde e julgai; eu cá ri-me perdidamente.

A CIGARRA E A FORMIGA
(Versões alemã e portuguesa)
(autor omisso)

Versão alemã

A formiga trabalha durante todo o Verão debaixo de Sol. Constrói a sua casa e enche-a de provisões para o Inverno.
A cigarra acha que a formiga é burra, ri, vai para a praia, bebe umas bejecas, dá umas quecas, vai ao Rock in Rio e deixa o tempo passar.
Quando chega o Inverno a formiga está quentinha e bem alimentada. A cigarra está cheia de frio, não tem casa nem comida e morre de fome.

Fim
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Versão portuguesa

A formiga trabalha durante todo o Verão debaixo de Sol. Constrói a sua casa e enche-a de provisões para o Inverno.
A cigarra acha que a formiga é burra, ri, vai para a praia, bebe umas bejecas, dá umas quecas, vai ao Rock in Rio e deixa o tempo passar.
Quando chega o Inverno a formiga está quentinha e bem alimentada.

A cigarra, cheia de frio, organiza uma conferência de imprensa e pergunta porque é que a formiga tem o direito de estar quentinha e bem alimentada enquanto as pobres cigarras, que não tiveram sorte na vida, têm fome e frio.

A televisão organiza emissões em directo que mostram a cigarra a tremer de frio e esfomeada ao mesmo tempo que exibem vídeos da formiga em casa, toda quentinha, a comer o seu jantar com uma mesa cheia de coisas boas à sua frente.

A opinião pública tuga escandaliza-se porque não é justo que uns passem fome enquanto outros vivem no bem bom.
As associações anti-pobreza manifestam-se diante da casa da formiga. Os jornalistas organizam entrevistas e mesas redondas com montes de comentadores que dissertam sobre a forma injusta como a formiga enriqueceu à custa da cigarra e exigem ao Governo que aumente os impostos da formiga para contribuir para a solidariedade social.

A CGTP, o PCP, o BE, os Verdes, a Geração à Rasca, os Indignados e a ala esquerda do PS, com a Helena Roseta e a Ana Gomes à frente e o apoio implícito do Mário Soares, organizam manifestações diante da casa da formiga.

Os funcionários públicos e os transportes decidem fazer uma greve de solidariedade de uma hora por dia (os transportes à hora de ponta) de duração ilimitada.

Fernando Rosas escreve um livro no qual demonstra as ligações da formiga com os nazis de Auschwitz.
Para responder às sondagens o Governo faz passar uma lei sobre a igualdade económica e outra de anti-discriminação (esta com efeitos retroactivos ao princípio do Verão).

Os impostos da formiga são aumentados sete vezes e simultâneamente é multada por não ter dado emprego à cigarra.
A casa da formiga é confiscada pelas Finanças porque a formiga não tem dinheiro que chegue para pagar os impostos e a multa.

A formiga abandona Portugal e vai-se instalar na Suíça onde, passado pouco tempo, começa a contribuir para o desenvolvimento da economia local.

A televisão faz uma reportagem sobre a cigarra, agora instalada na casa da formiga, a comer os bens que aquela teve de deixar para trás. Embora a Primavera ainda venha longe já conseguiu dar cabo das provisões todas organizando umas "parties" com os amigos e umas "raves" com os artistas e escritores progressistas que duram até de madrugada. Sérgio Godinho compõe a canção de protesto "Formiga fascista, inimiga do artista".

A antiga casa da formiga deteriora-se rapidamente porque a cigarra está-se cagando para a sua conservação. Em vez de fazer algumas obras queixa-se que o Governo não faz nada para manter a casa como deve de ser. É nomeada uma comissão de inquérito para averiguar as causas da decrepitude da casa da formiga. O custo da comissão (inter-partidária mais parceiros sociais) vai para o Orçamento de Estado: são 3 milhões de euros por ano.
Enquanto a comissão prepara a primeira reunião, para daí a três meses, a cigarra morre de overdose.

Rui Tavares comenta no Público a incapacidade do Governo para corrigir o problema da desigualdade social e para evitar as causas que levaram a cigarra à depressão e ao suicídio.

A casa da formiga, ao abandono, é ocupada por um bando de baratas, imigrantes ilegais, que há já dois anos que foram intimadas a sair do País mas que decidiram cá ficar, dedicando-se ao tráfego da droga e a aterrorizar a vizinhança.

Ana Gomes, talvez um pouco a despropósito, afirma que as carências da integração social se devem à compra dos submarinos e faz uma relação que só ela entende entre as baratas ilegais e os voos da CIA aproveitando para insultar Paulo Portas.

Entretanto o Governo felicita-se pela diversidade cultural do País e pela sua aptidão para integrar harmoniosamente as diferenças sociais e as contribuições das diversas comunidades que nele encontraram uma vida melhor.

A formiga, entretanto, refez a vida na Suíça e está quase milionária...

FIM?


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DEPOIMENTO: ACORDO A 50%

Ouvi dizer que essa coisa do "Acordo ortográfico" entrou hoje em vigor. Que fixe, deve de haver por aí um grupito de malta muito contente. Não sei por que lhe chamam "Acordo" porque a maioria das pessoas que vive em Portugal não se têm manifestado nada de acordo com a coisa mas está bem, cá por mim podem até chamar-lhe assobio .

Conforme tive já oportunidade de AQUI expôr com alguma clareza, perante muitas situações concretas estou-me completamente nas tintas para a lei - e se traço nessa atitude alguns limites não me advém tal sensatez da urbanidade mas antes da auto-defesa. Normalmente a minha rebeldia, chamemos-lhe assim para simplificar, não vai além de um interior desdém vagamente perceptível numa subtil elevação do canto direito da boca acompanhado por um silencioso "pois, está bem..." retido no pensamento. Há alguns "respeitos pela lei" que me fazem confusão de tão estúpidos que podem ser e esses, obviamente, ultrapassam-me o pensamento saltando para as palavras, ou para a acção. Paciência, sou assim, já não mudo, já passei a idade de ter hipótese de cura.
Quanto a esta coisa do tal "Acordo" nem tenho sequer a oportunidade de levar em consideração qualquer pensamento mais sério acerca do dito: faz-me cócegas no cérebro e desmancho-me a rir; já tentei e não consigo, o médico até já me disse para não forçar porque pode ser perigoso - já têm sido internadas pessoas com semelhantes ataques de hilaridade difíceis de suster.
(Não é que eu ache que a coisa tem graça, é demasiado perversa e consequente para isso mas felizmente não me dá para chorar)

Assim como há gente que "não joga com o baralho todo" - talvez seja o meu caso, não me recuso a admitir - também há gente que quer deixar de jogar com as letras todas, "é mais fácil" dizem nas suas fracas e pouco alicerçadas justificações que pouco mais argumentam para além do facilitismo e da "evolução" - como se alteração fosse sinónimo de evolução. Está bem, levem lá a bicicleta, a taça e as letras que tanto vos pesam de tão difíceis que são.

Aqueles que frequentam o Real Gana ou que por aqui dão um salto com um mínimo de assiduidade não terão a menor dúvida de que por aqui se escreverá sempre com as letras todas.
Mais: sejam os textos da minha autoria ou de outrem, retirados de jornais, revistas ou seja lá de onde venham, aparecerão por aqui sempre com as letras todas, escritos em português, não em acordês. Acordês Aqui Não. Evidentemente.

Porém...
Porém, e só para mostrar que não sou de pedra, que também tenho coração, resolvi fazer uma cedência e parece-me que sou uma querida, amorosa mesmo, ao fazê-lo: com aqueles que, por livre exercício da sua vontade ou no exercício das suas actividades profissionais, resolvam aderir à coisa passarei a expressar-me oralmente - e apenas oralmente - respeitando as novas regras da dita.
Sei que não vai ser fácil, será até ainda mais difícil do que fazê-lo por escrito (apesar dos que dizem que "é mais fácil") mas sei que acabarei por conseguir, é uma questão de treinar lendo os pasquins em voz alta tal qual lá estará escrito.
Vêem, queridos acordeses, como eu não sou do contra; até sou uma querida, ou não sou?
É uma espécie de acordo a 50%, aliás tal como vós, acordeses, o fazem: falam em português e escrevem em acordês - eu decidi-me pelos "outros" 50%, dirigir-me-ei a vós em acordês e escreverei em português - mas por favor não se riam, é que não será de mim que se estarão rindo...


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2012

Retomando umas poucas palavras do último "post" de 2011:

Os nossos sonhos, desejos, esperanças, continuam a valer o que sempre valeram: uma projecção de Luz e alento nas nossas vidas.
A força, a integridade, o ânimo, o bom senso, a lucidez, a perseverança, a vontade, a motivação, a coragem, são caracteristicas que vêem agora o seu valor "acrescentado".
De tudo isto depende em grande parte a possibilidade de termos um "Bom Ano", pela parte que me toca é o que desejo a todos vós

(E não... não estou a publicar no Blog à meia-noite, deixei agendado, não se preocupem...)





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