.

.
.
.
.
.

THANK YOU FOR THE MUSIC

Por mal dos meus pecados, que são alguns, passei meia dúzia de noites garrado ao meu estafado portátil a trabalhar, muito e enfadonhamente. Quando passo por estas noites, mais vezes do que gostaria, ajuda-me ter um cenário de música para resistir ao sono. Muitas vezes opto por ouvir rádio porque adiciona o factor surpresa: não saber o que vou ouvir a seguir cria alguma expectativa, desperta a atenção. Tem alguns contras, oiço muita composição em que não consigo encontrar “o fio à meada”.
Desta vez, passadas mais de duas horas de trabalho ininterrupto, fui fazer uma pesquisa na Internet. Ofereci-me uma pausa para trincar e vim dar uma volta ao blog da Alex. Como sempre fixei a atenção nos textos, passei pelos comentários, dissequei a intenção colada a cada imagem. Antes de sair fui ver a “estação meteorológica” que ela colocou na coluna do lado direito, gosto de saber como vão as temperaturas, atmosféricas, por Lisboa.
Foi quando reparei numa pequena aplicação sob o título “AS MÚSICAS PARA O L. R.”. No “player” estava escrito: Judy Garland – Over The Rainbow. Uma colecção de canções infantis e mais outras quantas das que, não sendo propriamente para crianças, são ouvidas por milhões delas, como é o caso de "Over The Rainbow". Boa alternativa para uma meia hora: musica bem disposta ajuda a acordar.


Pois estava muito, mas muito aquém do que me aguardava “I Say A Little Prayer For You”.. Música, sim, toda boa. E mais... Recordações aos magotes (é, estou a ficar entradote...), sorrisos, muitos e de variadíssimas espécies, emoções, pessoas... algumas que não “via” há anos. Ai tantas pessoas que passaram nestas avenidas de música. Namoradas... algumas. Amigos. Conversas. Tardes de verão entre lençóis húmidos de suor e perfumes – I’ve Got You Under My Skin – e divertimento inocente também: revi aquele fantástico urso que se bamboleava pelo “Livro da Selva” cantando Jazz da melhor cepa enquanto desdramatizava as “parcas necessidades” de uma vida feliz. Um urso filosofo. Não resisti a abanar-me também, a caminho da cozinha numa viagem à “fonte”.


E também te encontrei a ti, Alex.
Encontrei-te no ondear do Concerto 21 de Mozart, que me acompanhou na noite em que te conheci; lembrei-me de ti a dançares ao som do tema de “Ghostbusters” e de muitas gargalhadas com o teu filho, (à beira da praia com o auto-radio no máximo); revi-te sentada na cerca a namorares uma poldra com três dias nos seus desajeitados pinotes, balbuciando entre o desejo e a tristeza: se fosse minha chamava-lhe "Amazing Grace"; encontrei-te exposta em lágrimas e raiva – Everybody Hurts – quando aprendi contigo a gostar de R.E.M.

Estou convencido de que compreendi os critérios das tuas escolhas nesta colectânea que teceste para o teu filho. Sou levado a relacionar duas características do teu ser em comunicação. Quanto escreves, aqui no blog, deixas uma parte do que dizes nas imagens que adicionas, como se de um reflexo se tratasse
(esquema que faço por respeitar quando venho escrevinar por cá). Quando escolhes música para “oferecer” é como se escrevesses uma carta, buscas-te nas palavras. Com Mozart ou Beethoven mergulhas na intenção. Eu sei como gostas de um enigma. Tentei desfiar cada um dos temas que ouvi considerando o destinatário: histórias infantis, poucas e sempre, sempre as letras que outros usaram para escrever as “cartas” que são tuas. Parabéns.
Se eu fosse um pouco mais atrevido pedir-te-ia que colhesses deste canteiro, que com tanto cuidado plantaste, uma música para mim. Roo-me de curiosidade. E só.

Passei várias noites ao som do teu blog e não esgotei o gosto.
Quando o teu Luís, para além de gostar, conseguir compreender a totalidade, ainda oculta para ele, receberá mais do que imaginaste.
Não deixes de guardar uma listagem dos temas; melhor, publica-a aqui.
Quanto a mim, por poder usufruir... Obrigadíssimo!





Aos Amigos de Alex, que por aqui passam,


Se ainda não espreitaram "As Músicas do LR, não deixem de o fazer. Asseguro-vos horas agradabilíssimas e, se for o caso, um trabalho fluido e muito menos custoso. Se o caso for outro, se forem outras horas, dificilmente encontrarão uma banda sonora tão sadiamente apaixonada. É certo que Peter Pan aparece a meio mas não existe nada mais refrescante do que uma boa gargalhada....
Mas isso todos nós sabemos, nós que somos amigos de Alex.

BANHINHO, JANTARINHO, CAMINHA - UFF, QUE ALÍVIO!

O meu filho, que em Setembro irá para a 1ª classe, teve até agora três "educadoras" de infância, uma por cada ano lectivo. Nenhuma delas se prendeu d'amores comigo. Pode acontecer que eu seja de facto "ingramável" de um modo geral mas estou convencida de que, no que se refere a "educadoras", sou um caso particular e, no que toca à senhora que "nos" calhou este ano, o sentimento é de tal forma mútuo que chega a ser romântico.

Aliás já em Fevereiro passado, pelo "dia dos namorados", expressei aqui o meu afecto (quando baralhei tudo e julguei que era namorada do meu filho, perigando a minha função de mãe e ainda meti o pai natal à mistura com a agravante de o fazer fora de época) - http://alexilr-realgana.blogspot.com/2008/02/este-um-post-invulgarmente-comprido-mas.html#links

Mas a questão que agora me leva a pensar por escrito ao longo destas linhas não é pessoal nem envolve alguém em particular. Infelizmente é demasiado generalizada para que se possa personalizar.

Hoje foi o dia do pic-nic de fim de ano para as crianças das classes infantis e pré-primárias lá da escola: levam almoço, vão para um espaço verde, brincam, pulam, correm. E, é suposto, ficarem exaustas. (Hum... nem todas...)

Fui buscar o Luís ligeiramente mais cedo e ainda estava na sala de aula, proporcionando-me a feliz oportunidade de encontrar a Mestra.

A Mestra muda e queda, após o boa-tarde que manda a regra.

Logo chegou um avô, que ficou à porta da sala, a meu lado, enquanto eu, pacientemente, aguardava que o Luís se despedisse de. Cada. Um. Dos. Colegas. Com. Um. Aperto. De. Mão... Vem de lá a Mestra cumprimentar o tal avó, não esperando que eu ali permanecesse tanto tempo. Um pouco encalacrada gracejou:

- O Luís é um gentleman. (estaria a "comprar-me"?)

- Faço o que posso, rosnei eu amavelmente.

Ela podia ter ficado por ali de conversa, mas não:

- Hoje é tomar banho e metê-lo na cama...

Calei-me.

- Hoje brincaram tanto que é um banhinho e metê-lo na cama...

Rosnei para dentro, calada.

- Hoje é que é mesmo dar-lhe banho e metê-lo na cama...

- Pois, sempre se poupa um jantar, rosnei audivelmente, muito burra sem perceber a Mestra.
E pirei-me!

A principal razão pela qual as "educadoras" não me têm nas suas boas graças é por partirem do princípio, errado, de que eu me estou "nas tintas" para elas que não tenho consideração pelo seu trabalho.

E isto por quê? Porque o Luís chega à escola à hora que eu acho que deve chegar, ou seja entre meia a uma hora mais tarde, excepto quando há algum acontecimento ou aula especial. Não se trata de teimosia ou comodismo. A questão é outra e prende-se com uma decisão que tomei.

Quando o Luís entrou para a escola, ainda de fralda e chucha, foi porque achei que lhe faria muito bem estar com outras crianças, conhecer pessoas fora do "casulo", e passar os dias em casa com a empregada não era a melhor opção - mesmo se fosse comigo continuaria a não ser a melhor opção.

Decidi também que, enquanto estivesse no jardim-escola, não deixaria de estar comigo, e com as pessoas que frequentam a nossa casa, o máximo tempo possível dentro dos limites que considero limites. Decidi que, as raríssimas vezes que saio à noite que ele estaria comigo, ainda que isso pudesse "limitar" também o meu tempo de saída. Decidi que estaríamos juntos para conversar, jantar, brincar ou não, ver televisão ou não, sem a obrigatoriedade do "chega a casa - toma banho - janta - brinca X minutos - bilu-bilu, boa noite, beijinhos, vai-te deitar.

Não e não mesmo.

Tenho a abençoada possibilidade de ir buscar o meu filho à escola a horas que me permitem estar com ele sem ser "a fingir", de não chegar a casa à hora do jantar a pensar que quero é que me deixem, de construir uma relação que vai muito além da correria matinal e das duas horinhas nocturnas.

Embora eu saiba que muitos casos há em que as duas horinhas, ou uma, ou o que fôr, são mais compensadoras e agradáveis do que muitas horas preenchidas com as crianças no quarto a verem televisão ou agarradas aos PC's e às consolas de jogos, ou largadas com "um não me chateies", ou ainda vivências bem piores mas que, pelo menos hoje, não vêm a propósito. A questão não é quantificar, a questão é usufruir do que nos é "oferecido" pela vida.
E não obrigada, não abdico disto por nada, nem por ninguém, e muito menos por um horário escolar que, aplicado a crianças de 3, 4 e 5 anos, tem uma justificação socio-laboral mas não outra.

Claro que conheço os argumentos que defendem que a disciplina começa-se cedo. Conheço várias crianças "disciplinadas" por educações madrugadoras, que mal vêem os pais à noite, e não me parece surtir efeitos particularmente positivos.

Eu própria tive aulas às 8 da manhã durante toda a época liceal, e até depois; às 9 durante a época da primária. Foram muitos anos mas a coisa nunca me disciplinou, está à vista de quem me Vê.

No entanto lembro-me de jantar com a minha família e de me sentir absolutamente integrada como um membro mais da família. Lembro-me, desde sempre, dos amigos dos meus pais, da minha avó, e de sentir que eram meus amigos, que gostava deles, à parte uma ou outra carta fora do, meu, baralho, e estas ligações permanecem ainda hoje - com os que estão vivos e com os que estão algures.
Isto contribuiu para um firme sentimento de segurança, para estabelecer laços afectivos duradouros, para me ajudar a distinguir entre o real e o passageiro, para que soubesse que tinha sempre a quem recorrer. Também terá contribuído para saber que a televisão é "de todos", para perceber que não fazia nenhum favor em levar os cães à rua e dar-lhes comida, para ter a noção de que por muito importante que eu fosse não era a única a ser importante - todas as pessoas à minha e nossa volta eram importantes. A minha vida não era a escola e, já agora, "o que se passa lá fora do meu quarto quando vou dormir". A vida era o todo com todos.

O alheamento tem consequências sobejamente conhecidas, e sofridas, em todos os sentidos.

Não quero insinuar que as crianças que se deitam cedo porque têm de se levantar cedo estão encaminhadas para o precipício familiar e afectivo. Que enorme disparate! Nem tão pouco que isso implica alheamento.
Estou a afirmar que tenho uma vida que me possibilita usufruir de um tempo que me é precioso e que considero precioso para o meu filho. É um tempo insubstituível e sinto-me enormemente afortunada em poder vivê-lo. Se o Luís chegar meia hora ou uma hora mais tarde ao jardim de infância é para o lado que eu durmo melhor, e ele também. Se alguém dormir mal por isso , pois paciência. Não pretendo convencer seja quem fôr nem sequer que concordem comigo, quero é fazer aquilo que, em consciência, considero ser o melhor.


Tenho muita pena mas de manhã, nós por cá, não conseguimos dar gargalhadas, nem ter conversas assombrosas, nem brincadeiras insuspeitáveis. Nem é logo que chega a casa que o Luís me conta dos amigos, dos problemas, dos medos, dos desejos, das coisas que quer saber e entender, das espectativas, etc. e nunca mais acaba.

É ao jantar, é quando faz ronha para não ir para a cama, é na cama para não adormecer. Os momentos que ele e eu retiramos destes atrasos pré-estabelecidos valem largamente os dúbios prejuízos. Nesta fase a escola é importante mas a casa é fundamental, é o embrião do futuro.

Sei que, dentro de menos tempo do que consigo acreditar, ele descobrirá que existe vida para além da casa, da mãe, da família, dos amigos domésticos. Aliás, ele já descobriu mas também sabe que existe vida para além da escola, e prefere-a, porque percebe que é nesta que encontra as pessoas que o amam.

OS SENHORES QUE ME DESCULPEM

MAS HÁ COISAS A QUE UMA MULHER (COMO EU) NÃO RESISTE

(A SANDRA MANDOU-ME ESTE PEQUENO, MAS ESCLARECEDOR, DIALOGO... AS CRIANÇAS TOPAM TUDO...)

Para ser mamã

"Caminhava com a minha filha de 4 anos , quando ela apanhou qualquer coisa do chão e ia pô-la na boca.

Ralhei com ela e disse-lhe para nunca fazer isso.

-Mas porquê ? - perguntou ela.

Respondi que se estava no chão estava sujo e cheio de micróbios.

Nesse momento , a minha filha olhou-me com admiração e perguntou :

- Mamã, como sabes tudo isso? És tão inteligente ...

Rapidamente reflecti, e respondi-lhe:

- Todas as mamãs sabem estas coisas. Quando alguém quer ser mamã tem de fazer um teste e tem de saber todas estas coisas, senão não pode ser mamã.

Caminhámos em silêncio cerca de 2 ou 3 minutos. Vi que ela pensava ainda sobre o assunto, e de repente disse :

- Ah, já percebi . Se não passasses o teste , tu eras o papá.

Exactamente , respondi com um grande sorriso na boca. "
.....................................................................



OK! AGORA...

PODEMOS RECOMEÇAR A DIZER MAL

DA OUTRA EQUIPA?

.................................

....................................



Super Bock - Super Anúncio

Foi a música que me conquistou;
Depois a "imagem da música"
E a voz... que incrível voz
Canta: Brandi Carlile
O Tema: The Story

E já agora... uma excelente cerveja

PARECE IMPOSSIVEL, COITADO DO HOMEM!

José está chateado e com muita razão!

Depois de tanto trabalhinho, tanto empenho, depois daquele abraço ao Manel (sim, o Manel presidente da comissão) quando, perdido de contentamento lhe escapou aquele tão sincero, e significativo,
"PORREIRO PÁ", então agora os irlandeses lixam o esquema da unanimidade.

Não se faz isto AO JOSÉ!

Eu acho que os irlandeses deviam reconsiderar e fazer uma segunda volta ao referendo. Era o mínimo, a bem da carreira política de um tipo que, à conta disto, talvez, já não fique na História de Portugal. E da Europa. (para ser modesta, vá)

E mais, razão tinha José quando achou que isso dos referendos só serve para arranjar chatices. Imagine-se, um referendo... Quando se tem uma maioria há que aproveita-la até ao último dia: ratificação na Assembleia e já está, aprova-se o Tratado. Submeter o Tratado ao julgamento do povo? Essa agora, o povo sabe lá o que estabelece o Tratado. Nem vai saber; nem vale a pena perder tempo a tentar explicar. Aprovou-se está aprovado. E agora os ignorantes dos irlandeses...

Não, não é piada e se fosse era de mau gosto, coitado de José.

Olhem lá o relato:

"Foi Mota Amaral quem lançou o tema esta quinta-feira, quando questionou o primeiro-ministro, durante o debate quinzenal no Parlamento, sobre o referendo ao Tratado de Lisboa, na República da Irlanda, mas a discussão continuou mais tarde, com a deputada dos Verdes.

«Por que não pediu aos irlandeses para votarem sim ao Tratado de Lisboa», como fez o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, ou o presidente francês Sarkozy?, questionou o deputado social-democrata.

JoséSócrates respondeu ao antigo Presidente da Assembleia da República e a frase acabou por gerar uma disputa animada entre o primeiro-ministro e a deputada Heloísa Apolónia.

«O Tratado de Lisboa é absolutamente fundamental para o Governo, é fundamental na minha carreira política. Como é que o senhor deputado lhe pode ter ocorrido que o referendo na Irlanda me era indiferente», disse Sócrates a Mota Amaral.

«Então foi por isso que foi negado um referendo aos portugueses? Para não pôr em causa a carreira política do engenheiro José Sócrates?», questionou a deputada Heloísa Apolónia, ouvindo do primeiro-ministro uma resposta dura.

«Está a fazer julgamentos desses? Não me julgo à sua medida; eu não faço nada em prol da minha carreira política. O que eu disse foi como é que a alguém poderia passar pela cabeça que não tinha preocupações sobre o que estava a acontecer com o referendo? Considerei que o tratado foi um marco na minha carreira política».

in "Portugal Diário - IOL"

http://diario.iol.pt/politica/governo-parlamento-jose-socrates-tratado-de-lisboa-irlanda-verdes/962085-4072.html

Sua...

UM VIDEO ARRASADOR

Sobre Freddie Mercury e, mais especificamente sobre Freddie Mercury e Montserrat Caballe, julguei que já tinha visto ou ouvido tudo o que de significativo há.
Enganei-me, redondamente.
Por mero acaso caí em cima deste vídeo; De boca aberta para respirar, afogada em surpresa e emoção, olhar a transbordar, olhando e ouvindo, olhando e ouvindo.


Compromisso é isto, amar é isto, a maior parte do que resta é muito pouco.

É arrasador pela distancia, pelo lugar, pela canção, pela letra da canção. E pela intensão, pela promessa (insensivelmente impedida nos Olímpicos de 92) teimosamente cumprida. E pela linguagem gestual, pelo apelo ao entendimento humano do público de um estádio esgotado.
Há poucas coisas mais nobres do que uma promessa mantida, sem as desculpas do tempo ou a justificação do, irremediável, "espaço" de separação.
Com, muitas, saudades do fantástico Mercury e uma, total, admiração por Caballe.

Foi na final da Taça UEFA, em 1999.
Oito anos após a morte de Freddie Mercury, Barcelona: "If God is willing we will meet again... someday"


Mesmo considerando que Mercury terá sabido em 1986 que estava doente, a verdade é que depois de Ver este video, filmado 13 anos depois, toda a letra (escrita em 86) ganha um outro significado, entre outros aspectos, indubitavelmente premonitório.

O video está disponivel no You Tube mas, com muita pena minha, não está autorizado o "Sharing"; Deixo o link e acreditem que vale a pena ir até lá ver, ouvir e voltar.

www.youtube.com/watch?v=DwxFwmkxPu8



I had this perfect dream

-Un sueño me envolvió

This dream was me and you

-Tal vez estás aquí

I want all the world to see

-Un instinto me guiaba

A miracle sensation
My guide and inspiration
Now my dream is slowly coming true

The wind is a gentle breeze

-Él me hablo de ti

The bells are ringing out

-El canto vuela

They're calling us together
Guiding us forever
Wish my dream would never go away

Barcelona - It was the first time that we met
Barcelona - How can I forget
The moment that you stepped into the room you took my breath away

Barcelona - La música vibró
Barcelona - Y ella nos unió

And if God willing we will meet again someday

Let the songs begin

-Déjalo nacer

Let the music play-
Make the voices sing

-Nace un gran amor

Start the celebration

-Ven a mí

And cry

- Grita

Come alive

-Vive

And shake the foundations from the skies
Shaking all our lives

Barcelona - Such a beautiful horizon
Barcelona - Like a jewel in the sun

Por ti seré gaviota de tu bella mar
Barcelona - Suenan las campanas
Barcelona - Abre tus puertas al mundo

If God is willing
-If God is willing
If God is willing
Friends until the end

Viva - Barcelona





HOJE É NOITE DE STº ANTÓNIO,
DIVIRTAM-SE ENQUANTO HÁ SARDINHAS
n n n n n n n n n n n n n

PERGUNTA ESTÚPIDA...

Esta noite estava a ver a minha meia-horita de Euronews e, ao considerar a sequência das noticias, tive um insight:

E se esta crise do petróleo que, embora se venha arrastando há muitos meses, quase de repente virou a Europa "de pernas pró ar", viesse a coincidir com os diversos referendos sobre o Tratado de Lisboa sem ser por "mera coincidência"?

E, se assim for, a quem se deverá esse "Plano Cósmico"?
Não sei, digo eu.
___________________________________
Que seca...

CHECO-MATE!

Ora bem, dois joguinhos já cá cantam

'Ganda jogo o de hoje, sim Senhores.

E, depois de acalmar, cheguei a várias conclusões:

- O Scolari voltou!
Não, não se tinha ido embora; Voltou a ser "bestial". Já não é o "treinador irresponsável e pouco profissional" que "perdeu completamente o controlo em campo e agrediu um jogador" - Set. 2007

- Os Checos são uns sarrafeiros.

Vocês viram aquele checo ordinário que atirou o português ao chão e, ao saltar-lhe por por cima, fez pontaria com os pitons ao antebraço do desgraçado? (lá se foi a minha tentativa de me comportar linguisticamente...)

- O Ronaldo sabe, e quer, jogar em equipa.

Pois que, se ele fosse tão superstar quanto o pintam, no seu comportamento durante um jogo, bem podia não ter passado a bola ao Quaresma guardando mais um golito para si.

- Mais uma vez a alegria dos portugueses vem da Selecção Nacional de Futebol.

E não me venham dizer que é alienação. Não me considero nada alienada, nem estou nada esquecida do interminável rol de alvaridades que nos rodeia mas, se alguma coisa me lavou a angústia de um dia de filas intermináveis à beira de bombas de combustível, mortos e feridos, supermercados deprimentes e mais todo o resto que assombra a alma Lusa foi esta exibição de rapazes que, na sua maioria talvez nem tenha partido para a vida com as vitaminas em dia e as oportunidades no bolso.

Oh pá, Viva a Selecção, caraças!

PUBLICIDADE

Um querido amigo meu abriu, finalmente, um blog.

E digo finalmente porque é um tipo interessante e interessado. Creio que o "TAG" (para usar uma linguagem blogista) que melhor o enquadra será "Um Tipo Invulgar".
É uma das poucas pessoas que têm acesso a escrever aqui, no Real Gana, enquanto autor (embora a sua natureza verdadeiramente humilde o tenha levado a só o fazer por duas vezes: a 15 de Dezembro - post: For Me Formidable; e a 11 de Setembro - post: Querida Alexandra) e pagou-me com a mesma moeda: uma vez por outra irei até lá dar o meu palpite.

Tive um trabalhão a convence-lo de que tem muita coisa dentro da sua óptima cabeça para colocar num blog. Como acabou de estrear ainda só tem um post mas vale francamente a leitura. Vão até lá.

...............................................

A IMPERMANÊNCIA

DAS COISAS

................................................



1 DE AGOSTO 1936 - 1 DE JUNHO 2008
A STAR IS GONE


MONSIEUR "SMOKING"

DE RIVE GAUCHE

EST PARTI



1 DE JUNHO,

HOJE É DIA DA CRIANÇA.

AMANHÃ É DIA DA CRIANÇA.

DEPOIS DE AMANHÃ
É DIA DA CRIANÇA

E NO DIA A SEGUIR
É DIA DA CRIANÇA

O OUTRO DIA,
E O OUTRO,
ATÉ AO FIM DO MÊS
É DIA DA CRIANÇA.

EM JULHO, AGOSTO E SETEMBRO
CADA DIA,
É DIA DA CRIANÇA
E TODOS OS OUTROS
ANTES DURANTE E DEPOIS
DO NATAL
É DIA DA CRIANÇA

E DIA DE ANO NOVO
SERÁ MESMO
O DIA DE UM ANO NOVO
SE A CADA DIA SOUBERMOS,
E SENTIRMOS,
QUE É DIA DA CRIANÇA