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TÓZÉ GESTOR EMPRESARIAL

Ontem à noite, na à "SIC", o TóZé foi entrevistado pelo José Gomes Ferreira sobre assuntos económicos.

A dada altura o jornalista / economista perguntou-lhe se considerava que possuía experiência profissional empresarial para governar o país.

E respondeu o TóZé:

«Claro que tenho, o meu pai tinha um pequeno comércio em Penamacor em onde eu dava uma ajuda»

Não sei do que gosto mais, se da ingenuidade - não lhe quero chamar inconsciência para não ser antipática - da resposta, se da autoconfiança do TóZé nos seus predicados

Estou muito mais descansada, se o TóZé vier a ser o nosso primeiro, em gestão empresarial estamos garantidos; 

Oxalá ele tenha conhecimentos e experiência comparáveis nos outros domínios necessários porque inteligente  já ele mostrou que é.


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PRESENÇA DE ESPÍRITO

Esta amostra de gente que aparece no vídeo abaixo, e que é já, obviamente, uma excelente cavaleira, tem um pequeno precauço durante a prova que está a disputar.
Pequeno precauço, chamo-lhe eu, que não estou lá... Há muito boa gente, crescida e mais experiente, que não daria a volta com a calma e a presença de espírito que esta pequena demonstrou.
No vídeo, cerca dos 40 segundos, após saltar o segundo de dois obstáculos continuos, a menina perde o equilíbrio, perde os estribos e quase pára. Mas não perde a decisão e mantém a sua enorme presença de espírito; retoma o percurso e salta, sem estribos, um obstáculo retomando a forma e avança de novo para os dois obstáculos continuos sem faltas.
Mesmo assim conseguiu um digno 2º lugar.
Espantosa!


HEROIS VETERANOS





 Eles buscam, salvam, denunciam, defendem, lutam, avisam, protegem, confortam, acompanham





Eles são feridos, mortos, têm medo, sofrem,
 têm fome, têm sede, estafam-se





 Eles são vivos, inteligentes, sensíveis, amigos, leais, protectores, soldados, parceiros





Eles não são coisas

«AS OF TUESDAY , DEC 4, A BILL HAS BEEN PASSED BY THE US HOUSE AND SENATE THAT DECLARES THAT:
OUR MILITARY WORKING DOGS OF ALL BREEDS WILL NO LONGER BE CLASSIFIED AS "MILITARY EQUIPMENT" TO BE LEFT BEHIND IN FOREIGN LANDS...BUT AS MILITARY VETERANS. 
THESE DOGS NOW WILL BE RETURNING TO LACKLAND AFB , FOR THEIR SERVICES AS US HEROES. THEY WILL BE EVALUATED, AND RETRAINED AND RE-HOMED IF NEEDED.»


 «The ASPCA® (The American Society for the Prevention of Cruelty to Animals®) today applauds the U.S. Congress for passing legislation to protect military dogs. Included as an amendment to the National Defense Authorization Act for Fiscal Year 2013, the measure provides significant steps for the protection of retired military dogs by streamlining the adoption process and authorizing a system of veterinary care for the retired animals at no expense to taxpayers. The Defense Authorization bill now moves to President Barack Obama for his signature.

 “Military dogs are true heroes—they play a critical role in our nation’s defense,” said Nancy Perry, senior vice president of ASPCA Government Relations. “These amazing dogs have been loyal to us in extreme circumstances and deserve to be properly cared for and adopted into good homes after such unwavering service to their country.

 Military dogs successfully perform many important and dangerous duties that can be difficult, if not impossible, for humans. After years of service, military dogs deserve a safe retirement option and may require expensive veterinary care to treat health issues related to their dedicated service. Establishing a long-term, reliable source of support for that care will ensure that our nation’s commitment to the dogs’ well-being extends beyond their period of military service. The bill also streamlines the adoption process by standardizing the transfer of retired military dogs from foreign soil back to the United States, where they can be permanently placed into loving homes.»
 MILITARY PRESS on December 21, 2012

Michael De Tomasso One of these hero's saved my life in Viet-Nam. My platoon was just about to trip a wire that would of blown most of us away. He found it. Froze at attention with his nose about 3 inches from the wire. Because of these wonderful "HERO'S" i would not be here today writing this to you!!!! God Bless Them!!!

Matt Peacock they already weren't left behind. This change is just an official classification. No marine would leave his dog behind.
Justin Dixon 5 years in the army and I have never seen a military working dog left behind..... They are usually adopted by their handlers. If you are a handler the dog outranks you so if you mistreat it you will be charged via UCMJ as if you harmed a superior officer or NCO. 
Lynn Dolinac They're the first to lead,to protect our men,they live with them,they will die for US,they deserve the BEST LIFE after there tour of DUTY!! AMEN.....!!

A TIA... A AVÓ... PARA QUANDO A MÃEZINHA?

 < (RECORTE DO D.N. DE 27 JANEIRO)











«Vai moralizar a tua avó», gosto! 
Vê-se que a senhora deputada, "cuja palavra faz fé" e "responsável pelos seus actos", segue a linha socrática do:
«Mansa era a tua tia» (Sócrates dixit e Louçã ouviu, assim como toda a A.R.).  
Assim sim, gosto de gente leal às suas causas, e mais, respeitadora da Instituição da Família.
Se a prática alastra ao grupo parlamentar do PS não haverão primas que cheguem.

VAMOS VER, NÃO CUSTA NADA



 Cada visualização é um contributo para a educação destas meninas;  
Ajudar nãocusta nada.
Vamos lá saber porquê. 


Se quiserem partilhar dirijam-se ao link:
http://portal.sliderocket.com/BBVXH/Hoshyar-Foundation

AUDACES FORTUNA JUVAT




  24 de Março de 1936 - 27 de Janeiro de 2012


O CORONEL JAIME NEVES
Jaime Nogueira Pinto
In "MAME SUMÉ" - nº60 - Junho1995

O Coronel Jaime Neves serviu no Ultramar onde adquiriu justa fama de ser um oficial corajoso, criativo e com grandes capacidades de chefia, qualidades atestadas em missões operacionais. Militar, mas também e sobretudo, homem de guerra.
O Coronel Jaime Neves iniciou a sua carreira militar servindo na Índia Portuguesa. Em Angola, como capitão, comandou a Companhia 365 de Caçadores Especiais. Fez depois o curso de Comandos, também em Angola, e pertenceu à Segunda Companhia da qual farão parte como Alferes, José Gonçalves, Victor Ribeiro, futuros fundadores  e Presidentes da Direcção da Associação de Comandos e homens com um papel muito importante em 1975, no 25 de Novembro.
Em Moçambique, Jaime Neves comandou a 28ª Companhia de Comandos e, mais tarde, quando este se constituiu, o Batalhão de Comandos de Moçambique. É precedido por este currículo que vai, a partir do Verão de 1974, comandar o Regimento de Comandos da Amadora, uma unidade chave e que se tornará mais importante, à medida que as sequelas militares do PREC - indisciplina, saneamentos políticos, promoções de aviário, manipulação ideológica dos soldados e graduados - vão tornando as unidades militares cada vez mais apaisanadas e por isso mesmo de pouca ou nenhuma confiança, em termos de cumprimento da sua missão principal - a defesa da pátria, da sua independência e da sua liberdade.
Oficial patriota, Jaime Neves colaborou por algum tempo com o MFA, mas foi-se afastando à medida que se acentuaram no movimento, como dominantes, as linhas de radicalização esquerdistas e anti-nacional, através da aliança progressiva com o PCP e de uma descolonização irresponsável e vergonhosa, quer para os interesses portugueses quer para os interesses das populações dos territórios então descolonizados. Já no 28 de Setembro, Jaime Neves tinha o seu pessoal pronto e preparado, para fazer cumprir a lei. E teria sem dúvida removido as barricadas comunistas, caso para tal tivesse recebido ordens ou instruções de quem de direito. Que nunca chegaram.
Durante 1975, procurou fazer do Regimento de Comandos, uma boa unidade militar, enquadrada por oficiais e quadros com experiência militar de combate em África e com espírito de patriotismo, lealdade e camaradagem. O que não era fácil nesta época, em que, bem pelo contrário, algumas unidades militares se transformaram em bandos ou clientelas partidárias armadas.
Mas conseguiu-o. Deste modo, quando a resistência popular, iniciada no Norte do País, se foi estendendo para o Sul, intimidando o Partido Comunista e os radicais do MFA e fazendo-os pensar duas vezes nas hipóteses de êxito do assalto comunista ao poder, o Regimento de Comandos funcionou como uma ponta de lança, firme e forte, de resistência nacional, na área de Lisboa.
Jaime Neves desempenhou um papel fundamental ao longo do Verão de 1975, não só mantendo os Comandos como uma força disciplinada e não tocada pelo radicalismo subversivo, como estabelecendo, com os elementos da então criada Associação de Comandos, uma boa articulação que vai permitir através das duas companhias de antigos militares, "convocados", constituir uma força experimentada que actuará, decisivamente, no 25 de Novembro.

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"Não me arrependo de nada"

Jaime Neves foi um dos militares mais polémicos pós-25 de Abril. Conotado com a direita, a esquerda militar nunca lhe perdoou o 25 Novembro e a sua intervenção, essencial para pôr fim processo revolucionário. Trinta e quatro anos depois volta à baila com a sua promoção a general. Numa entrevista vida, recorda os momentos mais difíceis deste conturbado período histórico.

FAZE O FAVOR DE NÃO BAIXAR OS BRAÇOS

AJUDEMO-NOS A NÓS MESMOS E, ESPECIALMENTE, AS NOSSAS CRIANÇAS

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TUDO O QUE NECESSÁRIO PARA ASSINAR ESTA CARTA ABERTA ENCONTRA-SE NO "LINK" ABAIXO, ASSIM COMO O EXTENSO TEXTO  DA MESMA
...E A CARTEIRA DOS DOCUMENTOS. NÃO CUSTA NADA
VALE PELA DIGNIDADE E RESPEITO PELA LÍNGUA PORTUGUESA, A NOSSA

https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dG13TnlWRk10UXd0cDJvZTViS0picWc6MQ#gid=0

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O QUE IRÁ SER PRECISO PREENCHER

Listagem de Subscritores da Carta Aberta ao Ministro da Educação

Subscrição de uma Carta Aberta ao Ministro da Educação a respeito do Acordo Ortográfico. 
Para se manterem actualizados sobre as iniciativas anti-Acordo Ortográfico adiram ao grupo Em aCção contra o Acordo Ortográfico: https://www.facebook.com/groups/462696313775747/
*Obrigatório




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A subscrição da Carta Aberta ao Ministro da Educação e Ciência, a respeito do Acordo Ortográfico, continua!

Se AINDA NÃO subscreveu, preencha os seus dados aqui:


Se já subscreveu, convide os seus amigos! Não perca a oportunidade! Somos muitos! Agora que o Brasil adiou e mostra desinteresse, que Angola não quer, fica Portugal sozinho?


Quadro de lemas:
http://pt.scribd.com/doc/119613751/Quadro-Comparativo-de-Lemas

Listagem de subscritores actualizada até às 23:59:59 do dia anterior

«O objectivo é chegar às 4000 assinaturas, para que seja discutida obrigatoriamente, em sede de comissão, na Assembleia da República.»


«Fundamentação:

1. A exemplo da iniciativa de há uns meses, em que depositámos na secretária de cada Deputado à Assembleia da República uma carta arrazoada e circunstanciada contra o Acordo Ortográfico de 1990 (AO90).

2. Ter esta iniciativa tido apenas uma ou outra resposta de manifesto interesse, embora possa ter por certo contribuído para que o Grupo Parlamentar do PCP tenha vindo a propor a constituição de Grupo de Trabalho para Acompanhamento da Aplicação do dito.

3. Ter o Brasil acabado de decretar, pela mão da Presidente, o adiamento para 1 de Janeiro de 2016 da vigência plena do AO90 naquele país

em virtude da pressão exercida por académicos, senadores e professores (os quais, no entanto, por inspiração de Ernani Pimentel, professor, e do seu movimento "Acordar melhor", que preconiza mudanças ainda mais radicais foneticogénicas da escrita).


4. Não ter o AO90 sido ainda homologado por Angola nem por Moçambique, mostrando o primeiro destes países uma oposição e circunspecção que devem fazer corar de vergonha os defensores do monstro em Portugal, por assumirem uma postura mais defensora de uma língua que assumiram como própria, sendo a da antiga potência colonizadora.

5. Não estarem os restantes países de língua portuguesa a aplicar o aberrante AO90 com grande entusiasmo.

6. Se arriscar Portugal a ficar "orgulhosamente só" na aplicação de um acordo que não é acordo, e a que existam três grafias oficiais do Português: a brasileira de 1943, a portuguesa de 1945 em África, a de AO90 em Portugal. O que constituiria um tremendo pontapé no prestígio da nossa língua e do nosso país.

Impõe-se pressionar quem de direito e de múnus em Portugal a que reajam, abandonem o torpor burocrático, o "porque sim" e tomem uma posição, façam o que sempre se têm escusado a fazer: o diagnóstico dos estrangulamentos e constrangimentos a que a aplicação do AO90 tem dado azo (cf. a DECLARAÇÃO DE LUANDA dos Ministros da Educação da CPLP, de 30 de Março de 2012). E que mais ainda: suscitem a única posição que permite salvar a face, a honra, a língua e a independência nacionais de Portugal e dos restantes países lusófonos: a revogação do AO90.

Nesse sentido, são todos convidados e encorajados a participar nesta iniciativa, a subscrição de uma Carta Aberta ao Sr. Ministro de Educação e Ciência (comprometido com a Declaração de Luanda), e eventualmente a outros responsáveis governamentais, como o Sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros e Sr. Secretário de Estado da Cultura.

Nunca como hoje as circunstâncias foram tão favoráveis. Daí a urgência, a necessidade absoluta de manter a pressão, de os cidadãos ajudarem os governantes a governar.»

Rui Miguel Duarte
Autor e primeiro subscritor da Carta Aberta

É VERDADE, PALAVRA DE DEPUTADO!

Eu quero lá saber se a senhora que foi apanhada a conduzir "com os copos" é deputada.

Há uns anos, não tantos assim, cá pelo nosso burgo, e não só, conduzia-se animadamente depois de beber uns copos e toda a gente achava isso muito normal; só não se achava "normal" que alguém conduzisse "bêbado". Claro que esta gradação tem pano para mangas...

Eu não sou santa, e tenho sérias dúvidas sobre uma vaga hipótese de alguma vez vir a ser beatificada, quando era mais nova conduzi muitas vezes com mais um grau no sangue do que deveria ser... Felizmente não me dava para o disparate, para pisar no pedal entusiasticamente, antes pelo contrário e, felizmente nunca provoquei nenhum problema, nem a mim nem a ninguém.

E era aqui que queria chegar

De há uns bons anos a esta parte que não conduzo se tiver bebido uns copos, ou por outra, se sei que vou conduzir simplesmente não bebo para além do perfeitamente, absolutamente, razoável. E não é por causa dos senhores do balão, é porque a minha mentalidade mudou, cresci, tenho noção da responsabilidade e das possíveis consequências. Continuo a não ser santa mas compreendi que beber não é inócuo. Compreendi  eu e muito boa gente; Felizmente na última década ou coisa assim, a taxa de condutores alcoolizados tem vindo a baixar drasticamente. Acho lamentável que nem todos os que se fazem à estrada, com a sua vida, a daqueles que transportam e a daqueles com quem se cruzam, nas mãos, literalmente, não compreendam que o álcool no sangue modifica os seus comportamentos e as suas reacções.

Eu quero lá saber se a senhora que foi apanhada a conduzir "com os copos" é deputada, o que eu sei é que é alguém que não leva a sério a vida e a segurança alheia, nem a sua.
Deputada ou não é-me irrelevante.

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Mas adiante porque não foi para falar de copos que vim cá hoje, e da senhora deputada ainda menos.
O que me trouxe aqui foram as declarações do presidente do Conselho de Administração da Assembleia da República, Couto dos Santos. Se não fosse ele a falar pensaria que se tratava de fino humor sarcástico.

A tal senhora deputada deu umas faltas a reuniões plenárias posteriores à sua detenção pela PSP. Justificou a senhora dizendo que tinha estado doente.
Não apresentou qualquer atestado médico porque, ou até porque, as normas parlamentares não obrigam a que os senhores deputados o façam.

Remetendo para uma resolução sobre o regime de presenças e faltas ao plenário, aprovada em 2009 ( Ora 2009...2009... Ah, sim, 2009...)  ,  que estabelece que:
 “a palavra dos deputados faz fé, não carecendo por isso de comprovativos adicionais”

Os senhores deputados são os principezinhos do funcionalismo público, os paradigmas da Verdade e da Honra, claro.

Vai daí e vem de lá o Couto dos Santos, mui respeitável senhor presidente do Conselho de Administração da Assembleia da República , defender que  não faz sentido obrigar os deputados a apresentarem atestados médicos em caso de doença porque são “responsáveis pelos seus actos” e é preciso ter “confiança em quem elegemos”.



Só para rir...
Oh infeliz ocasião, oh infeliz oportunidade para se sair com uma piada destas!

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Ouvi dizer, não sei... que a senhora deputada nem soprou para o balãozito quando foi mandada parar na Operação Stop pelo senhor agente da PSP;
Ouvi dizer, não sei... mas parece que a senhora disse logo:
«Ó senhor agente leve-me daqui  porque eu estou com 2,41% de álcool no sangue e deve deter-me. Não precisa fazer qualquer teste porque a minha palavra de deputada faz fé, não carecendo por isso de comprovativos adicionais»
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Então a senhora que não necessita de apresentar atestado "porque a sua palavra faz fé" tinha sido detida pela PSP por conduzir ilegalmente com excesso de álcool ( e um excesso que não era exactamente insignificante) e vem o outro, dias depois,  dizer que os deputados, (ou seja, a tal senhora), .são  responsáveis pelos seus actos” e é preciso ter “confiança em quem elegemos”.
Valha-me Santo António!

Espero que, ao menos, o  mui respeitável senhor presidente do Conselho de Administração da Assembleia da República não tenha conduzido a sua viatura após ter prestado estas tão esclarecedoras declarações.
Finalmente entendi por que são necessários tantos motoristas ao serviço da A.R.


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AFINAL HÁ ESPANHOIS COM PINTA

(ALÉM DA RAÍNHA, MAS ESSA NASCEU GREGA...)

«Corredor nega-se a vencer prova após líder parar antes da chegada.»

«O atleta queniano, Abel Mutai, medalha de ouro nos 3000m  obstáculos por 4 vezes em Londres, estava prestes a ganhar a corrida quando, ao entrar numa pista onde acreditava que o final tinha chegado, relaxou o ritmo e começou a cumprimentar o público, acreditando ter vencido a prova.
O 2º, logo atrás, Ivan Fernandez Anaya, vendo que ele estava errado e tinha parado cerca de 20 metros antes da bandeira da chegada, não quis aproveitar a oportunidade para acelerar e vencer.
Ele permaneceu às suas costas e. gesticulando para que o queniano compreendesse a situação, quase empurrando-o. levou-o até o fim, deixando-o vencer a prova como iria acontecer se ele não se tivesse enganado sobre o fim do percurso.

Ivan Fernandez Anaya, um jovem corredor de 24 anos que é considerado um atleta de muito futuro (campeão da Espanha nos 5.000 metros, na categoria há 2 anos) ao terminar a prova, disse:

"Ainda que me tivessem dito que ganharia uma vaga na Selecção Espanhola para disputar o Campeonato Europeu, não me teria aproveitado . Acho que é melhor o que  fiz do que se tivesse vencido nessas circunstâncias." »
 PINTAROLA!





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QUE "LOUCURA" SERIA A TUA?

A Coca-Cola apresentou mais uma campanha bem original.
Desta vez a marca dá a conhecer pessoas que praticam de facto as acções que nos são mostradas, não se trata apenas de representações publicitárias.
"Loucuras"  praticadas a bem da comunidade:  a jardineira secreta, o anónimo que dá 1000 dólares por dia a um desconhecido na rua e Jeff Waldman que instala baloiços em lugares inesperados em San Francisco.
Vale o tempo de ver
Vale o tempo de pensar que "loucura" seriamos capazes de fazer para melhorar o dia de alguém
Vale o tempo de por em prática a nossa ideia "louca"

Sejamos ousadamente, generosamente, "loucos"



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AS VÍTIMAS DA NOSSA AMORALIDADE

É lamentável que um grande laboratório como o AstraZeneca não encontre outra forma de testar compostos medicamentosos sem ter de utilizar cães - os amigos da humanidade por excelência. 
Os Beagles são cães particularmente meigos, inteligentes e sociaveis. Eu sei, tenho um que é, como a maior parte dos cães, uma fonte inesgotável de doçura, companheirismo, alegria e devoção

Tomo regularmente um medicamento fabricado por este laboratório, um produto de facto formidável, com provas mais do que dadas e que se vende aos milhões há muitos anos. Embora não se encontre disponível, no nosso país, fabricado sob outra mar
ca de outro laboratório, encontra-se à venda o genérico fabricado pela Ratiopharm , nas suas várias dosagens,  e pela Stada, na dosagem mais comercializada; só a forma injectável não é substituível
Podem encontrar AQUI:
http://www.astrazeneca.pt/areas-terapeuticas/Medicamentos

a listagem de medicamentos AstraZeneca vendidos em Portugal; se poderem substituí-los por apresentações genéricas, ou de outras marcas, seria uma óptima ideia, e peçam aos vossos médicos para o fazerem.


A razão apresentada pela AstraZeneca para não suspender a experiências laboratoriais nos Beagles?
É preciso ter lata pois os Beagles são conhecidos em Inglaterra, pelo menos, desde o reinado de Helizabeth I, mas foi a seguinte, apresentada pelo senhor Head of Corporate Affairs for AstraZeneca, na Suécia, na carta dirigida à Beagle freedom project:

«because these dogs have been purpose-bred for research, the best solution is to continue to utilise them for research at AstraZeneca facilities and by third parties acting on our behalf.”

Disagree? Everyone who supports the BFP has seen a hundred examples of “purpose-bred for research” beagles go on to thrive with loving families. 
To suggest they are incapable of a normal life is cynical and naive. 
Send a polite email to AstraZeneca explaining these are not just test-tubes but dogs no different than our own! 
E-mail: kontakt@astrazeneca.com

É COM ALÍVIO QUE INFORMO: HOJE DEIXEI DE SER UTENTE DA ASTRAZENECA
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APELO DA 


The Beagles of AstraZeneca
 
For the last 10 days the Beagle Freedom Project has been in behind the scenes talks over the fate of the 400 beagles at the pharmaceutical breeding center in Sweden. 
After trading letters, emails, and phone calls we felt very close to saving at least some of the dogs from further testing. 

Sadly today we must report that AstraZeneca has denied this opportunity and condemned the beagles. Everyone at the BFP is devastated, but undeterred. 
We are NOT giving up hope yet. Stay tuned for details on how you can HELP us HELP those dogs!


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RESGATES  PELA 
Beagle Freedom Project

Os dois primeiros, só dois...
Nunca tinham estado em liberdade nem posto as patas na relva.

«On December 23, 2010, ARME rescued two Beagles from a medical testing laboratory. These dogs had never seen the outdoors, walked on grass or felt a gentle touch. We captured their first steps into a kind world. They had also been de-barked and fed only “laboratory chow.” ARME will continue with these rescues when it can.»



Em Novembro de 2011
40 Beagles viajaram de Espanha para Los Angeles para serem libertados e adoptados
Muitas emoções...

«On November 23, 2011, We saved 40 beagles from a laboratory in Spain where they had lived their entire lives and flew them to us to Los Angeles, CA.
Many had tattoos not just in one ear, but in both, indicating they had come from more than one laboratory. Many of these angels landed with teeth rotten, bleeding and falling out and tumors. Some had to have surgery – many had to have teeth pulled.
They are all doing exceptional now and have all gone into their forever homes!»




Para quem tiver "estômago" fica um vídeo bastante esclarecedor acerca de alguns dos testes, pior, do tipo de vida (???), a que estes doces animais são sujeitos durante anos, dia após dia, nos laboratórios.

ATENÇÃO, NÃO RECOMENDÁVEL PARA CRIANÇAS



É DADO? NÃO PRESTA

Se um violionista, por exemplo, der um concerto num grande teatro em Boston, ou Nova Iorque, ou Sidney, ou qualquer outra grande metrópole;
Se os lugares para esse concerto custarem uma média de 100 dólares US;
Será natural presumir que se trata de um músico consagrado, alguém que, muito provavelmente, valerá a pena ouvir.
Imaginemos que alguém nos oferecia um lugar de borla para um concerto assim, seria de aproveitar, certo?

Certo talvez, mas não é evidente... Isto das "borlas"  tem os seus quês e por quês

Acabei de ler uma pequena história que me deixou pensativa... Creio que merece ser contada aqui e lida com atenção.

No final deixo dois vídeos:
o primeiro ilustra esta história publicada no Washington Post, (o som, naturalmente, não é grande coisa)
o segundo mostra o mesmo violinista tocando um excerto de um concerto de  Mendelssohn, uma das minhas peças para violino preferidas.

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«A Violinist in the Metro»

«A man sat at a metro station in Washington DC and started to play the violin; it was a cold January morning. He played six Bach pieces for about 45 minutes. During that time, since it was rush hour, it was calculated that thousand of people went through the station, most of them on their way to work.

Three minutes went by and a middle aged man noticed there was musician playing. He slowed his pace and stopped for a few seconds and then hurried up to meet his schedule.

A minute later, the violinist received his first dollar tip: a woman threw the money in the till and without stopping continued to walk.

A few minutes later, someone leaned against the wall to listen to him, but the man looked at his watch and started to walk again. Clearly he was late for work.

The one who paid the most attention was a 3 year old boy. His mother tagged him along, hurried but the kid stopped to look at the violinist. Finally the mother pushed hard and the child continued to walk turning his head all the time. This action was repeated by several other children. All the parents, without exception, forced them to move on.

In the 45 minutes the musician played, only 6 people stopped and stayed for a while. About 20 gave him money but continued to walk their normal pace. He collected $32. When he finished playing and silence took over, no one noticed it. No one applauded, nor was there any recognition.

No one knew this but the violinist was Joshua Bell, one of the best musicians in the world. He played one of the most intricate pieces ever written with a violin worth 3.5 million dollars.

Two days before his playing in the subway, Joshua Bell sold out at a theater in Boston and the seats average $100.

This is a real story. Joshua Bell playing incognito in the metro station was organized by the Washington Post as part of an social experiment about perception, taste and priorities of people. The outlines were: in a commonplace environment at an inappropriate hour: Do we perceive beauty? Do we stop to appreciate it? Do we recognize the talent in an unexpected context?

One of the possible conclusions from this experience could be:

If we do not have a moment to stop and listen to one of the best musicians in the world playing the best music ever written, how many other things are we missing?»


"A.O." : A EXPLICAÇÃO DO ÓBVIO

 Uma vez mais, e não demais, VGM expõe aquilo que qualquer Português com um mínimo de bom senso e bom gosto compreende.

O que não se compreende são as águas mornas em que Portugal se vai deixando boiar nesta questão, já absurda, do tal suposto "Acordo ortográfico", que não existe em parte alguma senão, sem força de lei mas com prepotência, na pátria da língua portuguesa.

Fomos dos primeiros países europeus a adoptar as matriculas automóveis europeias, numa urgência modernista; somos muito "práfrentex". Lastimável é que não tenhamos sentido essa urgência em questões bem mais importantes, fundamentais.
Os bons cobres da União Europeia, que entraram a fundo perdido, serviram toda a espécie de "urgências" mas não as fundamentais - para essas ficamos sempre à espera de um puxão de orelhas que nos meta na ordem, enquanto podemos disparatar, disparatamos.

Vão lá dizer aos britânicos, ou até aos espanhóis, que na América do Norte ou na América do Sul há mais gente a falar e a escrever inglês e castelhano para ver se eles entram em acordos deformantes das suas línguas... Um absurdo. Obviamente.

Nós, muito "práfrentex", e cheios de vontade de demonstrar o quanto respeitamos os povos que se exprimem na nossa língua,  vamos logo de arquinho e balão na primeira marcha de regabofe.
Respeitamos muito os povos que se exprimem na nossa língua, só não respeitamos a nossa língua, nem o povo português.

Resta-nos então esperar que alguém, dos outros povos, resolva por nós o absurdo que criamos e deixamos continuar?
Pois, parece que sim.
Que vergonhaça! Que triste figura!

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«O cadáver adiado»

VASCO GRAÇA MOURA
 2 Janeiro 2013 - In "Diário de Notícias"

«No Brasil, tratava-se fundamentalmente de sacrificar o trema e o acento agudo em meia dúzia de casos. E ninguém se resignava às regras absurdas de emprego do hífen... Com isso, bastou o abaixo-assinado de uns 20 mil cidadãos para se adiar a aplicação de uma coisa trapalhona denominada Acordo Ortográfico (AO). Os políticos ouviram a reclamação, estudaram-na e assumiram-na, e a sr.ª Rousseff decidiu.

Em Portugal, o número de pessoas que tomaram posição contra o AO já ultrapassava as 120 mil em Maio de 2009. Hoje, e considerando tanto o Movimento contra o AO de então como a actual Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) com a mesma finalidade, esse número é incomparavelmente mais elevado.

Portugal bem pode propor a todos os quadrantes ideológicos e parlamentares da sua classe política que se assoem agora a este cruel guardanapo.

Faltou-lhes a coragem de respeitar as opiniões autorizadas, a capacidade de reflectir com lucidez sobre o assunto, a vontade cívica de se informarem em condições.
Acabaram a produzir este lindo serviço, com a notável excepção do relatório Barreiras Duarte, aprovado por unanimidade na Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura (Abril de 2009), mas que não teve qualquer efeito prático.

A CPLP, ao engendrar o torpe segundo protocolo modificativo do AO, violou sem escrúpulos o direito internacional e traiu a língua portuguesa. Não serve. Mostrou total inconsciência, incompetência, incapacidade e oportunismo na matéria.

Agora, é evidente que, de três, uma: ou o Brasil vai propor uma revisão do AO, ou tratará de a empreender pro domo sua sem ouvir os outros países de língua portuguesa, ou fará como em 1945, deixando-o tornar-se letra morta por inércia pura e simples.

No primeiro caso, mostra-se a razão que tínhamos ao insistir na suspensão do AO, a tempo, para revisão e correcção. A iniciativa deveria ter sido portuguesa e muitos problemas teriam sido evitados.

No segundo caso, mostra-se além disso que continuamos a ser considerados um país pronto a agachar-se à mercê das conveniências alheias. Com a desculpa, a raiar um imperialismo enjoativo, da "unidade" da língua, em Portugal haverá sempre umas baratas tontas disponíveis para se sujeitarem ao que quer que o Brasil venha a resolver quanto à sua própria ortografia. Foi o que se passou em 1986 e 1990.

No terceiro caso, mostra-se ainda que ficaremos reduzidos a uma insignificância internacional que foi criada por nós mesmos.

Mas, em qualquer dos casos, a situação será muito diferente da actual.

O Acordo Ortográfico não ficará incólume e as suas regras serão revistas e modificadas. Ninguém esconde no Brasil esta necessidade de revisão e correcção, tão cultural, social e politicamente sentida que está na base do adiamento decretado.

Se as regras vão ser modificadas, e quanto a este ponto não pode subsistir qualquer espécie de dúvida, será um absurdo absoluto que se mantenha a veleidade de as aplicar em Portugal na sua forma presente.

Não se pode querer contestar oficial ou, sequer, oficiosamente a existência de três grafias, nada menos de três, como resultado grotesco de uma tentativa sem pés nem cabeça de uniformização delas em todos os países que falam português: a brasileira, a angolana e moçambicana e a irresponsável que é a portuguesa.

Torna-se imperativo o reconhecimento oficial de que a única ortografia que está em vigor em Portugal é a que já vigorava antes das desastrosas pantominas que foram empreendidas pelo Governo Sócrates.

No meio desta vergonha, o mais simples é:
  • a) reconhecer-se que o AO nunca entrou em vigor por falta de ratificação de todos os estados signatários; pressuposto essencial da sua aplicação que é o vocabulário ortográfico comum que nem sequer foi iniciado;
  • c) suspender-se tudo o que se dispôs em Portugal quanto à aplicação do AO, nomeadamente no plano das escolas, dos livros escolares e dos serviços do Estado;
  • d) tomar-se a iniciativa de negociações internacionais com vista a uma revisão e correcção do AO por especialistas dignos desse nome. 
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O Acordo Ortográfico é tão mal feito que nem o Brasil o aceita... Logo à nascença, já era um cadáver adiado. Com vénia de Fernando Pessoa, agora não se pode deixar que, sem a necessária revisão, ele procrie seja o que for.»


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2012 ACABOU-SE. UFF... ESTE JÁ FOI




De 2013... bem... o primeiro, o segundo... dias que já passaram...
Ok, vamos a isto.


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