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O TERRORISMO SUBJACENTE NO CENTRO DA EUROPA

Parece-me evidente que a crescente instalação de culturas islamicas fundamentalistas na Europa é um problema que não pode ser ignorado.

Tendo em consideração as palavras do lider Charia em Bruxelas (ou no Belgistão, como o grupo islâmico prefere) será bom termos presente que a tolerância e a democracia são valores que não se podem confundir com a ignorância de uma ameaça crescente, perigosa e real.
 Como estes islamitas fazem questão de afirmar, esses não são valores que respeitem ou tenham sequer em consideração:
 «Não pode haver um muçulmano democrata como não existe um cristão judeu ou um muculmano judeu, a única lei é a de Allah, a que por ele é ditada».

Têm como objectivo dominar o mundo (onde é que já ouvi isto?) e não têm duvidas de que conseguirão.
Afirmam com a maior das arrogâncias:  
«É apenas uma questão de tempo; se quiserem mandar-nos embora é melhor que comecem a ter quatro mulheres a a fazer muitos filhos, talvez assim tenham uma hipótese».

 A entrevista/reportagem abaixo data de Março deste ano.
O tempo passa, a correr.
Nós, europeus democratas, amantes da liberdade social, individual e religiosa, estamos parados, tolerantes, a olhar...
Não se trata de um apelo à intolerância, trata-se, pelo contrário, da defesa dos valores que respeitamos.
É melhor que façamos algo para os defender




É caso único? Nem perto.
É uma proliferação concertada que vai tomando conta da civilização ocidental, infiel, imoral e a abater.
Em França o problema atinge proporções já desmesuradas.
O que dizem em França:



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