Porque é relevante em diversos contextos, nacionais e internacionais, gostaria de escrever umas quantas linhas sobre o "Grupo de Convívio" 1143.
Gostaria, mas não posso, ou não devo.
Não devo porque, ainda que me cingisse a factos, só e apenas a factos, sem emitir qualquer opinião, adjectivação ou juízo - o que, convenhamos, não seria tarefa fácil mas seria possível - mancharia inevitavelmente os irrefutáveis factos com a tinta argumentativa da "perseguição política".
Não é o momento.
Os factos devem ser lidos e analisados à luz do direito e da lei. E só. Impõe-se obstar a que sirvam leituras enviesadas que procuram transformar o agressor em agredido Não é o momento.
Em vez de uma exposição fundamentada de acções e intenções, que me inibo de classificar, apenas conseguiria "mais uma" acusação a auto-proclamadas "vitimas de um sistema politicamente viciado".
Os factos devem ser lidos e analisados à luz do direito e da lei. E só. Impõe-se obstar a que sirvam leituras enviesadas que procuram transformar o agressor em agredido Não é o momento.

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