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DISPARIDADES MAIS DO QUE NUMÉRICAS

O secretário de Estado da Administração Pública Gonçalo Castilho dos Santos, pelo lado do Governo, faz um balanço da greve e diz que teve uma adesão estimada de 23% nos funcionários públicos. Números que ficam longe dos que são avançados pelos sindicatos, que reclamam uma adesão de mais de três milhões.

23%? - Decididamente esta rapaziada não sabe fazer contas.
Se tivessem atirado para os 46% se calhar o Zé-Povo até acreditava.

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Pode bem ser que não venha a propósito, pode ser que sim, não resisto a dedicar umas curtas linhas a este rapazola Secretário de Estado da Administração Pública Gonçalo Castilho dos Santos;
nem sequer é necessário dar-
me ao trabalho de utilizar palavras minhas, usarei apenas as dele, e chega, e sobra.

28 Out. 2008 - "Correio da Manhã"
"clique" para ler que vale a pena


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CGTP/UGT

"É a greve geral com mais impacto que realizámos até hoje"

A greve geral na Função Pública
está a ter uma adesão de
85%, segundo os sindicatos,
enquanto o Governo aponta para 19,4%.

(Lusa
)

Sindicatos dizem que mais de três milhões de portugueses aderiram à greve

O secretário geral da UGT, João Proença, disse que a greve geral de hoje é a maior de sempre e ultrapassa a adesão registada há 22 anos, aquando da última paralisação conjunta.

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A greve é um direito que assiste aos trabalhadores e é uma oportunidade que os portugueses têm de manifestar a sua insatisfação”

“É hora de todos darem as mãos e do povo português não se contentar com o dia do voto.

É preciso muito mais que o voto. O povo terá que estar alerta e, porventura, ter uma participação mais crítica, com propostas e com manifestação de desejos de modo mais espontâneo e natural”

Um dia de greve é muito pouco. O povo português terá que se habituar a uma Democracia mais participada e mais responsável e manifestar-se não apenas nesta conjuntura mas também diante de determinadas leis que são prejudiciais para a sociedade

O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga.




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