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INTENÇÕES CRIMINOSAS

«Comunidade internacional tem 10 horas para actuar,
diz diplomata líbio na ONU»

«Após participar na reunião do Conselho de Segurança em que se discute uma resolução sobre a Líbia, o representante permanente adjunto líbio na ONU, que aderiu à revolução anti-Khadafi no início do conflito, adiantou à imprensa esperar uma tomada de posição "o mais rápido possível, autorizando ataques aéreos contra as forças de Khadafi".

Citando "informações" de que o movimento anti-Khadafi dispõe, Dabbashi disse que estão a ser preparadas pelo regime duas grandes ofensivas.

Uma delas envolve mercenários que lutaram na guerra civil no Congo, Uganda, Burundi Ruanda, Níger e Chade que, sob comando de um general líbio, estão a mover-se "em mais de 400 veículos" para Ajdabyia, onde é esperada a sua chegada "em breve".

"Têm instruções claras para destruir tudo e não poupar ninguém ou quaisquer edifícios. Pensamos que nas próximas horas vamos ver um verdadeiro genocídio em Ajdabyia se a comunidade internacional não se mover rapidamente e o prevenir de atacar com uma grande força"

«Numa entrevista ao canal televisivo Euronews, que será transmitida esta noite, Seif al-Islam disse que a eventual aprovação pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas de uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia "virá demasiado tarde", porque "dentro de 48 horas tudo estará concluído".»
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«Quarta-feira ao final do dia, o secretário geral da ONU falou por telefone com o ministro dos
Negócios Estrangeiros da Líbia, cujo líder Muammar Kadhafi se tem mostrado indiferente aos apelos da comunidade internacional para renunciar ao conflito e abandonar o poder.
Depois de dois dias no terreno, o enviado especial do secretário-geral, Abdel Elah Al Khatib, regressou hoje da Líbia com a sua delegação.

Nos encontros com altos responsáveis líbios, foram transmitidos "os fortes apelos da comunidade internacional para acabar com a violência e assegurar o acesso humanitário e trabalhar para solução pacífica para a crise", segundo o gabinete de Ban Ki-moon.

Os esforços de Al Khatib vão continuar, refere a mesma fonte, incluindo contactos com a rebelião em Benghazi e o regime em Tripoli. »
In Sic notícias on line 16/03
PARA QUÊ?
NÃO BASTA?

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